Sismos na Venezuela. Governo da Madeira confirma morte de duas lusodescendentes

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Sismos na Venezuela. Governo da Madeira confirma morte de duas lusodescendentes

O Governo português confirmou esta quarta-feira a primeira vítima mortal de nacionalidade portuguesa na sequência dos maiores sismos que atingiram a Venezuela em mais de um século. Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira, adiantou que há mais duas vítimas lusodescendentes com ligações à região autónoma. Acompanhamos a situação ao minuto.

Joana Raposo Santos, Andreia Martins, Cristina Sambado, Inês Moreira Santos, Ana Sofia Rodrigues - RTP / Adicionar como fonte informativa

Foto: Maxwell Briceno - Reuters

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RTP /

Banco Mundial em contacto com autoridades venezuelanas

O Banco Mundial disse estar em contacto com as autoridades venezuelanas e a avaliar a melhor forma de apoiar o país após os sismos.

A instituição financeira multilateral garantiu estar pronta para colaborar com o Governo e poder prestar assistência, incluindo apoio técnico e coordenação com os parceiros internacionais que estão a responder à catástrofe.
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RTP /

Presidente interina nas zonas afetadas

A presidente interina da Venezuela deslocou-se hoje às zonas afetadas na costa caribenha, anunciou o presidente do Parlamento.

Delcy Rodríguez "encontra-se atualmente no Estado de La Guaira, onde está a gerir esta zona atingida por uma catástrofe de grande magnitude", declarou Jorge Rodríguez, seu irmão, durante um discurso transmitido na televisão venezuelana.
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RTP /

Novo balanço aponta para 188 vítimas mortais

O número de mortos na sequência dos sismos na Venezuela subiu para pelo menos 188, registando-se ainda 1.520 feridos e 200 pessoas presas sob os escombros.
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RTP /

Parlamento unânime no pesar pelas vítimas e solidário com comunidade luso-venezuelana

O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, um voto de pesar pelas vítimas dos sismos que atingiram a Venezuela, na quarta-feira, e expressou uma mensagem de solidariedade e preocupação em relação aos cidadãos da comunidade luso-venezuelana.

Este voto, apresentado pelo presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, salienta que "os violentos sismos provocaram um grande número de mortos, feridos e desalojados".

"Causaram também um cenário de grande destruição, afetando particularmente a região de Caracas e outras zonas do norte do país e mobilizando amplas operações de emergência, socorro e assistência humanitária. Neste momento de enorme sofrimento, a Assembleia da República apresenta as suas mais sentidas condolências às famílias das vítimas, deseja uma rápida recuperação a todos os feridos e exprime a sua solidariedade para com todos os cidadãos e comunidades afetados por esta catástrofe natural", refere-se.

No texto do presidente do Parlamento, defende-se que os "povos português e venezuelano estão unidos por profundos laços históricos, culturais e humanos, que se refletem na numerosa comunidade portuguesa e luso-venezuelana residente na Venezuela".

"Particularmente a estes cidadãos, o Parlamento expressa uma mensagem de proximidade, solidariedade e preocupação. Assinala também o empenho das equipas de proteção civil, dos profissionais de saúde, das forças de segurança, dos voluntários e de todas as entidades envolvidas nas operações de socorro e assistência às populações afetadas", acrescenta-se.

c/ Lusa
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Pilhagens em zonas afetadas pelo duplo sismo

Uma equipa de jornalistas da agência France-Presse constatou que ocorreram pilhagens numa zona costeira da Venezuela afetada pelo duplo sismo.

Em Catia la Mar, homens e mulheres saíam com os braços carregados de sacos cheios de mantimentos de uma mercearia parcialmente incendiada, segundo estes jornalistas.
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RTP /

Dois lusodescendentes entre as vítimas mortais, adianta Miguel Albuquerque

O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, adiantou aos jornalistas que já tem a confirmação de que pelo menos "duas lusodescendentes perderam a vida", ambas com ligação à Madeira. Há ainda registo de muitos desaparecidos. 
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RTP /

Colaboração entre quatro Ministérios. Portugal envia equipa "o mais rápido possível"

Em conferência de imprensa no final da reunião de Conselho de Ministros, o ministro da Presidência detalhou a constituição da equipa de 50 pessoas que tinha sido anunciada minutos antes pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, através da rede social X.

Leitão Amaro indicou que o envio "será o mais rápido possível", com a colaboração de quatro Ministérios: o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Ministério da Administração Interna, a Defesa Nacional e a Saúde.

Estes quatro Ministérios "estão agora com as suas entidades reunidas para preparar a deslocação de uma equipa, exatamente a partir do aeroporto, que se estima ser cerca de 50 pessoas, muito focadas nas capacidades de apoio ao resgate, envolvendo pessoas do INEM, equipas de resgate, equipas da Unidade de Emergência e Socorro da GNR, com capacidade e experiência já em cenários semelhantes como, por exemplo, os terremotos na Turquia", indicou o ministro da Presidência.
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RTP /

TAP permite alterar voos de e para Caracas e diz que tripulação retida está em segurança

A TAP informou que os clientes com bilhetes para voos de e para Caracas até 30 de julho podem alterar viagens, indicando também que a tripulação da companhia retida na capital venezuelana está "bem e em segurança" após os sismos.

Segundo a informação publicada no seu site, "todos os clientes com bilhetes emitidos até 24 de junho, para voos de e para a capital venezuelana a realizar até 30 de julho, podem alterar as datas da sua viagem para voos a realizar dentro da validade dos bilhetes de que são portadores".

Numa mensagem interna a que a Lusa teve acesso, assinada pelo presidente executivo, Luís Rodrigues, e pelo administrador com o pelouro operacional, Mário Chaves, a TAP expressa "solidariedade com a Venezuela, com os venezuelanos, com toda a comunidade portuguesa residente naquele país, e com todos os afetados pelos trágicos acontecimentos", manifestando "pesar por todas as vítimas".

Na mesma mensagem interna, a administração da TAP refere que alguns elementos da equipa da companhia na Venezuela sofreram danos materiais, encontrando-se, no entanto, fisicamente bem.

Fonte oficial da companhia confirmou ainda à Lusa que uma tripulação da TAP, constituída por 11 pessoas, está retida em Caracas, capital venezuelana, devido aos fortes sismos que atingiram o país na noite de quarta-feira.

A tripulação encontrava-se no hotel no momento em que ocorreram os sismos. Devido a danos provocados nessa unidade hoteleira, os tripulantes foram transferidos para outro hotel, tendo uma pessoa sofrido ferimentos ligeiros.

Na mensagem interna, a administração da TAP indica que a tripulação "está bem e em segurança", alojada num hotel, e que a companhia está em contacto permanente com as suas equipas na Venezuela e com as autoridades locais para apoio, acompanhamento e avaliação da situação.

"Nenhuma aeronave da TAP se encontrava na Venezuela", lê-se ainda na mensagem interna.

A companhia aérea indicou que atualizará todas as informações sempre que se revelar necessário.

A retoma da normalidade dos voos, não só da TAP como de outras companhias aéreas, dependerá de decisão das autoridades responsáveis locais.

(agência Lusa)
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Papa envia 100 mil euros em ajuda de emergência

O papa Leão XIV enviou 100 mil euros em ajuda de emergência para a Veneuzela, indicou o Vaticano.

De acordo com a agência France Presse, a quantia foi libertada pela Esmolaria Apostólica, o departamento da Santa Sé responsável pelas obras de caridade do Papa e pela ajuda às populações necessitadas.

Trata-se de um "contributo inicial" destinado a apoiar os primeiros esforços de ajuda ao país.
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RTP /

Venezuela ativou Mecanismo de Proteção Civil da UE

Hadja Lahbib, comissária europeia para a Ajuda Humanitária e Gestão de Crises, anunciou na rede social X que a Venezuela ativou o Mecanismo de Proteção Civil da UE.

As autoridades europeias vão estar em coordenação com a resposta a nível internacional na sequência dos sismos.

A responsável acrescenta que Espanha, Itália e a República Chega ofereceram ajuda imediata e vão enviar equipas de resgate.


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RTP /

Confirmada uma vítima mortal de nacionalidade portuguesa na Venezuela

O Governo confirmou esta quinta-feira a primeira vítima mortal na sequência dos sismos na Venezuela. Trata-se de uma vítima de nacionalidade portuguesa, do sexo masculino, cuja morte foi confirmada há poucos minutos.

A vítima foi retirada dos escombros com vida "mas acabou por falecer a caminho do hospital". 


