Mundo
Senadores norte-americanos não querem zona de exclusão aérea
Volodymyr Zelenski tem pedido com frequência uma área de exclusão aérea na Ucrânia para prevenir o território do país ser bombardeado por ar. No entanto, várias potências do ocidente, sobretudo os Estados Unidos, recusm querer criar essa zona, já que se acredita que levará a confronto militar direto com os russos e ao início das III Guerra Mundial.
Os senadores norte-americanos dizem-se solidários com a Ucrânia mas não querem ver o país a entrar num conflito na Europa, especialmente frente à Rússia que desde 24 de fevereiro invadiu a Ucrânia, levando a confrontos e a um êxodo de pessoas só comparável às circunstâncias da II Guerra Mundial.
Putin tem sido claro em considerar que qualquer passo no sentido da criação de uma zona de exclusão aérea seria recebido como uma ameaça explícita ao exército russo. Nos Estados Unidos, apesar da bipolarização partidária do país, este é um tema que parecer unificar quadrantes políticos. No domingo, Chris Murphy, senador democrata, afirmou que os Estados Unidos não querem entrar em guerra com a Rússia.
“Isso seria o início da III Guerra Mundial, arrastaria toda a Europa para uma guerra muito mais vasta. Uma coisa é certa: abater caças russos necessitaria de uma declaração de guerra do Congresso, o que não vai acontecer”, completou Murphy na rede social Twitter.
Joni Ernst, senadora republicana do Iowa, afinou pelo mesmo diapasão. “Não penso que [entrar em guerra com a Rússia] seja do interesse da NATO, dos nossos parceiros e aliados. O que podemos fazer é municiar todos os mecanismos defensivos ao presidente Zelensky e aos seus serviços armados para proteger o próprio espaço aéreo. E isso começa, obviamente, por dar todas as plataformas a Zelensky para que os pilotos ucranianos protejam o seu território”.
Joe Manchin, democrata da Virgínia, conhecido por ser opositor às ideias de Biden, disse à imprensa que não existem hipóteses que possam ser descartadas em relação à guerra na Ucrânia, acrescentando que os Estados Unidos devem apoiar o povo ucraniano, o presidente e o seu governo.
No sábado Putin avisou que qualquer movimentação no sentido de criar uma zona de exclusão aérea seria uma ameaça direta à Rússia, uma declaração de guerra: “Estamos a ouvir vozes a falarem de uma zona de exclusão aérea sobre a Ucrânia. É impossível fazer isto. Só pode ser feito a partir de Estados vizinhos. No entanto, vamos considerar qualquer movimentação nesse sentido como uma participação no conflito armado. Vamos considerar qualquer Estado como participante nas hostilidades a partir desse mesmo segundo. Não interessa se fazem parte de alguma organização. Por isso, espero que se compreenda a situação e que não se chegue a tal ponto”, declarou o presidente russo.
Putin tem sido claro em considerar que qualquer passo no sentido da criação de uma zona de exclusão aérea seria recebido como uma ameaça explícita ao exército russo. Nos Estados Unidos, apesar da bipolarização partidária do país, este é um tema que parecer unificar quadrantes políticos. No domingo, Chris Murphy, senador democrata, afirmou que os Estados Unidos não querem entrar em guerra com a Rússia.
“Isso seria o início da III Guerra Mundial, arrastaria toda a Europa para uma guerra muito mais vasta. Uma coisa é certa: abater caças russos necessitaria de uma declaração de guerra do Congresso, o que não vai acontecer”, completou Murphy na rede social Twitter.
Joni Ernst, senadora republicana do Iowa, afinou pelo mesmo diapasão. “Não penso que [entrar em guerra com a Rússia] seja do interesse da NATO, dos nossos parceiros e aliados. O que podemos fazer é municiar todos os mecanismos defensivos ao presidente Zelensky e aos seus serviços armados para proteger o próprio espaço aéreo. E isso começa, obviamente, por dar todas as plataformas a Zelensky para que os pilotos ucranianos protejam o seu território”.
Joe Manchin, democrata da Virgínia, conhecido por ser opositor às ideias de Biden, disse à imprensa que não existem hipóteses que possam ser descartadas em relação à guerra na Ucrânia, acrescentando que os Estados Unidos devem apoiar o povo ucraniano, o presidente e o seu governo.
No sábado Putin avisou que qualquer movimentação no sentido de criar uma zona de exclusão aérea seria uma ameaça direta à Rússia, uma declaração de guerra: “Estamos a ouvir vozes a falarem de uma zona de exclusão aérea sobre a Ucrânia. É impossível fazer isto. Só pode ser feito a partir de Estados vizinhos. No entanto, vamos considerar qualquer movimentação nesse sentido como uma participação no conflito armado. Vamos considerar qualquer Estado como participante nas hostilidades a partir desse mesmo segundo. Não interessa se fazem parte de alguma organização. Por isso, espero que se compreenda a situação e que não se chegue a tal ponto”, declarou o presidente russo.