Mundo
Guerra no Médio Oriente
Trump. Acordo com Irão ou será significativo ou não existirá
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta segunda-feira que o acordo com o Irão será ou um grande e significativo acordo, ou não haverá acordo nenhum.
O Irão e os Estados Unidos desvalorizaram as esperanças de um avanço iminente nos esforços para pôr fim à guerra que dura há três meses.
Esta segunda-feira, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, afirmou numa conferência de imprensa que tinha sido alcançada uma conclusão sobre muitos temas, mas isso não significa que "estejamos perto de assinar um acordo".
"O potencial memorando de entendimento contém 14 pontos e tem como foco o fim da guerra e do bloqueio naval dos EUA no Estreito de Ormuz, em troca de o Irão tomar medidas para garantir a segurança da passagem por essa via navegável estratégica, afirmou.
Teerão negou esta segunda-feira que esteja a cobrar portagens no Estreito de Ormuz garantido que se trata apenas de “serviços de navegação” aos navios.
“Os serviços prestados, designadamente os serviços de navegação, bem como as medidas necessárias para a proteção do ambiente do Estreito de Ormuz, do golfo Pérsico e do mar de Omã, exigem a cobrança de determinadas taxas”, declarou o porta-voz da diplomacia iraniana.
O Irão “não procura cobrar portagens”, disse Esmaeil Baghaei, parecendo abrir a porta a um compromisso, na interpretação da agência de notícias France-Presse (AFP).
O Irão mantém um bloqueio ao Estreito de Ormuz desde 28 de fevereiro, quando foi atacado pelos Estados Unidos e por Israel.
O bloqueio provocou a subida dos preços do petróleo e o receio de uma recessão económica global por passar habitualmente no Estreito de Ormuz um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo.
Neste momento, as negociações não abordam a questão nuclear, que será discutida ao longo de um período de 60 dias, caso o acordo-quadro seja assinado, acrescentou Baghaei.
As declarações de Baghaei surgiram depois do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ter afirmado que Washington conseguirá um bom acordo ou negociará com o Irão de "outra forma".
Esta segunda-feira, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, afirmou numa conferência de imprensa que tinha sido alcançada uma conclusão sobre muitos temas, mas isso não significa que "estejamos perto de assinar um acordo".
"O potencial memorando de entendimento contém 14 pontos e tem como foco o fim da guerra e do bloqueio naval dos EUA no Estreito de Ormuz, em troca de o Irão tomar medidas para garantir a segurança da passagem por essa via navegável estratégica, afirmou.
Teerão negou esta segunda-feira que esteja a cobrar portagens no Estreito de Ormuz garantido que se trata apenas de “serviços de navegação” aos navios.
“Os serviços prestados, designadamente os serviços de navegação, bem como as medidas necessárias para a proteção do ambiente do Estreito de Ormuz, do golfo Pérsico e do mar de Omã, exigem a cobrança de determinadas taxas”, declarou o porta-voz da diplomacia iraniana.
O Irão “não procura cobrar portagens”, disse Esmaeil Baghaei, parecendo abrir a porta a um compromisso, na interpretação da agência de notícias France-Presse (AFP).
O Irão mantém um bloqueio ao Estreito de Ormuz desde 28 de fevereiro, quando foi atacado pelos Estados Unidos e por Israel.
O bloqueio provocou a subida dos preços do petróleo e o receio de uma recessão económica global por passar habitualmente no Estreito de Ormuz um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo.
O tráfego no Estreito de Ormuz passou para o controlo iraniano desde o início da guerra, mas Teerão apenas autoriza um número limitado de navios a atravessá-lo e exige que obtenham o aval das forças armadas.
As declarações de Baghaei surgiram depois do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ter afirmado que Washington conseguirá um bom acordo ou negociará com o Irão de "outra forma".