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Panama Papers: Portugal em 20 registos `offshores` em base de dados de acesso livre
Já foi divulgada a lista das 200 mil empresas com contas em paraísos fiscais. Há três entidades portuguesas envolvidas, criadas especificamente em offshores para obter benefícios fiscais e 20 nomes de empresas ou indivíduos portugueses. Trata-se de uma base de dados de acesso livre com notícias que já tinham sido publicadas, mas também algumas novas.
O Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação não divulga dados pessoais, mas coloca as moradas na internet. No caso de Portugal, são divulgados 16 endereços, alguns deles repetidos, nove na região de Lisboa, seis no Algarve e um no Porto.
Nesta lista surgem vários nomes estrangeiros com morada na zona de Almancil, que inclui a exclusiva Quinta do Lago e ainda outros nomes portugueses que aparecem relacionados com endereços na linha do Estoril, Lisboa e Porto.



Segundo o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, que reuniu para este trabalho 370 jornalistas de mais de 70 países, mais de 214.000 entidades `offshore` estão envolvidas em operações financeiras em mais de 200 países e territórios em todo o mundo.
O conjunto de documentos, denominados "Papéis do Panamá", provém da empresa de advogados panamiana Mossack Fonseca.
Recorde-se que a investigação resulta de uma fuga de informação e juntou cerca de 11,5 milhões de documentos ligados a quase quatro décadas de atividade da empresa panamiana Mossack Fonseca, especializada na gestão de capitais e de património, com informações sobre mais de 214 mil empresas "offshore" em mais de 200 países e territórios.
Nesta lista surgem vários nomes estrangeiros com morada na zona de Almancil, que inclui a exclusiva Quinta do Lago e ainda outros nomes portugueses que aparecem relacionados com endereços na linha do Estoril, Lisboa e Porto.
Segundo o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, que reuniu para este trabalho 370 jornalistas de mais de 70 países, mais de 214.000 entidades `offshore` estão envolvidas em operações financeiras em mais de 200 países e territórios em todo o mundo.
O conjunto de documentos, denominados "Papéis do Panamá", provém da empresa de advogados panamiana Mossack Fonseca.
Recorde-se que a investigação resulta de uma fuga de informação e juntou cerca de 11,5 milhões de documentos ligados a quase quatro décadas de atividade da empresa panamiana Mossack Fonseca, especializada na gestão de capitais e de património, com informações sobre mais de 214 mil empresas "offshore" em mais de 200 países e territórios.