Mundo
Salah Abdeslam ferido e detido em operação policial em Bruxelas
O homem mais procurado na Europa pela ligação aos atentados de Paris foi capturado numa operação policial no bairro belga de Molenbeek. Há informação de outras detenções, num raide que se prolongou durante a tarde.
Em conferência de imprensa já ao início da noite, o primeiro-ministro belga, Charles Michel confirmou a detenção de Abdeslam, considerado o "cérebro" dos atentados de Paris que vitimaram 130 pessoas em novembro.
Numa conferência de imprensa conjunta, François Hollande veio dizer que espera que Salah Abdeslam seja extraditado o mais rapidamente possível para França.
A RTBF revelou entretanto um vídeo feito no momento do ataque da polícia belga.
A operação policial de grande dimensão centrou-se no bairro da capital belga Molenbeek, na rua dos Quatro Ventos, e a informação aponta para um tiroteio no local. Salah Abdeslam terá sido ferido numa perna.
Há ainda um relato de duas explosões ouvidas nas imediações da operação, às 18h00, hora de Lisboa. Além de Salah Abdeslam, foram detidos outros dois homens.
A meio da tarde, o Presidente francês François Hollande veio confirmar que há uma ligação desta operação com os atentados de Paris, mas não confirmou que o suspeito tenha sido detido.
Hollande reuniu-se depois com o primeiro-ministro belga, Charles Michel, para acompanhar a operação. Ambos abandonaram os trabalhos do Conselho Europeu sobre fluxos migratórios.
Abdeslam será uma das duas pessoas que conseguiram fugir às autoridades durante um tiroteio com a polícia durante o assalto ao apartamento.
O ADN de Abdeslam também terá sido encontrado pelas autoridades.
Abdeslam, de 26 anos, tem nacionalidade francesa, mas nasceu na Bélgica.
As autoridades acreditam que terá tido um papel determinante na logística dos atentados de Paris no passado dia 13 de novembro, em que 130 pessoas perderam a vida.
Numa conferência de imprensa conjunta, François Hollande veio dizer que espera que Salah Abdeslam seja extraditado o mais rapidamente possível para França.
A RTBF revelou entretanto um vídeo feito no momento do ataque da polícia belga.
Footage emerges of raid at apartment in #Molenbeek. Follow live updates here: https://t.co/FeZgz1XfDf https://t.co/EtYpRTIO5Z
— BBC News (World) (@BBCWorld) March 18, 2016
A operação policial de grande dimensão centrou-se no bairro da capital belga Molenbeek, na rua dos Quatro Ventos, e a informação aponta para um tiroteio no local. Salah Abdeslam terá sido ferido numa perna.
Há ainda um relato de duas explosões ouvidas nas imediações da operação, às 18h00, hora de Lisboa. Além de Salah Abdeslam, foram detidos outros dois homens.
A meio da tarde, o Presidente francês François Hollande veio confirmar que há uma ligação desta operação com os atentados de Paris, mas não confirmou que o suspeito tenha sido detido.
Hollande reuniu-se depois com o primeiro-ministro belga, Charles Michel, para acompanhar a operação. Ambos abandonaram os trabalhos do Conselho Europeu sobre fluxos migratórios.
Esta sexta-feira de manhã o procurador federal da Bélgica tinha confirmado que impressões digitais de Salah Abdeslam foram encontradas num apartamento de Bruxelas alvo de buscas pela polícia belga no início da semana.Suivi des opérations policières avec le Président de @fhollande Opvolging van de politie acties met Franse president pic.twitter.com/6QX5QAHVWw
— Charles Michel (@CharlesMichel) March 18, 2016
Abdeslam será uma das duas pessoas que conseguiram fugir às autoridades durante um tiroteio com a polícia durante o assalto ao apartamento.
O ADN de Abdeslam também terá sido encontrado pelas autoridades.
Abdeslam, de 26 anos, tem nacionalidade francesa, mas nasceu na Bélgica.
As autoridades acreditam que terá tido um papel determinante na logística dos atentados de Paris no passado dia 13 de novembro, em que 130 pessoas perderam a vida.
O irmão mais velho de Abdeslam foi identificado com um dos bombistas suicidas.Fingerprints of Paris attack suspect Salah Abdeslam found in raided Brussels flat https://t.co/rp72EY59um pic.twitter.com/DWfZzMhKid
— BBC News Graphics (@BBCNewsGraphics) March 18, 2016