Mundo
Socialistas espanhóis divididos escolhem novo líder
Os militantes do PSOE escolhem hoje o seu secretário-geral, esperando que o novo líder possa resolver a maior crise política de sempre do partido.
Os socialistas espanhóis votam em eleições "primárias", quase oito meses depois de terem afastado o seu último líder, Pedro Sánchez, que agora volta a candidatar-se, e quatro semanas antes do 39.º Congresso do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), que decorre entre 16 e 18 de junho.
Pedro Sánchez, que defende para Espanha uma solução de esquerda como a alcançada pelo PS em Portugal, tem como principal adversária Susana Díaz, que é apoiada pelos "históricos", pelo "aparelho" e pela maioria dos líderes regionais do PSOE.
Entre os dois está Patxi López, que se apresenta como o denominador comum e o ponto de equilíbrio num partido muito dividido, mas que parece ter poucas possibilidades de vir a liderar o PSOE, depois de apenas ter apresentado 10.800 assinaturas de militantes quando se candidatou, contra as 59.400 de Susana Díaz e as 53.100 de Pedro Sánchez.
Com Lusa
Pedro Sánchez, que defende para Espanha uma solução de esquerda como a alcançada pelo PS em Portugal, tem como principal adversária Susana Díaz, que é apoiada pelos "históricos", pelo "aparelho" e pela maioria dos líderes regionais do PSOE.
Entre os dois está Patxi López, que se apresenta como o denominador comum e o ponto de equilíbrio num partido muito dividido, mas que parece ter poucas possibilidades de vir a liderar o PSOE, depois de apenas ter apresentado 10.800 assinaturas de militantes quando se candidatou, contra as 59.400 de Susana Díaz e as 53.100 de Pedro Sánchez.
Com Lusa