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Sistema de inteligência artificial da Google consegue aprender sem ajuda humana
A empresa DeepMind Technologies Limited, adquirida pela Google em 2014, anunciou recentemente que o seu sistema de inteligência artificial pode aprender sozinho, estando completamente independente de contribuição humana. A nova tecnologia utiliza informações que já possui para adquirir novos conhecimentos.
A DeepMind utilizou uma rede neural artificial – modelo computacional inspirado no sistema nervoso de um animal – de modo a unir a inteligência artificial com os dados já armazenados em computadores convencionais.
Esta rede neural pode ser comparada ao cérebro humano, uma vez que utiliza uma sequência de informações interligadas de modo a estimular sítios específicos com o objetivo de completar uma tarefa.
O inovador sistema de inteligência artificial irá, assim, otimizar esses elos de ligação de forma a conseguir encontrar a solução mais rápida possível para alcançar o resultado desejado.
Cada nova informação encontrada passará a fazer parte da memória do sistema e contribuirá para encontrar futuros resultados de forma ainda mais eficaz.
Alexander Graves e Greg Wayne, investigadores da DeepMind, utilizaram o blogue oficial da empresa para fornecer alguns exemplos práticos.
Esta inovação tecnológica permitiu já ao sistema vencer um humano num jogo intitulado “Go”, que possui um infinito número de combinações e milhões de movimentos possíveis.
O sistema poderia utilizar o mapa das linhas de metro londrinas para imediatamente descobrir qual o melhor caminho a percorrer, procurando ainda rotas adicionais e fornecendo informações sobre eventuais problemas na rede de transportes públicos.
Ou poderia, por exemplo, utilizar dados de uma árvore genealógica para encontrar novos membros dessa família.
Para resolver ambas as situações, o DeepMind recorreria apenas à sua memória interna, não necessitando de programação nem de informações externas adicionais.
Este é um grande avanço no campo da inteligência artificial e irá possibilitar à DeepMind fazer futuras descobertas que poderão ir da previsão meteorológica até às áreas da medicina ou economia.
Esta rede neural pode ser comparada ao cérebro humano, uma vez que utiliza uma sequência de informações interligadas de modo a estimular sítios específicos com o objetivo de completar uma tarefa.
O inovador sistema de inteligência artificial irá, assim, otimizar esses elos de ligação de forma a conseguir encontrar a solução mais rápida possível para alcançar o resultado desejado.
Cada nova informação encontrada passará a fazer parte da memória do sistema e contribuirá para encontrar futuros resultados de forma ainda mais eficaz.
Alexander Graves e Greg Wayne, investigadores da DeepMind, utilizaram o blogue oficial da empresa para fornecer alguns exemplos práticos.
Esta inovação tecnológica permitiu já ao sistema vencer um humano num jogo intitulado “Go”, que possui um infinito número de combinações e milhões de movimentos possíveis.
O sistema poderia utilizar o mapa das linhas de metro londrinas para imediatamente descobrir qual o melhor caminho a percorrer, procurando ainda rotas adicionais e fornecendo informações sobre eventuais problemas na rede de transportes públicos.
Ou poderia, por exemplo, utilizar dados de uma árvore genealógica para encontrar novos membros dessa família.
Para resolver ambas as situações, o DeepMind recorreria apenas à sua memória interna, não necessitando de programação nem de informações externas adicionais.
Este é um grande avanço no campo da inteligência artificial e irá possibilitar à DeepMind fazer futuras descobertas que poderão ir da previsão meteorológica até às áreas da medicina ou economia.
Read our blog to see how DNCs use memory to solve puzzles & navigate the London Underground: https://t.co/lY84gkuQ32 #DNCpaper pic.twitter.com/CukYaXyDOJ
— DeepMind (@DeepMindAI) 12 de outubro de 2016