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Portugal vai enviar 50 elementos da proteção civil de emergência

Portugal já colocou à disposição da Venezuela uma equipa de proteção civil de emergência de 50 elementos para ajudar nas operações no país após os dois sismos que abalaram o país na última madrugada.



O primeiro-ministro português anunciou a ajuda, que já foi aceite pelas autoridades venezuelanas.

"Portugal está disponível para ajudar a Venezuela quando, onde e da forma que o Governo venezuelano entenda útil. Pusemos desde já à disposição imediata uma equipa de proteção civil de emergência de 50 elementos, o que a Presidente Delcy Rodriguez prontamente agradeceu e aceitou", afirmou Luís Montenegro na rede social X.

Acrescenta ainda que Portugal irá participar no apoio conjunto da União Europeia "através do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, cuja ajuda a Venezuela já solicitou".
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Rede social X desbloqueada na Venezuela

A rede social X foi desbloqueada na Venezuela na sequência dos dois sismos que atingiram o país, avançou hoje a emissora britânica BBC.

De acordo com a BBC News Mundo, várias contas de redes sociais especializadas em contornar esta rede censurada no país avançaram que o bloqueio tinha sido levantado pelos operadores de telecomunicações CANTV, Thundernet, Digitel e Movistar.

O Governo venezuelano ainda não se pronunciou sobre o alegado desbloqueio da rede social.
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Complexo petroquímico na Venezuela reinicia operações

O Complexo Petroquímico de Morón, na Venezuela, o segundo maior em operação no país, reiniciou as suas atividades esta quinta-feira após uma paragem preventiva devido aos sismos que afetaram a região e causaram danos nas infraestruturas, informou o chefe dos bombeiros da área.

Os trabalhadores do complexo foram aconselhados a não comparecer enquanto era realizada uma avaliação inicial dos danos, disseram anteriormente fontes do centro, acrescentando que foi detetada uma fuga num tanque de armazenamento na quarta-feira.
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Ajuda à Venezuela vai exigir um "esforço coletivo massivo"

O chefe das operações humanitárias da ONU anunciou esta quinta-feira que as Nações Unidas estavam "totalmente mobilizadas" após os sismos que abalaram a Venezuela, e afirmou que a situação exigia um "esforço coletivo massivo" para ajudar o país.

"Estamos totalmente mobilizados para apoiar o povo da Venezuela (...). Os próximos dias exigirão um esforço coletivo massivo para apoiar a resposta liderada pelo governo e para auxiliar as comunidades afetadas", disse Tom Fletcher em comunicado.
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Forças Armadas portuguesas "disponíveis para assegurar meios aéreos na sequência dos sismos registados na Venezuela"

As Forças Armadas portuguesas estão "disponíveis para assegurar meios aéreos na sequência dos sismos registados na Venezuela"

Em comunicado, o Ministério da Defesa Nacional anunciou que, "na sequência dos sismos registados na Venezuela, (...) que as Forças Armadas estão disponíveis para assegurar meios aéreos para transporte de pessoas e equipamentos, ações de repatriamento e apoio médico e logístico às populações afetadas, em coordenação com o MNE e de acordo com as solicitações efetuadas em cada momento".
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Clientes da TAP com voos para Caracas até 30 julho podem alterar datas da viagem

A TAP expressa a sua solidariedade com a Venezuela, com os venezuelanos, com toda a comunidade portuguesa residente naquele país, e com todos os afetados pelos trágicos acontecimentos, manifestando o seu pesar por todas as vítimas.

No que diz respeito à sua operação para Caracas, a TAP informa, em comunicado publicado no site, que todos os clientes com bilhetes emitidos até 24 de junho, para voos de e para a capital venezuelana a realizar até 30 de julho, que podem alterar as datas da sua viagem para voos a realizar dentro da validade dos bilhetes de que são portadores.
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RTP / Adicionar como fonte informativa

Cinco portugueses desaparecidos após sismos na Venezuela

O ministro português dos Negócios Estrangeiros confirmou esta quinta-feira que há pelo menos cinco portugueses desaparecidos na sequência dos dois sismos que ocorreram na Venezuela.

Foto: Leonardo Fernandez Viloria - Reuters

Em declarações à CNN Portugal, Paulo Rangel adiantou que há uma família portuguesa desaparecida em La Guaira e uma mulher desaparecida em Caracas.

"Nós sabemos já, à medida que vão avançando as horas, que haverá uma família de quatro pessoas em La Guaira que estará mesmo desaparecida, que poderá estar debaixo de escombros, e que haverá uma portuguesa também na zona de Caracas", adiantou.

O MNE português acrescenta que, nestes casos, "claramente, já não é um problema apenas de comunicação", após identificação de edifícios. 

"Infelizmente, julgo que nós teremos algumas más notícias (...) à medida que as horas passam", afirmou Paulo Rangel. 

As autoridades portuguesas têm recebido pedidos de ajuda por parte de pessoas que tentam entrar em contacto com familiares e amigos, dadas as dificuldades de comunicação na sequência do sismo.
Mecanismo Europeu já foi ativado

O ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou também que Portugal vai enviar uma equipa de 53 profissionais de emergência médica e salvamento para a Venezuela. 

Estas 53 pessoas têm "experiência nesta área", incluindo equipas de polícias com cães farejadores para salvamento, uma Unidade de Emergência e Socorro da GNR com 27 membros, profissionais da Autoridade Nacional de Proteção Civil, dois médicos, dois enfermeiros e dois tripulantes de ambulâncias. 

"Já foi acionado o Mecanismo Europeu de Proteção Civil", acrescentou ainda Paulo Rangel, sem conseguir garantir que a equipa portuguesa consiga viajar para a Venezuela ainda esta quinta-feira.

O Ministério português dos Negócios Estrangeiros está a divulgar desde o início do dia os números telefónicos para emergências.


Dois sismos de 7,2 e 7,5 na escala de Richter abalaram a Venezuela na última quarta-feira provocaram pelo menos 164 mortos e mais de 1.000 feridos. No entanto, as autoridades locais estimam que o balanço final possa ser muito superior. 
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RTP /

Costa disponibiliza ajuda da UE em momento difícil

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, manifestou hoje disponibilidade da União Europeia (UE) para mobilizar ajuda de emergência para a Venezuela "nestes momentos difíceis", na sequência dos dois sismos registados da noite passada.

"As notícias que recebemos da Venezuela são profundamente devastadoras. Toda a nossa solidariedade e apoio ao povo venezuelano neste momento de enorme dor, após os terramotos que devastaram o país nas últimas horas", afirmou António Costa, numa publicação na rede social X.

"O nosso pensamento está com todos os afetados, com aqueles que perderam entes queridos e com todos os que participam nas operações de emergência e de resgate. A União Europeia está pronta para apoiar os esforços de resposta de emergência em cooperação com os nossos parceiros humanitários e acompanhar a Venezuela nestes momentos difíceis", adiantou o antigo primeiro-ministro português.
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RTP /

Portugal pode enviar 53 socorristas para a Venezuela

Em declarações à CNN, o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, revelou que além desses 53 socorristas, pode ser enviada mais ajuda.

O governo confirmou também que há cinco portugueses estão desaparecidos na Venezuela
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RTP /

Equipas portuguesas em pré-aviso para seguirem para a Venezuela

O Comandante da Associação Portuguesa de Busca e Salvamento acredita, que tendo em conta as imagens que nos chegam, o número de vítimas pode aumentar de forma significativa.
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RTP /

Proteção Civil da Madeira disponível para apoiar a população venezuelana

O Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira manifestou hoje disponibilidade para prestar apoio à população afetada pelos sismos na Venezuela no âmbito da busca e resgate, emergência médica e apoio técnico.

Em comunicado, o Governo Regional indica que, através do Serviço Regional de Proteção Civil (SRPC), "está pronto para cooperar com o Governo da República e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil no esforço internacional de apoio às populações afetadas por esta catástrofe".

O SRPC está disponível para "contribuir com as valências que se mostrem necessárias no âmbito da Busca e Resgate, emergência médica, apoio técnico ou assistência nas diferentes dimensões do Sistema de Proteção Civil Regional", lê-se na nota.
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Lusa / Adicionar como fonte informativa

Presidente venezuelana confirma que equipas de socorro da ONU a caminho do país

Equipas especializadas de socorro coordenadas pela ONU estão a caminho da Venezuela para participar nas operações de busca de pessoas desaparecidas, possivelmente soterradas nos escombros, após os dois sismos que atingiram o país, anunciou hoje a presidente interina venezuelana.

