Mundo
Guerra no Médio Oriente
"Situação sem precedentes". Presidente Seguro critica acção israelita contra patriarca de Jerusalém
Dizendo que "tomou conhecimento, com profunda preocupação, do impedimento imposto pelas autoridades israelitas ao Patriarca Latino de Jerusalém, cardeal Pierbattista Pizzaballa, de celebrar a missa de Domingo de Ramos no Santo Sepulcro", o presidente assinala tratar-se de uma "situação sem precedentes em séculos recentes".
António José Seguro deixou no site da Presidência uma nota de condenação à acção israelita contra o patriarca Latino de Jerusalém, cardeal Pierbattista Pizzaballa.
"Trata-se de um facto que atinge a comunidade cristã local e também o princípio universal da liberdade religiosa, pilar essencial das sociedades democráticas e consagrado no direito internacional. A livre prática do culto, em particular em locais de significado histórico e espiritual ímpar, deve ser assegurada e respeitada por todas as autoridades, em qualquer circunstância", pode ler-se no site da Presidência.
Nesse sentido, "o Presidente da República manifesta a sua firme reprovação por este impedimento, que considera injustificado e contrário aos compromissos internacionais de proteção da liberdade religiosa" e acrescenta estar a "acompanhar com atenção a situação em Jerusalém".
"Trata-se de um facto que atinge a comunidade cristã local e também o princípio universal da liberdade religiosa, pilar essencial das sociedades democráticas e consagrado no direito internacional. A livre prática do culto, em particular em locais de significado histórico e espiritual ímpar, deve ser assegurada e respeitada por todas as autoridades, em qualquer circunstância", pode ler-se no site da Presidência.
Nesse sentido, "o Presidente da República manifesta a sua firme reprovação por este impedimento, que considera injustificado e contrário aos compromissos internacionais de proteção da liberdade religiosa" e acrescenta estar a "acompanhar com atenção a situação em Jerusalém".
O presidente "apela ao respeito integral pelos direitos das comunidades religiosas, bem como à preservação do acesso livre e seguro aos lugares santos, que pertencem ao património espiritual da humanidade".