Mundo
Sismo no Japão. Número de mortos aumenta e socorristas debatem-se com calor
O terramoto de 7.1 na escala de Richter – magnitude calculada pela Agência Meteorológica do Japão - provocou danos em toda a Ilha de Kyushu.
Aumentou para 34 o número de vítimas mortais do terramoto que atingiu esta semana o sudoeste do Japão. As equipas de resgate e os sobreviventes debatem-se agora com os efeitos do calor que se abate sobre o país. O balanço foi atualizado esta quinta-feira pelas autoridades locais.
O corpo de gestão de desastres da província de Kumamoto, epicentro do sismo, deu conta da recuperação de sete corpos nos escombros do centro comercial Aeon, em Kashima, destruído por uma explosão.
Foram ainda confirmadas oito vítimas mortais na fábrica da Nippon Paper, em Yatsushiro - uma chaminé industrial colapsou parcialmente.
As autoridades japonesas admitem que o número de mortes venha a aumentar nos próximos dias. Cinco pessoas continuavam esta quinta-feira em estado crítico.O abalo ocorrido na passada terça-feira danificou casas e pontes, deu lugar a incêndios e cortou o abastecimento de eletricidade e água a dezenas de milhares de pessoas.
Perto de 13.500 casas permanecem privadas de energia elétrica. Há filas para obter combustível e água potável, quando a meteorologia prevê temperaturas, naquela região, de 38 graus Celsius no próximo fim de semana.
Foram enviadas centenas de aparelhos de ar-condicionado para os centros de abrigo.

O sismo provocou o desabamento parcial de uma muralha do centenário Castelo de Kumamoto | @ryupro520 - Instagram via Reuters
A província de Kumamoto havia sido atingida, em 2016, por dois sismos que fizeram 273 mortos e mais de 2.800 feridos.
Localizado na junção de quatro placas tectónicas, no limite ocidental do denominado Anel de Fogo do Pacífico, o Japão, com cerca de 125 milhões de habitantes, é um dos países mais afetados por sismos – soma aproximadamente 18 por cento dos abalos registados à escala global.
Em 2011, um sismo de magnitude 9 desencadeou um tsunami responsável por quase 18.500 mortes e pelo desastre na central nuclear de Fukushima.
c/ agências
O corpo de gestão de desastres da província de Kumamoto, epicentro do sismo, deu conta da recuperação de sete corpos nos escombros do centro comercial Aeon, em Kashima, destruído por uma explosão.
Foram ainda confirmadas oito vítimas mortais na fábrica da Nippon Paper, em Yatsushiro - uma chaminé industrial colapsou parcialmente.
As autoridades japonesas admitem que o número de mortes venha a aumentar nos próximos dias. Cinco pessoas continuavam esta quinta-feira em estado crítico.O abalo ocorrido na passada terça-feira danificou casas e pontes, deu lugar a incêndios e cortou o abastecimento de eletricidade e água a dezenas de milhares de pessoas.
Perto de 13.500 casas permanecem privadas de energia elétrica. Há filas para obter combustível e água potável, quando a meteorologia prevê temperaturas, naquela região, de 38 graus Celsius no próximo fim de semana.
Foram enviadas centenas de aparelhos de ar-condicionado para os centros de abrigo.
O sismo provocou o desabamento parcial de uma muralha do centenário Castelo de Kumamoto | @ryupro520 - Instagram via Reuters
A província de Kumamoto havia sido atingida, em 2016, por dois sismos que fizeram 273 mortos e mais de 2.800 feridos.
Localizado na junção de quatro placas tectónicas, no limite ocidental do denominado Anel de Fogo do Pacífico, o Japão, com cerca de 125 milhões de habitantes, é um dos países mais afetados por sismos – soma aproximadamente 18 por cento dos abalos registados à escala global.
Em 2011, um sismo de magnitude 9 desencadeou um tsunami responsável por quase 18.500 mortes e pelo desastre na central nuclear de Fukushima.
c/ agências