"[Os socorristas] já estão a caminho do nosso país para participar nestes esforços", declarou Delcy Rodríguez numa intervenção transmitida pela televisão.

A presidente interina da Venezuela acrescentou ter falado com vários líderes estrangeiros e com um representante das Nações Unidas (ONU) na Venezuela.

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RTP /

Comunidade luso-venezuelana na Madeira preocupada com os familiares

Na Madeira vive uma grande comunidade venezuelana. E estão a ter dificuldade em contactar familiares que estão na Venezuela.

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RTP /

Venezuela. Equipas de resgate procuram sobreviventes nos escombros

As equipas de resgate estão numa corrida contra o tempo para encontrar sobreviventes entre os escombros. Nas últimas horas, várias pessoas foram retiradas com vida, o que alimenta a esperança de familiares e operacionais no terreno.

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RTP /

Sismos na Venezuela. Não há notícia de portugueses entre as vítimas mortais

Informação avançada pelo secretário de Estado das Comunidades que revelou também à RTP que já foi possível realojar tripulações da TAP que estavam num hotel que ruiu.

A falta de comunicações com o Estado de La Guaira preocupa algumas famílias.
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RTP /

Dois sismos abalaram a Venezuela

É uma corrida contra o tempo para encontrar sobreviventes. A Venezuela foi atingida por 2 fortes Sismos, de 7.2 e 7.5 na escala de Richter. Há registo de 164 mortos e perto de mil feridos.

Números que podem aumentar dada a dimensão da tragédia.
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Momento-Chave
RTP /

Rubio promete resposta "significativa, rápida e eficaz"

Os Estados Unidos vão fornecer uma resposta "completa do governo" aos sismos que atingiram a Venezuela, disse o secretário de Estado, Marco Rubio, na quinta-feira.
 "A nossa resposta será significativa, rápida e eficaz", disse aos jornalistas durante uma visita ao Bahrein, acrescentando que o Departamento de Defesa dos EUA desempenhará "um importante papel logístico".
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RTP /

Sismo na Venezuela. População relatou momentos de pânico

No município de Chacao, em Caracas, dezenas de pessoas foram retiradas de um centro comercial. A população relatou os momentos de pânico.

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RTP /

Comunidade madeirense na Venezuela. Muitos portugueses incontactáveis ou desaparecidos

Há uma grande comunidade madeirense na Venezuela. Segundo o deputado venezuelano do PSD-Madeira, Carlos Fernandes, há várias pessoas incontactáveis. O país não dispõe, neste momento, de rede de internet suficiente para que a população possa comunicar ou aceder a informações.
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RTP /

Equipas de resgate coordenadas pela ONU estão a caminho da Venezuela

Equipas de resgate especializadas, coordenadas pela ONU, estão a caminho ajudar nas buscas por pessoas presas sob os escombros após o duplo sismo devastador na Venezuela.

Os socorristas "já estão a caminho do nosso país para participar nestes esforços", disse Delcy Rodríguez num comunicado televisivo.

A presidente interina acrescentou que falou com vários líderes estrangeiros e com um representante da ONU na Venezuela.
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Equipas internacionais de resgate "têm de chegar já"

As operações de busca e salvamento devem ser a prioridade, neste momento, segundo Manuel Velloso.

"A primeira ação, e com intervenção com possibilidade de retirar as pessoas dos edifícios que colapsaram, é feita pela própria população", explicou o especialista em Proteção Civil. "Só 15 por cento é que são retiradas pelos bombeiros. E depois à volta dos 30 por cento por equipas de Salvamento Urbano. E só 20 por cento é que vão ser retiradas por equipas de busca e salvamento internacionais".

Na primeira hora, a capacidade de sobrevivência é de 90 por cento. Nas primeiras 24 horas, a possibilidade de sobrevida é de 80 por cento. E no segundo dia, desce para 40 por cento.

Por isso, o especialista considera que é urgente priorizar as operações de busca e salvamento e devem ser feitas pelas equipas organizadas "dos países que estão mais próximo", como os Estados Unidos.

"Têm de chegar agora, não daqui a 76 horas", sublinhou.
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Novo balanço aponta para 164 mortos e quase mil feridos

Pelo menos 164 pessoas morreram e quase mil ficaram feridas nos dois sismos que atingiram a Venezuela esta quarta-feira, de acordo com um novo balanço provisório anunciado pela presidente interina Delcy Rodríguez.

Cerca de trinta réplicas foram também registadas desde o segundo sismo, acrescentou a presidente. O balanço anterior apontava para 32 mortos e 700 feridos.
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Governo português pronto para enviar ajuda de emergência e humanitária

O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo português "está pronto para enviar ajuda de emergência e humanitária" para a Venezuela, e deixou uma palavra de solidariedade aos venezuelanos, portugueses e lusodescendentes.

"A impressionante força dos sismos que afetaram a Venezuela une-nos a todos em volta de um país a que muitos portugueses chamam casa", escreveu Luís Montenegro, na rede social X.

O primeiro-ministro assegurou que "o Governo está a acompanhar a situação de perto e está pronto para enviar ajuda de emergência e humanitária".

"À Venezuela e aos venezuelanos, aos portugueses e aos lusodescendentes deixo uma palavra de firme apoio e de total solidariedade", refere ainda.
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Venezuela. ONU apela a um "esforço coletivo massivo" na sequência dos sismos

Vários países da América Latina à Europa já vieram dar conta da sua disponibilidade para enviar ajuda para a Venezuela, abalada esta quarta-feira por dois sismos de 7,2 e 7,5 na escala de Richter. Há registo de pelo menos 164 mortos e mais de 1.000 feridos, mas as autoridades estimam números muito superiores.

Foto: Maxwell Briceno - Reuters

A comunidade internacional mobiliza-se horas após os maiores sismos registados na Venezuela em mais de 100 anos. O responsável humanitário das Nações Unidas, Tom Fletcher, considerou hoje que a situação no país exigia "um esforço coletivo massivo". 

"Os próximos dias exigirão um esforço coletivo massivo para apoiar a resposta liderada pelo governo e auxiliar as comunidades afetadas", afirmou. 

No terreno, o Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) está a "coordenar a rápida deslocação" das equipas de busca e salvamento urbanas. 

"Estou também a enviar uma equipa de resposta rápida para reforçar a equipa do OCHA no país", afirmou Tom Fletcher.
Portugal envia equipa de 53 pessoas

Portugal reagiu durante a manhã de quinta-feira, exprimindo “profunda solidariedade a todo o povo venezuelano” num país com uma numerosa comunidade portuguesa e luso-descendente. 

“O Governo mostrou disponibilidade para envio de ajuda de emergência e humanitária em coordenação com as autoridades da Venezuela”, lê-se na publicação do Ministério dos Negócios Estrangeiros através do X. O ministro dos Negócios Estrangeiros já anunciou entretanto o envio de 53 pessoas para o terreno.

Também o primeiro-ministro afirmou que o Governo "está a acompanhar a situação de perto e está pronto para enviar ajuda de emergência e humanitária".

"A impressionante força dos sismos que afetaram a Venezuela une-nos a todos em volta de um país a que muitos portugueses chamam casa", escreveu Luís Montenegro, na rede social X.

Ao início da tarde, o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, anunciou que Portugal se prepara para enviar uma equipa de 53 profissionais de emergência médica e salvamento para a Venezuela.

Adiantou que as 53 pessoas em causa têm "experiência nesta área", incluindo-se equipas de polícias com cães farejadores para salvamento, uma Unidade de Emergência e Socorro da GNR com 27 membros, profissionais da Autoridade Nacional de Proteção Civil, dois médicos, dois enfermeiros e dois tripulantes de ambulâncias.
"Estaremos lá para os nossos novos grandes amigos"

Logo às primeiras horas de quinta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Washington iria enviar “imediatamente” equipas de busca e salvamento, bem como “recursos médicos e assistência humanitária”. 

Na rede social X, Marco Rubio acrescentou que os Estados Unidos “estão ao lado do povo venezuelano nestes tempos difíceis”. 

Ainda antes, Donald Trump tinha adiantado na rede Truth Social que os Estados Unidos “estão dispostos e aptos a ajudar”. 

“Os dois grandes sismos que acabaram de atingir o nobre povo da Venezuela são de uma enorme magnitude e deixaram um número devastador de mortos”, acrescentou. O presidente norte-americano adiantou por fim que instruiu “todas as agências do nosso Governo a prepararem-se e a agirem rapidamente. Estaremos lá para os nossos grandes novos amigos”.
Ajuda europeia e chinesa
A União Europeia indicou que está pronta para prestar auxílio após o forte sismo que atingiu a Venezuela. "Estamos prontos para aumentar a nossa assistência", afirmou a Comissária Europeia para as Situações de Crise, Hadja Lahbib, através da rede social X. 

