Mundo
Tensão no Mar Negro: Turquia apresa navios mercantes russos
A Turquia apresou 27 navios russos no Mar Negro, depois de Rússia ter apresado oito navios turcos, depois de a Turquia ter abatido um bombardeiro russo.
Fontes citadas pelos diários turcos Habertürk e Hurryiet referiam hoje que desde o momento em que o bombardeiro russo SU-24 foi abatido, em 24 de Novembro, a Rússia apresou cinco navios comerciais com pavilhão turco, "ao abrigo do Memorando do Mar Negro". Outras fontes referiam que esse número foi subindo até oito, no dia 15 de Dezembro.
Segundo aquelas fontes, a Turquia inicialmente não reagiu à campanha russa de apresamento de navios, na esperança de que esta esmorecesse por si própria. Mas, ao verificar que não era o caso, passou a agir segundo o "princípio da reciprocidade", tendo detido 27 navios de pavilhão russo.
Nos apresamentos, a Turquia invocou falta de documentação ou transações irregulares à luz dos Memorandos do Mediterrâneo e do Mar Negro. Aparentemente, restabeleceu-se entretanto via e-mail um diálogo técnico para mitigar a crise dos apresamentos recíprocos de navios, tendo o Governo russo mostrado receptividade para discuti-la com a Turquia.
As mesmas fontes citadas por aqueles dois diários afirmam que "não é claro onde ou quando nos encontraremos. As duas partes mostraram intenção de ultrapassar este problema".
Segundo aquelas fontes, a Turquia inicialmente não reagiu à campanha russa de apresamento de navios, na esperança de que esta esmorecesse por si própria. Mas, ao verificar que não era o caso, passou a agir segundo o "princípio da reciprocidade", tendo detido 27 navios de pavilhão russo.
Nos apresamentos, a Turquia invocou falta de documentação ou transações irregulares à luz dos Memorandos do Mediterrâneo e do Mar Negro. Aparentemente, restabeleceu-se entretanto via e-mail um diálogo técnico para mitigar a crise dos apresamentos recíprocos de navios, tendo o Governo russo mostrado receptividade para discuti-la com a Turquia.
As mesmas fontes citadas por aqueles dois diários afirmam que "não é claro onde ou quando nos encontraremos. As duas partes mostraram intenção de ultrapassar este problema".