Mundo
Tratado de Lisboa aguarda veredicto irlandês
O referendo na Irlanda ao Tratado de Lisboa teve abstenção superior a 50 por cento. Os resultados deverão ser conhecidos no final da tarde.
De acordo com a televisão irlandesa RTE, o total de votantes não ultrapassou os 45 por cento.
Ainda segundo a RTE, os maiores índices de participação verificaram-se nas cidades, com a abstenção a atingir valores mais elevados nas zonas rurais.
Numa tentativa de evitar uma elevada taxa de abstenção, o que veio a verificar-se, as urnas estiveram abertas à votação durante 15 horas.
A generalidade dos analistas considera que irá ser o "não" o grande beneficiado pela baixa afluência às urnas, o que porá definitivamente em causa o tratado destinado a colocar fim ao vazio institucional que tanto preocupa os líderes da União Europeia.
Sem sondagens à boca das urnas, uma última consulta aos eleitores publicada domingo no jornal irlandês "Sunday Business Post" apontava para uma vitória do "sim" com 42 por cento, face a 39 por cento do "não".
O Tratado Reformador da UE, acordado em Lisboa a 19 de Outubro de 2007 e assinado também em Lisboa a 13 de Dezembro, enfrenta na Irlanda o seu maior desafio, uma vez que para entrar em vigor o documento deverá ser ratificado por todos os 27 Estados-membros.
Para salvaguardar o Tratado de Lisboa, os restantes países optaram pela ratificação parlamentar. A Irlanda está no entanto constitucionalmente obrigada a submetê-lo a referendo.
Os resultados deverão ser conhecidos a partir das cinco da tarde.
Ainda segundo a RTE, os maiores índices de participação verificaram-se nas cidades, com a abstenção a atingir valores mais elevados nas zonas rurais.
Numa tentativa de evitar uma elevada taxa de abstenção, o que veio a verificar-se, as urnas estiveram abertas à votação durante 15 horas.
A generalidade dos analistas considera que irá ser o "não" o grande beneficiado pela baixa afluência às urnas, o que porá definitivamente em causa o tratado destinado a colocar fim ao vazio institucional que tanto preocupa os líderes da União Europeia.
Sem sondagens à boca das urnas, uma última consulta aos eleitores publicada domingo no jornal irlandês "Sunday Business Post" apontava para uma vitória do "sim" com 42 por cento, face a 39 por cento do "não".
O Tratado Reformador da UE, acordado em Lisboa a 19 de Outubro de 2007 e assinado também em Lisboa a 13 de Dezembro, enfrenta na Irlanda o seu maior desafio, uma vez que para entrar em vigor o documento deverá ser ratificado por todos os 27 Estados-membros.
Para salvaguardar o Tratado de Lisboa, os restantes países optaram pela ratificação parlamentar. A Irlanda está no entanto constitucionalmente obrigada a submetê-lo a referendo.
Os resultados deverão ser conhecidos a partir das cinco da tarde.