A responsável acrescentou que o sistema europeu de deteção por satélite Copernicus foi ativado para apoiar os esforços de ajuda no terreno.

Espanha anunciou que está preparada para enviar 54 militares da unidade de resposta a emergências do Exército espanhol.

"A capacidade da equipa baseia-se no uso combinado de cães farejadores e de equipamento altamente especializado, como câmaras de busca e geofones", adiantou o Ministério espanhol da Defesa na rede social X. 

A Alemanha já se prontificou a indicar que está disponível para enviar seis aeronaves com equipas de resgate e ajuda humanitária. 

O Ministério alemão da Defesa adianta que poderá disponibilizar “o mais brevemente possível até seis aviões de transporte A400M assim que receber um pedido de assistência”. O envio destes aviões “permitiria, por exemplo, o transporte de pessoal e equipamento" da Defesa Civil alemã para a Venezuela. 

Entretanto, o presidente francês Emmanuel Macron disponibilizou assistência do país, com o envio imediato de 85 socorristas. 

A Suíça anunciou através do Ministério dos Negócios Estrangeiros que vai enviar uma equipa de 80 socorristas e 18 toneladas de equipamento de resgate. 

Também os Países Baixos anunciaram esta quinta-feira o envio de uma equipa de resgate com cães farejadores e equipamento. Foram destinados aproximadamente dois milhões de euros para o evnio desta equipa. 

A China, através do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, fez saber também que está pronta a prestar “toda a assistência possível".
América Latina garante apoio 
Também na América Latina, vários países já se disponibilizaram para ajudar a Venezuela. A Presidente do México, Claudia Sheinbaum, manifestou a sua solidariedade com o povo venezuelano e confirmou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros já está em contacto com Caracas.

"Já instruí a preparação da ajuda necessária. Para já, solicitaram apoio junto de equipas de socorro e médicas especializadas", afirmou Sheinbaum.

No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou a sua "profunda preocupação e consternação" com os sismos e revelou que ordenou uma "avaliação" da situação e "das medidas de assistência que o Brasil pode adotar".

"Reafirmo a nossa determinação em apoiar o Governo da Presidente Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas desta nação irmã, cujo povo demonstrou grande resiliência perante a adversidade", acrescentou.

Também o presidente do Equador, Daniel Noboa, transmitiu a sua "solidariedade" ao "povo irmão da Venezuela" e confirmou que providenciou "o envio imediato de ajuda humanitária para fazer face a esta emergência".

A Presidência da Argentina expressou a sua "mais profunda solidariedade para com o povo venezuelano" e garante que está a acompanhar de perto a evolução da situação, “independentemente de quaisquer diferenças que possam existir entre os nossos governos”. 

“O presidente Javier Milei estende a sua mão de solidariedade ao povo venezuelano perante um desastre natural que exige uma resposta de toda a comunidade internacional", lê-se num comunicado assinado pelo próprio Presidente argentino.

Manifestou ainda “a sua disponibilidade para colaborar com qualquer assistência humanitária que seja necessária, em coordenação com as organizações internacionais competentes".

Há também a resposta de El Salvador, com o presidente Nayib Bukele a indicar que "300 socorristas e paramédicos, juntamente com 50 toneladas de equipamento, medicamentos e mantimentos essenciais, estão prontos para partir para Caracas".

O presidente do Chile, José Antonio Kast, o líder da República Dominicana, Luis Abinader, o presidente do Panamá, José Raúl Mulino e a presidente da Costa Rica, Laura Fernández, juntam-se ao grupo de países solidários e dispostos a enviar apoio imediato para a Veneuzela. 

com Lusa
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População deve ficar longe de edifícios e atenta às recomendações das autoridades

O chefe da Divisão de Sismologia do IPMA explicou à RTP que, em situações destas, as recomendações são de ficar longe de infraestruturas "identificadas como já fragilizadas".


"Tem de haver um trabalho das autoridades no terreno para tentarem identificar quais as infraestruturas terão sido afetadas e não oferecem condições", afirmou Fernando Carrilho. "As pessoas devem ficar no exterior e ficar atentas às recomendações".

Como explica o especialista, "há ainda a probabilidade de ocorrerem réplicas de magnitude mais elevada", o que pode gerar "danos ainda maiores".
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Reunidas condições para um cenário terrível

João Duarte Fonseca, Sismólogo Instituto Superior Técnico, explicou na RTP Notícias que os dois abalos seguidos reuniram "condições para um cenário terrível".

"Estes dois sismos ocorrem numa fronteira entre placas, a zona não é estranha aos sismos", explicou. Segundo João Duarte Fonseca, no século XX foram registados vários sismos com "magnitude superior a seis, nesta zona".

"É uma zona de risco sísmico bastante elevado. Está numa fronteira de placas com características especiais. A placa das Caraíbas que se encontra para norte, move-se para leste e relação à placa sul americana que se encontra para sul".
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"É vital"
RTP /

ONU pede desbloqueio imediato das redes sociais e veículos noticiosos

As autoridades venezuelanas deverão desbloquear "de imediato" o acesso às redes sociais e aos veículos noticiosos após o duplo sismo que atingiu o país, afirmou esta quinta-feira uma missão de direitos humanos da ONU, considerando a medida "vital".

"Nas próximas horas e dias, o acesso à informação será uma questão de vida ou de morte", declarou a Missão de Apuração de Factos da ONU sobre a Venezuela em comunicado, acrescentando estar "profundamente alarmada e entristecida".

"É essencial que um compromisso pleno com os direitos humanos oriente todos os aspetos da resposta nacional e internacional a esta imensa tragédia", afirmou a missão da ONU.

“Como primeiro passo crucial, é vital que a CONATEL (Comissão Nacional de Telecomunicações da Venezuela), o regulador de telecomunicações do país, desbloqueie completamente o acesso às redes sociais e a todos os veículos de comunicação”, afirmou, acrescentando que “não há desculpa para não o fazer de imediato”.
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Exército alemão pronto para enviar seis aeronaves para auxiliar a Venezuela

O exército alemão está pronto para enviar ajuda "rápida" à Venezuela, atingida por um forte sismo duplo, enviando até seis aeronaves com equipas de resgate e ajuda humanitária, anunciou esta quinta-feira o Ministério da Defesa.

A Bundeswehr "pode disponibilizar, o mais rapidamente possível, até seis aviões de transporte A400M assim que for feito um pedido de assistência. Isto permitiria, por exemplo, o transporte de pessoal e equipamento" da Defesa Civil alemã para a Venezuela, afirmou o ministro da Defesa, Boris Pistorius, em comunicado.
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Primeiras horas são importantes para encontrar sobreviventes

O presidente dos Técnicos de Segurança e Proteção Civil explicou à RTP que, em catástrofes como esta, nas primeiras horas há a "tentativa de chegar a todas as zonas colapsadas e conseguir identificar" se há sobreviventes debaixo dos escombros.

"É o que se está a fazer nas primeiras horas. Chegar o máximo de agentes aos locais", afirmou Jorge Silva, que adiantou que, a partir daí, deve começar-se a "retirar manualmente todos os pequenos destroços que possam estar a afetar essas possíveis vítimas e depois retira-las no máximo de segurança possível".

Há ainda operações de desobstrução das vias circulantes, para que as equipas e os meios de resgate possam chegar a todas as zonas que colapsaram.

"Temos um espaço temporal bastante curto, porque passado pouco tempo começa a haver necessidade de água e de alimentação" e ainda as oscilações térmicas a que as pessoas podem estar sujeitas.
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RTP /

Cenário de destruição

Maria José Castro, uma portuguesa que vive na Venezuelana descreve à RTP um cenário de destruição.
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RTP /

Presidente Regional da Madeira manda chefe de gabinete para Caracas

O presidente regional da Madeira revela preocupação com os últimos acontecimentos na Venezuela e diz fala numa situação constrangedora.


Miguel Albuquerque perante esta situação decidiu que vai enviar, segunda-feira, o chefe de gabinete para Caracas para se inteirar da situação.
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RTP /

Não há confirmação de vítimas portuguesas

O secretário de Estado das Comunidades revelou, em declarações à RTP Notícias, que o governo não tem, para já, conhecimento de vítimas entre a comunidade portuguesa residente na Venezuela.
"Os nossos serviços consulares e diplomáticos estão a fazer contactos com o movimento associativo e não há nenhum reporte de vítimas de nacionalidade portuguesa", esclareceu Emídio Sousa.

