Mundo
Sétimo dia de confrontos violentos entre manifestantes e polícia na Albânia
Pelo sétimo dia consecutivo, várias cidades da Albânia voltaram a ser palco de protestos antigovernamentais, com o primeiro-ministro a recusar novamente demitir-se e a apelar ao diálogo. Na capital, registaram-se confrontos violentos entre a polícia e os manifestantes.
Os protestos na Albânia devem continuar se Edi Rama não aceitar os pedidos de renúncia. O custo de vida, a corrupção, os serviços públicos precários e as oportunidades limitadas estão a alimentar a revolta popular.
Os manifestantes, muitos deles estudantes do ensino secundário e universitário, querem a demissão do primeiro-ministro, que enfrenta forte oposição. Segundo dados oficiais, 303 pessoas ficaram feridas, sendo 190 polícias, antes dos confrontos de segunda-feira.
Em Tirana, capital da Albânia, os manifestantes terão atirado pedras à polícia, que respondeu com gás lacrimogéneo. A violência intensificou-se depois dos estudantes se juntarem ao movimento que exige a demissão do primeiro-ministro, Edi Rama. O Tribunal de Recurso na capital da Albânia foi ainda incendiado.
Segundo a emissora local A2 CNN, vários encapuzados partiram os vidros do tribunal, entraram no interior do edifício e atearam fogo ao local antes de fugirem rapidamente. O dia de segunda-feira começou com uma concentração estudantil pacífica em frente ao Ministério da Educação, mas derivou para confrontos violentos após o lançamento de pedras às forças de segurança.
Entre os manifestantes estavam "jovens, homens e mulheres, que foram radicalizados por forças obscuras na Europa e nos EUA", afirmou o primeiro-ministro. "A Albânia tornou-se um dos alvos de um ataque bem coordenado."
Imagens da News24 mostraram que a polícia utilizou gás lacrimogéneo, canhões de água e projéteis de borracha para dispersar a multidão reunida em frente à sede do Governo.
Por outro lado, as autoridades investigam ameaças de bomba enviadas por e-mail a instituições estatais a partir de uma conta 'hackeada' na Arábia Saudita.
Outras cidades do país, como Kurbin, no norte, ou Vlore, no sul, também têm sido palco de protestos e episódios violentos.
A polícia deteve mais de 240 manifestantes e mantém investigações criminais abertas contra mais de 400 envolvidos. O primeiro-ministro reuniu-se na segunda-feira com os altos chefes da polícia para anunciar um prémio de 2.500 euros aos agentes destacados e um aumento salarial.
Após descartar a própria demissão, Rama declarou que os manifestantes violentos precisam de "atenção psicológica" e anunciou sanções para os envolvidos na violência.
Os manifestantes, muitos deles estudantes do ensino secundário e universitário, querem a demissão do primeiro-ministro, que enfrenta forte oposição. Segundo dados oficiais, 303 pessoas ficaram feridas, sendo 190 polícias, antes dos confrontos de segunda-feira.
Em Tirana, capital da Albânia, os manifestantes terão atirado pedras à polícia, que respondeu com gás lacrimogéneo. A violência intensificou-se depois dos estudantes se juntarem ao movimento que exige a demissão do primeiro-ministro, Edi Rama. O Tribunal de Recurso na capital da Albânia foi ainda incendiado.
Segundo a emissora local A2 CNN, vários encapuzados partiram os vidros do tribunal, entraram no interior do edifício e atearam fogo ao local antes de fugirem rapidamente. O dia de segunda-feira começou com uma concentração estudantil pacífica em frente ao Ministério da Educação, mas derivou para confrontos violentos após o lançamento de pedras às forças de segurança.
Entre os manifestantes estavam "jovens, homens e mulheres, que foram radicalizados por forças obscuras na Europa e nos EUA", afirmou o primeiro-ministro. "A Albânia tornou-se um dos alvos de um ataque bem coordenado."
Imagens da News24 mostraram que a polícia utilizou gás lacrimogéneo, canhões de água e projéteis de borracha para dispersar a multidão reunida em frente à sede do Governo.
Por outro lado, as autoridades investigam ameaças de bomba enviadas por e-mail a instituições estatais a partir de uma conta 'hackeada' na Arábia Saudita.
Outras cidades do país, como Kurbin, no norte, ou Vlore, no sul, também têm sido palco de protestos e episódios violentos.
A polícia deteve mais de 240 manifestantes e mantém investigações criminais abertas contra mais de 400 envolvidos. O primeiro-ministro reuniu-se na segunda-feira com os altos chefes da polícia para anunciar um prémio de 2.500 euros aos agentes destacados e um aumento salarial.
Após descartar a própria demissão, Rama declarou que os manifestantes violentos precisam de "atenção psicológica" e anunciou sanções para os envolvidos na violência.
Rama está no poder há 13 anos e tem sido uma figura dominante na política albanesa desde o início do século. Prometeu a adesão à União Europeia até 2030 e afirmou ser o único capaz de a conseguir.
C/agências