Mundo
Secretário-geral da ONU "condena escalada militar" e apela à "desescalada"
Declaração do Secretário-Geral sobre o Irão
Condeno a escalada militar de hoje no Médio Oriente. O uso da força pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, e a subsequente retaliação iraniana em toda a região, minam a paz e a segurança internacionais.
Todos os Estados-Membros devem respeitar as suas obrigações perante o direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. A Carta proíbe claramente “a ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, ou de qualquer outra forma incompatível com os Propósitos das Nações Unidas”.
Apelo à cessação imediata das hostilidades e à desescalada. A omissão neste sentido acarreta o risco de um conflito regional mais vasto, com graves consequências para os civis e para a estabilidade regional. Encorajo veementemente todas as partes a regressarem imediatamente à mesa das negociações.
Reitero que não existe alternativa viável à resolução pacífica dos litígios internacionais, em plena conformidade com o direito internacional, incluindo a Carta da ONU. A Carta fornece a base para a manutenção da paz e da segurança internacionais.
Nova Iorque, 28 de fevereiro de 2026
Condeno a escalada militar de hoje no Médio Oriente. O uso da força pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, e a subsequente retaliação iraniana em toda a região, minam a paz e a segurança internacionais.
Todos os Estados-Membros devem respeitar as suas obrigações perante o direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. A Carta proíbe claramente “a ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, ou de qualquer outra forma incompatível com os Propósitos das Nações Unidas”.
Apelo à cessação imediata das hostilidades e à desescalada. A omissão neste sentido acarreta o risco de um conflito regional mais vasto, com graves consequências para os civis e para a estabilidade regional. Encorajo veementemente todas as partes a regressarem imediatamente à mesa das negociações.
Reitero que não existe alternativa viável à resolução pacífica dos litígios internacionais, em plena conformidade com o direito internacional, incluindo a Carta da ONU. A Carta fornece a base para a manutenção da paz e da segurança internacionais.
Nova Iorque, 28 de fevereiro de 2026