O governante deixou ainda a garantia que Portugal está a acompanhar todos os portugueses residentes na Venezuela.

A grande prioridade neste momento são as equipas de resgate e salvamento e Portugal está pronto para enviar equipas de ajuda.
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RTP /

"Tem sido uma noite longa"

O correspondente da Lusa em Caracas indicou à RTP que há informação de que estão a caminho da Venezuela "membros de equipas de salvamento de vários países que ofereceram ajuda".

Ainda não há atualizações do estado la Guaira, anteriormente chamado de Vargas, sabe-se apenas que há pelo menos duas dezenas de edifícios que terão sofridos danos substanciais. Surgiu também a indicação de que terá ruído um hotel onde estavam alojadas muitas pessoas.

"Tem sido uma noite longa", afirmou Filipe Gouveia, recordando que ainda é de madrugada na Venezuela.

No bairro de San Bernardino, na capital venezuelana, onde vivem muitos portugueses, há registos de danos.

Sem grandes detalhes ainda sobre as comunidades portuguesas no país, o jornalista adiantou que há pelo menos uma cidadã portuguesa "incontactável" em La Gaira.
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RTP /

"Venezuela não está preparada para sismos desta violência"

Um advogado português residente na capital venezuelana afirmou que o país não “está preparado para sismos desta violência”, e que “quando tem havido são tremores ligeiros”.
Felipe Pereira explica que a comunidade portuguesa está "muito bem organizada" e que o problema está no povo venezuelano que está a sofrer.
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RTP /

Secretário de Estado das Comunidades sem informação de vítimas portuguesas, mas admite que "probabilidade é alta"

Emídio Sousa revela à RTP Antena 1 que não há, para já, relato de vítimas portuguesas, mas admite que, sendo a comunidade nacional numerosa na Venezuela, a probabilidade de haver vítimas é alta.

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RTP /

Hotel onde estava alojada tripulação da TAP ruiu. Um tripulante teve ferimentos ligeiros

Uma tripulação TAP estava alojada num hotel em Caracas, que teve danos durante os sismos que se registaram na Venezuela.

Ricardo Penarróias, do Sindicato Nacional de Pessoal de Voo da Ação Civil, revela que o hotel onde estavam instalados os elementos da TAP ruiu. Apenas um elemento da equipa teve ferimentos ligeiros na saída do hotel. Estão já alojados noutra unidade hoteleira, mas estão apenas com a roupa do corpo e sem documentos. Esperam regressar em breve a Portugal.
 
O secretário de Estado das Comunidades, Emídio Sousa, confirma a situação. Duas equipas da TAP estavam em Caracas durante os terramotos, uma delas no aeroporto da capital. Um dos tripulantes portugueses sofreu ferimentos ligeiros, confirmou à antena 1 o secretário de Estado das comunidades portuguesas, Emídio Sousa.
Estão também na capital venezuelana duas equipas da Hi Fly - uma companhia aérea privada, a terceira maior em Portugal e também eles foram afetados pelos terramotos.

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RTP /

Dirigentes da oposição apelam à ajuda internacional

Os dirigentes da oposição venezuelana Maria Corina Machado e Edmundo González pediram hoje apoio à comunidade internacional.

Numa mensagem difundida através das redes sociais, Corina Machado, que vive no exílio, apelou à solidariedade e à mobilização da comunidade internacional.

Na mesma mensagem, a dirigente da oposição e Prémio Nobel da Paz transmitiu "força e fé"" aos "milhares de venezuelanos que estão nas ruas de Caracas, Vargas, Aragua, Carabobo, Yaracuy e Lara", entre outros estados da Venezuela.

Corona Machado pediu ainda à população para se manter "muito atenta" às redes sociais para que a "comunidade internacional" saiba como canalizar o apoio da forma mais eficaz".

Edmundo González - andidato na eleição presidencial de 2024 -disse que, neste momento, há "pouca informação sobre as consequências dos sismos" mas que a Venezuela vai precisar de apoio internacional.

Para o dirigente da oposição, o país vai precisar de ajuda porque, disse, o próprio Estado venezuelano abandonou a população.

González criticou a falta de informação por parte das autoridades.

"O que se sabe vem graças aos jornalistas que estão no local, usando os próprios telefones e dados móveis, impulsionados pela determinação de relatar o que estão a ver", disse.
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RTP /

"Em 50 anos de Venezuela nunca me tinha passado algo assim"

Alvarinho Moreira, empresário português na Venezuela e presidente da casa do Futebol Clube do Porto de Caracas, diz que nestes 50 anos que vive neste território nunca tinha passado por tal situação.

Relata que as replicas continuam e as milhares de pessoas, que vivem em Caracas, invadem as ruas da cidade.
Alvarinho Moreira relata que sempre que surgem novas replicas surge um barulho ensurdecedor.  


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RTP /

Líderes latino-americanos oferecem ajuda à Venezuela

Líderes de vários países da América Latina anunciaram hoje disponibilidade para enviar ajuda humanitária para a Venezuela.

A Presidente do México, Claudia Sheinbaum, manifestou a sua "solidariedade com o povo da Venezuela" e confirmou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros já está em contacto com Caracas.

"Já instruí a preparação da ajuda necessária. Para já, solicitaram apoio junto de equipas de socorro e médicas especializadas", afirmou Sheinbaum, antes de sublinhar que "o México está sempre e estará sempre solidário".

O Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou a sua "profunda preocupação e consternação" com os sismos e revelou que ordenou uma "avaliação" da situação e "das medidas de assistência que o Brasil pode adotar".

"Reafirmo a nossa determinação em apoiar o Governo da Presidente Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas desta nação irmã, cujo povo demonstrou grande resiliência perante a adversidade", enfatizou Lula da Silva.

Da mesma forma, o Presidente equatoriano, Daniel Noboa, transmitiu a sua "solidariedade" ao "povo irmão da Venezuela" e confirmou que providenciou "o envio imediato de ajuda humanitária para fazer face a esta emergência".

"O Equador responderá com a rapidez e o empenho que este momento exige porque, apesar das enormes diferenças, a humanidade deve sempre orientar as ações de um líder", destacou Noboa nas redes sociais.

A Presidência da Argentina expressou a sua "mais profunda solidariedade para com o povo venezuelano" após os sismos.

"A Argentina está a acompanhar de perto a evolução da situação e manifesta a sua disponibilidade para colaborar com qualquer assistência humanitária que seja necessária, em coordenação com as organizações internacionais competentes", referiu o Governo argentino.

"Independentemente de quaisquer diferenças que possam existir entre os nossos governos, o Presidente Javier Milei estende a sua mão de solidariedade ao povo venezuelano perante um desastre natural que exige uma resposta de toda a comunidade internacional", afirmou num comunicado assinado pelo próprio Presidente argentino.

Por sua vez, o Presidente de El Salvador, Nayib Bukele, indicou que as autoridades ofereceram ajuda à Venezuela e sublinhou que "300 socorristas e paramédicos, juntamente com 50 toneladas de equipamento, medicamentos e mantimentos essenciais, estão prontos para partir para Caracas".

O Presidente do Chile, José Antonio Kast, também se juntou ao grupo, manifestando o seu apoio e demonstrando a sua solidariedade para com o povo venezuelano.

"Estamos à disposição do vosso governo para coordenar a entrega de ajuda humanitária e colaborar com as equipas de resgate para lidar com a emergência do sismo. O Chile e a Venezuela estão unidos no enfrentamento desta tragédia", enfatizou Kast.

Da mesma forma, o Presidente da República Dominicana, Luis Abinader, confirmou ter conversado com a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, para expressar a sua "mais profunda solidariedade face à tragédia provocada pelo devastador terramoto".

"(...) Equipas especializadas de busca, salvamento e resposta a emergências das nossas Forças Armadas partirão para a Venezuela para apoiar os esforços que estão a ser realizados pelas autoridades venezuelanas", disse. "Os nossos pensamentos estão com as famílias das vítimas, os feridos e todo o povo venezuelano nestes momentos difíceis", acrescentou Abinader.

Já o Presidente do Panamá, José Raúl Mulino, transmitiu a sua "maior solidariedade e apoio" à Venezuela "pelo terramoto e pelas suas consequências".

"O Panamá, mais uma vez, oferece a sua ajuda humanitária às nossas nações irmãs", afirmou numa breve mensagem nas redes sociais.

A Presidente da Costa Rica, Laura Fernández, realçou que o país centro-americano "abraça o povo venezuelano de todo o coração nestas horas de luto após os sismos que abalaram o país".

"A nossa solidariedade está com todas as famílias afetadas e com aqueles que estão hoje a trabalhar para salvar vidas e reconstruir a esperança. Não estão sozinhos", concluiu Fernández.
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RTP /

Consulados portugueses disponibilizam números telefónicos para emergências

Os consulados-gerais de Portugal nas cidades venezuelanas de Caracas e Valência, disponibilizaram números telefónicos para que os portugueses informem sobre situações de emergência.

"O consulado-geral de Portugal em Caracas está a acompanhar a situação e atento a qualquer emergência", explica um aviso divulgado nas redes sociais das reapresentações portuguesas.

Os contactos para comunicar situações urgentes são o número +58 414-466.53.50 e o e-mail cgcaracas@mnet.pt para a região de Caracas e o número +58 412-040.55.65 e o correio eletrónico valencia@mne.pt para a área de Valência.
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RTP /

Maduro envia mensagem de solidariedade ao povo venezuelano

O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, enviou hoje uma mensagem de solidariedade ao povo venezuelano a pedir "unidade nacional, serenidade e amor" neste "momento difícil", numa mensagem publicada nas redes sociais.
Apesar de estar detido nos Estados Unidos desde a sua captura em 3 de janeiro, durante uma operação militar norte-americana, Maduro enfatizou a importância de "ajudar, proteger, partilhar, reconstruir e recomeçar".

"Amado povo da Venezuela: Perante o poderoso terramoto que atingiu a nossa pátria, Cilia (Flores) e eu elevamos as nossas orações por cada família afetada, pelos feridos, por aqueles que estão a sofrer e por todo o nosso povo", disse Maduro, referindo-se à sua mulher, que também está presa nos Estados Unidos.

"Hoje, só há uma palavra: máxima união, máxima solidariedade e máxima ação. Que ninguém fique sozinho, que cada comunidade cuide das suas crianças, dos seus avós, dos seus doentes, e que todos apoiemos o trabalho das equipas de socorro", afirmou Maduro, que esteve à frente da Venezuela de 2013 até 2026, quando foi levado do país por tropas especiais norte-americanas.

"A Venezuela enfrentou grandes provações e sairemos desta também mais fortes, com fé, disciplina e solidariedade. Os nossos corações e as nossas orações estão convosco. Que Deus abençoe e proteja a Venezuela!", concluiu o Presidente venezuelano.
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RTP /

Situação é de "angústia e desespero"

Alva Ferreira, uma portuguesa residente em Caracas, explicou à RTP que a internet está com problemas e que a população está a viver momentos de "angústia e desespero".
Segundo Alva Ferreira ainda há pessoas presas nos escombros e que algumas zonas dos arredores da capital venezuelana estão sem comunicações.
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Momento-Chave
Lusa / Adicionar como fonte informativa

Serviço Geológico dos EUA estima milhares de vítimas

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) estima, com base em modelos informáticos, entre 10 mil e 100 mil mortes na sequência dos sismos ocorridos na quarta-feira na Venezuela.

Maxwell Briceno - Reuters

Os dois sismos que atingiram quarta-feira a Venezuela registaram magnitudes de 7,2 e de 7,5, respetivamente.

O USGS, que monitoriza a atividade sísmica em todo o mundo, calculou uma probabilidade de 42% de que o número de mortos se situe entre as 10 mil e as 100 mil vítimas mortais; a possibilidade de 33% de entre mil e 10 mil mortes e uma hipótese que indica 17% de mais de 100 mil mortes.

A contagem oficial de vítimas é até ao momento de 32 mortos e mais de 700 feridos, segundo a presidente em exercício da Venezuela, Delcy Rodríguez.

Para realizar as estimativas, o USGS tem em conta variáveis como a densidade populacional local e as características dos edifícios.

"Em geral, a população desta região vive em edifícios vulneráveis a sismos, embora também existam estruturas resistentes a sismos. Os tipos mais comuns de edifícios vulneráveis são estruturas de tijolo, alvenaria não reforçada e de blocos de adobe", destacou a agência.

O USGS estimou ainda as perdas económicas resultantes dos sismos, calculando --- com base nos dados atuais --- que podem variar entre 1% a 7% do Produto Interno Bruto (PIB) da Venezuela.

Segundo Delcy Rodríguez, a zona costeira de La Guaira, localizada no norte do país, vizinho de Caracas, foi a mais atingida, com dezenas de edifícios afetados.

"Podemos dizer que o estado de La Guaira enfrenta uma verdadeira tragédia e tornou-se uma zona de catástrofe", enfatizou a Presidente em exercício da Venezuela.

 

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RTP /

Von der Leyen manifesta solidariedade da UE

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manifestou hoje solidariedade da União Europeia (UE) com a Venezuela.

"Manifestamos a nossa solidariedade para com todos os venezuelanos na sequência dos devastadores terramotos da noite passada", escreveu a líder do executivo comunitário, numa publicação na rede social X.

"Os meus pensamentos vão especialmente para as vítimas e os seus familiares. Estamos convosco", adiantou Ursula von der Leyen.
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RTP /

Portuguesa residente em Caracas fala num "susto muito grande"

Maria da Luz Maciela, uma portuguesa a viver em Caracas, descreve o momento do tremor de terra como "um susto muito grande".

A imigrante portuguesa relata que aquando do abalo tudo caiu para o chão, inclusive o esquentador. Apesar dos estragos explica que estão todos bem de saúde e isso é o mais importante.
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RTP /

Estados Unidos já estão a enviar equipas de busca e salvamento

O anúncio foi feito pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, na rede social x. Foi ainda anunciado o envio de ajuda humanitária para a Venezuela. Os Estados Unidos voltaram a reforçar que estão do lado do povo venezuelano.
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RTP /

Situação está crítica

Eduardo Abreu, um português residente em Caracas, descreveu à RTP Notícias que se está a viver uma "situação crítica" e que a população está nas ruas.
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RTP /

Secretário-geral do PS expressa solidariedade com as vítimas

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, manifestou hoje profundo pesar pelas vítimas dos dois sismos registados na Venezuela e expressou solidariedade com todas as pessoas afetadas.

"Manifesto o meu profundo pesar pelas vítimas dos sismos que se fizeram sentir na Venezuela e expressamos a nossa solidariedade para com todas as pessoas afetadas por esta tragédia", disse o líder socialista numa mensagem enviada à agência Lusa.

O secretário-geral do PS dirigiu uma "palavra especial de solidariedade à comunidade portuguesa residente no país, a quem deve ser garantida todo o apoio necessário".

José Luís Carneiro, que já foi secretário de Estado das Comunidades e esteve recentemente no país, transmitiu também as condolências às famílias das vítimas, desejando uma rápida recuperação aos feridos.
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RTP /

Presidente francês revela solidariedade com o povo venezuelano

“Os meus pensamentos e apoio ao povo venezuelano após o terramoto que atingiu o país. Dirijo toda a minha solidariedade às vítimas, aos seus familiares e a todos os que se encontram mobilizados no local”, escreveu Macron na rede social X.
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Momento-Chave
RTP /

Testemunhas falam em momentos de pânico

No Município de Chacao dezenas de pessoas foram retiradas de um centro comercial e dizem ter vivido momentos de pânico.
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Lusa / Adicionar como fonte informativa

Itália vai pedir à UE ativação de mecanismo de ajuda à Venezuela

O Governo de Itália anunciou que que vai pedir à União Europeia a ativação do Mecanismo de Proteção Civil para coordenar e financiar os esforços de resposta a emergências na Venezuela, após dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5.

O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, disse através de uma mensagem nas redes sociais que está a acompanhar de perto a situação após os violentos terramotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.

O chefe da diplomacia do Governo de Roma frisou que, embora a avaliação dos danos e das vítimas causados pelo sismo ainda esteja em curso, a Itália está pronta para prestar apoio e que vai pedir à União Europeia a ativação do Mecanismo de Proteção Civil.

A presidente interina da Venezuela informou que pelo menos 32 pessoas perderam a vida e mais de 700 ficaram feridas na sequência de dois sismos --- de magnitudes 7,2 e 7,5 --- que atingiram a região das Caraíbas do país, causando danos materiais que ainda não foram quantificados.

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RTP /

Portugueses na Venezuela temem novas réplicas

A Polícia deu a indicação para que as pessoas fiquem dentro de casa, já que pode haver mais réplicas, depois do país ter sofrido dois fortes sismos, os mais fortes dos últimos 100 anos.

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RTP /

Presidente da República está a acompanhar a situação na Venezuela

Na página da Presidência, António José Seguro manifestou profunda consternação e diz acompanhar, com preocupação, os desenvolvimentos da situação. Seguro dirige ao povo venezuelano e aos portugueses que vivem na Venezuela. Uma mensagem de solidariedade e esperança.
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RTP /

Conselheiro das comunidades portuguesas em Caracas descreve momentos de pânico

Houve dois grandes terramotos na Venezuela. Os maiores no país nos últimos 100 anos e poderá haver milhares de mortos.

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Momento-Chave
RTP /

Ministro do Interior da Venezuela relata situação alarmante

O ministro fala de prédios destruídos e garante que as autoridades estão a colocar no terreno todos os meios de salvamento.

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Momento-Chave
RTP /

Não há indicação de portugueses entre as vítimas

O secretário de Estado das Comunidades está a acompanhar a situação. Emídio Sousa disse à Antena 1 que para já não há indicações de qualquer português entre as vitimas Ressalva, no entanto, que a informação ainda é muito pouca. O governo está a acompanhar a situação em permanência.
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Lusa / Adicionar como fonte informativa

EUA prometem enviar equipas de busca e ajuda médica e humanitária para Venezuela

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que Washington irá "enviar imediatamente equipas de busca e salvamento, recursos médicos e assistência humanitária para a Venezuela", onde dois sismos já causaram 32 mortos.

Numa mensagem publicada na rede social Facebook, o secretário de Estado norte-americano acrescentou que "os Estados Unidos estão ao lado do povo venezuelano nestes tempos difíceis".

A garantia de Marco Rubio surgiu horas depois do Presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado que o país estava pronto para enviar ajuda à Venezuela, acrescentando que os primeiros relatos sobre as consequências "não são bons".

"Os dois grandes sismos que acabaram de atingir o nobre povo da Venezuela são de uma enorme magnitude e deixaram um número devastador de mortos. Os Estados Unidos estão prontos, dispostos e aptos a ajudar!", disse Trump, numa mensagem na rede social que detém, a Truth Social.

"Instruí todas as agências do nosso Governo a prepararem-se e a agirem rapidamente. Estaremos lá para os nossos grandes novos amigos. Os primeiros relatos não são bons!", concluiu Trump.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que os dois sismos que atingiram a região central do país causaram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.

"Neste momento, temos relatos de 32 mortes, sem incluir os números que o estado de La Guaira possa fornecer, e mais de 700 feridos que estamos a receber nas urgências dos hospitais públicos e centros de saúde privados", declarou Rodríguez, numa declaração transmitida pela emissora estatal Venezolana de Televisión.

A chefe de Estado disse que La Guaira terá sido a região mais afetada e declarou o estado, situado no norte do país sul-americano, perto da capital, como uma "zona de desastre".

Rodríguez admitiu que são esperadas mais vítimas mortais, à medida que decorrem os esforços de resgate e salvamento, após os sismos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter, na quarta-feira, com apenas 39 segundos de intervalo.

A presidente expressou gratidão aos Brasil, Estados Unidos, Panamá, Qatar, Cuba, Nicarágua, Turquia, Jordânia, Barbados, Curaçau, Colômbia, Reino Unido e México, que "contactaram a Venezuela para oferecer solidariedade e apoio".

Rodríguez agradeceu ainda à ONU e a organizações financeiras multilaterais, sem especificar quais, que "já contactaram o Governo venezuelano através de vários canais para expressar a sua solidariedade".

Nas últimas horas, a Bolívia, El Salvador, Peru e Chile também manifestaram a solidariedade.

O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou "preocupação e consternação" com os efeitos dos sismos e garantiu que está a avaliar medidas para apoiar a nação caribeana.

Lula disse que instruiu o Ministério das Relações Exteriores, juntamente com a embaixada brasileira em Caracas, para avaliar a situação na Venezuela.

 

 

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Lusa / Adicionar como fonte informativa

Lula oferece apoio à Venezuela após sismos e avalia medidas de assistência

O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva manifestou "preocupação e consternação" com os efeitos dos sismos que atingiram a Venezuela e garantiu que está a avaliar medidas para apoiar a nação caribeana.

Andre Borges - EPA

Numa mensagem publicada nas redes sociais na quarta-feira, Lula informou que instruiu o Ministério das Relações Exteriores, juntamente com a embaixada brasileira em Caracas, para avaliar a situação na Venezuela e as possíveis ações de ajuda que o Brasil poderia tomar.

O chefe de Estado reafirmou ainda a disponibilidade do país para apoiar o governo da presidente interina venezuelana Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas.

A reação do presidente brasileiro surgiu depois de Delcy Rodríguez ter declarado o estado de emergência, após dois sismos de magnitude 7,5 e 7,2 terem atingido a região central do país, causando danos materiais que ainda estão a ser avaliados.

Rodríguez anunciou, na quarta-feira, o encerramento do Aeroporto Internacional de Maiquetía, que serve Caracas, e cancelou as aulas em todo o país durante vários dias.

Num discurso televisivo, Rodríguez disse que o aeroporto, que tem ligações a Portugal, operadas pela companhia de bandeira portuguesa TAP, tinha sofrido "graves danos nas infraestruturas" e acrescentou que os serviços de metro e de comboio também foram suspensos.

A presidente cancelou ainda todas as atividades que não sejam "serviços essenciais" e indicou que houve interrupções nos serviços de eletricidade e água e, nos edifícios danificados, o fornecimento de gás natural foi cortado.

"Pedimos à nossa população que mantenha a calma", disse a chefe de Estado. "Pedimos à união", acrescentou.

A presidente expressou gratidão aos Brasil, Estados Unidos, Panamá, Qatar, Cuba, Nicarágua, Turquia, Jordânia, Barbados, Curaçau, Colômbia, Reino Unido e México, que "contactaram a Venezuela para oferecer solidariedade e apoio".

Rodríguez agradeceu ainda à ONU e a organizações financeiras multilaterais, sem especificar quais, que "já contactaram o Governo venezuelano através de vários canais para expressar a sua solidariedade".

Nas últimas horas, a Bolívia, El Salvador, Peru e Chile também manifestaram a solidariedade.

Até ao momento, não há registo oficial de feridos ou mortos, apesar da Venezuela já ter registado 20 réplicas.

No estado de Falcón (noroeste), o governador Victor Clark disse que 32 pessoas foram hospitalizadas e, mais de quatro horas após o terramoto, ainda havia 15 pessoas presas nos escombros.

O autarca de Chacao, na região metropolitana de Caracas, Gustavo Duque, reportou possíveis mortes no município.

Edifícios em Manaus, Belém e Macapá, na Amazónia brasileira, foram evacuadas, segundo informações da emissora TV Globo.

Os tremores foram também sentidos nas regiões das Caraíbas e do nordeste da Colômbia, mas não houve registo de danos ou feridos.

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Lusa / Adicionar como fonte informativa

Venezuela. Sismos causaram 32 mortos e 700 feridos

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que os dois sismos que atingiram a região central do país causaram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.

Gaby Oraa - Reuters

"Neste momento, temos relatos de 32 mortes, sem incluir os números que o estado de La Guaira possa fornecer, e mais de 700 feridos que estamos a receber nas urgências dos hospitais públicos e centros de saúde privados", declarou Rodríguez, numa declaração transmitida pela emissora estatal Venezolana de Televisión.

A chefe de Estado disse que La Guaira terá sido a região mais afetada e declarou o estado, situado no norte do país sul-americano, perto da capital, como uma "zona de desastre".

Rodríguez admitiu que são esperadas mais vítimas mortais, à medida que decorrem os esforços de resgate e salvamento, após os sismos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter, na quarta-feira, com apenas 39 segundos de intervalo.

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Lusa / Adicionar como fonte informativa

Corrida contra o tempo para salvar pessoas afetadas por duplo sismo na Venezuela

Centenas de funcionários de equipas de salvamento, agentes da polícia e unidades caninas estão a realizar trabalhos de busca e resgate de pessoas afetadas pelos dois sismos que afetaram a Venezuela.

Juan Barreto - AFP

Segundo as autoridades locais os sismos de quarta-feira provocaram o colapso total de pelo menos cinco edifícios em Caracas, quatro deles no leste, e outro nas proximidades do centro da capital.

Em Chacao, no leste de Caracas, um município onde reside um importante número de portugueses, o presidente da Câmara Municipal, Gustavo Duque, confirmou aos jornalistas que "quatro edifícios ruíram e outros seis apresentam danos consideráveis nas estruturas" nas urbanizações de Los Palos Grandes, Altamira e Bello Campo.

"Temos mais de 500 funcionários a realizar os trabalhos de resgate nas quatro estruturas que ruíram neste município", disse Iván Duque precisando que ruíram os edifícios Petúnia, Don Pepe, Altamira Village Hotel & Suite e um outro localizado em Bello Campo.

Segundo Iván Duque, "de momento foram resgatadas, com vida, 18 pessoas".

Em vários setores do município, por questões de segurança foi restringido o acesso aos jornalistas e a residentes, em particular nas proximidades de edifícios com danos nas estruturas.

Por outro lado, ruiu o edifício Marován em San Bernardino, no centro de Caracas, localidade onde vários imóveis teriam sofrido danos importantes.

Ainda em Caracas, em Las Delícias, caiu parte da cerâmica das paredes de La Rosita, uma conhecida padaria portuguesa. Mesmo em frente, caíram as paredes de um apartamento, deixando visível o seu interior, num edifício em que uma grande greta levanta questionamentos sobre a segurança dos residentes.

Na quarta-feira, as autoridades venezuelanas registaram dois sismos de magnitude 7,1 e 7,5 graus na escala de Richter, com apenas 39 segundos de intervalo, levando milhares de pessoas para as ruas da cidade de Caracas, a capital do país, onde várias zonas ficaram às escuras, caiu o sinal de Internet, as ligações telefónicas ficaram difíceis, e a operadora de telefonia celular Movistar ficou temporariamente sem serviço.

Sem avançar com dados sobre vítimas dos sismos, numa mensagem televisiva ao país a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou o estado de emergência nacional e pediu aos médicos, enfermeiras e trabalhadores da área de saúde que acudam aos seus sítios de trabalho para atender emergências.

Por outro lado, anunciou o encerramento do Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, o principal do país, que serve a capital, devido a "graves danos na sua infraestrutura" e suspendeu as aulas nas escolas do país.

Os sismos que foram sentidos em todos os estados da Venezuela, em particular no Distrito Capital, La Guaira, Miranda, Falcón, Arágua, Carabobo, Mérida e Nova Esparta.

Entretanto, várias regiões de Caracas, já recuperaram o abastecimento elétrico, o serviço de Internet e as comunicações telefónicas, sendo visível nas ruas um inusitado número de viaturas que a população tirou dos estacionamentos.

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Momento-Chave
Lusa / Adicionar como fonte informativa

Presidente da Venezuela declara estado de emergência após sismos

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou o estado de emergência, depois de dois sismos de magnitude 7,5 e 7,2 terem atingido a região central do país, causando danos materiais que ainda estão a ser avaliados.

Juan Barreto - AFP

Delcy Rodríguez anunciou, também na quarta-feira, o encerramento do Aeroporto Internacional de Maiquetía, que serve Caracas, e cancelou as aulas em todo o país durante vários dias.

Num discurso televisivo, Rodríguez disse que o aeroporto, que tem ligações a Portugal, operadas pela companhia de bandeira portuguesa TAP, tinha sofrido "graves danos nas infraestruturas" e acrescentou que os serviços de metro e de comboio também foram suspensos.

A presidente cancelou ainda todas as atividades que não sejam "serviços essenciais" e indicou que houve interrupções nos serviços de eletricidade e água e, nos edifícios danificados, o fornecimento de gás natural foi cortado.

"Pedimos à nossa população que mantenha a calma", disse a chefe de Estado. "Pedimos à união", acrescentou.

Rodríguez pediu ainda a todos os profissionais de saúde do país que se apresentassem nos hospitais para assistir qualquer pessoa ferida.

Até ao momento, não há registo oficial de feridos ou mortos, apesar da Venezuela já ter registado 20 réplicas.

No estado de Falcón (noroeste), o governador Victor Clark disse que 32 pessoas foram hospitalizadas e, mais de quatro horas após o terramoto, ainda havia 15 pessoas presas nos escombros.

O autarca de Chacao, na região metropolitana de Caracas, Gustavo Duque, reportou possíveis mortes no município.

"Infelizmente, até à data, sim, mas estamos focados em tentar resgatar o máximo de moradores possível com vida", disse o autarca aos jornalistas. no meio dos esforços de resgate dos moradores de dois prédios que ruíram em frente à Praça Altamira.

Duque, que descreveu a situação como "muito difícil" no município, considerado uma zona sísmica, explicou que estão a concentrar esforços nas "operações de busca e salvamento" na zona, onde confirmou o resgate de 16 pessoas.

"Como podem ver, existem ambulâncias em tempo real no local. Atualmente, temos mais de 150 funcionários municipais. Estamos a solicitar o apoio de outras agências nacionais, como já foi feito, porque a situação aqui continua a ser crítica", afirmou.

O responsável pediu aos moradores da zona, sobretudo aos do bairro de Los Palos Grandes, que se dirigissem às praças da cidade para aguardar o fim do desabamento, se hidratarem ou utilizarem as casas de banho.

Duque confirmou que, além das duas estruturas que ruíram por completo, várias outras sofreram danos graves.

A falta de sinal de telemóvel em partes da Venezuela agravou o sofrimento de muitas famílias, sobretudo entre os mais de 7,7 milhões de pessoas que emigraram.

Edifícios em Manaus, Belém e Macapá, na Amazónia brasileira, foram evacuadas, segundo informações da emissora TV Globo.

Os tremores foram também sentidos nas regiões das Caraíbas e do nordeste da Colômbia, mas não houve registo de danos ou feridos.

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EUA cancelam alerta de tsunami para Caraíbas após duplo sismo na Venezuela

O Sistema de Alerta de Tsunamis dos Estados Unidos cancelou o alerta para Porto Rico e as Ilhas Virgens, após um duplo sismo, um dos quais de magnitude 7,5, que atingiu a Venezuela.

Foto: NOAA - National Oceanic and Atmospheric Administration

O alerta de tsunami para o mar das Caraíbas tinha sido emitido às 18:40 de quarta-feira (23:40 em Lisboa), após a Venezuela ter sido atingido por dois abalos com apenas 39 segundos de intervalo.

Os sismo causaram danos significativos em Caracas, onde edifícios ruíram e outros sofreram vários tipos de danos materiais.

De acordo com o meio de comunicação social `eldiario`, informações preliminares indicam múltiplos feridos em Guatire, no Estado de Miranda.

As autoridades especificaram que o primeiro tremor, inicialmente reportado com magnitude 7,2, foi reclassificado como um precursor do sismo de magnitude 7,5, após análise dos registos sísmicos.

O Centro Nacional de Alerta de Tsunamis dos EUA explicou que formaram um "duplo sísmico", um fenómeno em que ocorrem dois grandes abalos com poucos segundos de diferença na mesma área.

O relatório do Serviço Geológico dos Estados Unidos detalha que o primeiro tremor ocorreu a aproximadamente 24 quilómetros da cidade de San Felipe, no estado de Yaracuy, a uma profundidade de 21,9 quilómetros.

Foi ainda reportado um segundo tremor de magnitude 7,5, que ocorreu perto da cidade de Yumare, também em Yaracuy.

Também começaram a ser divulgados vídeos dos estragos que começaram a circular nas redes sociais.

Na Praça Altamira, na zona leste da capital, dois edifícios ruíram. Agentes da Proteção Civil e da polícia municipal, juntamente com moradores locais, estavam a vasculhar os escombros em busca de possíveis vítimas.

Altamira apresentava "situações alarmantes", com casas e edifícios desabados, afirmou o ministro do Interior venezuelano, sugerindo que pessoas ficaram feridas no sismo e pedindo aos condutores que dessem passagem a ambulâncias e outros veículos de emergência.

Diosdado Cabello disse que o sismo pôde ser sentido em vários estados.

"Entendemos que algumas pessoas podem estar desesperadas, mas estamos a agir de acordo com os protocolos para ativar os esforços de ajuda e resgate para auxiliar aqueles que mais precisam", disse Cabello, na televisão estatal.

"Tenham muito cuidado com as crianças e os idosos; telefonem uns aos outros e verifiquem se ninguém ficou ferido", acrescentou.

O ministro pediu também às pessoas que permanecessem fora de casa, pois novos tremores poderiam danificar ainda mais algumas estruturas.

A magnitude do sismo foi sentida na Colômbia, na capital Bogotá, a cerca de mil quilómetros de distância em linha reta.

O último sismo semelhante a atingir a Venezuela foi em 2018, um tremor de magnitude 7,3 no estado de Sucre que afetou pelo menos dez países da região, incluindo o Brasil, a Guiana e várias ilhas das Caraíbas.

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