Mundo
Trump deu "total autorização" ao ataque no Afeganistão
O Presidente norte-americano revelou que deu "total autorização" às Forças Armadas para que utilizassem a chamada "Mãe de todas as bombas" no ataque a uma base do grupo extremista Estado Islâmico no leste do Afeganistão.
Foi "outro trabalho de êxito. Estamos muito orgulhosos das nossas Forças Armadas", afirmou Donald Trump, numa breve declaração na Casa Branca, pouco depois de os Estados Unidos terem largado uma bomba não-nuclear sobre uma galeria de túneis e cavernas usada pelo Estado Islâmico no leste do Afeganistão.
Sem esclarecer se deu autorização pessoal a esta missão em concreto, Trump limitou-se a dizer que o executivo tem dado "total autorização" às Forças Armadas e, por isso, "têm tido tantos sucessos ultimamente".
A Casa Branca tem dado sinais que dá mais flexibilidade às Forças Armadas nas opções militares a tomar e hoje o porta-voz do executivo, Sean Spicer, explicou que o bombardeamento visou acabar com um "sistema de túneis e cavernas" do grupo Estado Islâmico na zona que lhes "permitia mover-se com liberdade e atacar com mais facilidade os assessores (militares) norte-americanos e as forças afegãs".
O ataque com esta bomba, com cerca de 11 toneladas de explosivos, atingiu um "conjunto de grutas" na província de Nangarhar (zona leste do Afeganistão), território onde um soldado americano foi morto no passado fim de semana durante uma operação contra os 'jihadistas'.
A "mãe de todas as bombas"
Os Estados Unidos lançaram, pela primeira vez em combate, a gigantesca bomba GBU-43, o engenho explosivo não-nuclear de maiores dimensões do arsenal norte-americano.
A bomba, em serviço desde 2003, tinha sido apenas usa em testes e foi concebida como arma psicológica e não para destruir bunkers ou túneis.
A bomba foi lançada por uma aeronave MC-130, operada pelo Comando de Operações Especiais da Força Aérea, revelaram fontes militares à CNN.
A bomba GBU-43 foi testada pela primeira vez a duas semanas do início da guerra no Iraque, em março de 2003, sendo depois desenvolvida durante esse conflito. Tem uma potência equivalente a 11 toneladas de TNT, pesa pouco menos de 10 toneladas e mede mais de nove metros de comprimento e um de diâmetro. Foi agora usada pela primeira vez em situação real pelo exército norte-americano.
"As forças dos Estados Unidos no Afeganistão realizaram um ataque num complexo de túneis do ISIS no distrito de Achin, província de Nangarhar, como parte dos esforços em curso para derrotar o ISIS no país ainda durante este ano", revela um comunicado do comando central norte-americano.
De acordo com a Força Aérea americana, no teste de 2003, a GBU-43, também denominada MOAB (Massive Ordnance Air Blast) deixou um rasto de fumo e poeira visível a mais de 32 quilómetros.
C/Lusa
Sem esclarecer se deu autorização pessoal a esta missão em concreto, Trump limitou-se a dizer que o executivo tem dado "total autorização" às Forças Armadas e, por isso, "têm tido tantos sucessos ultimamente".
A Casa Branca tem dado sinais que dá mais flexibilidade às Forças Armadas nas opções militares a tomar e hoje o porta-voz do executivo, Sean Spicer, explicou que o bombardeamento visou acabar com um "sistema de túneis e cavernas" do grupo Estado Islâmico na zona que lhes "permitia mover-se com liberdade e atacar com mais facilidade os assessores (militares) norte-americanos e as forças afegãs".
O ataque com esta bomba, com cerca de 11 toneladas de explosivos, atingiu um "conjunto de grutas" na província de Nangarhar (zona leste do Afeganistão), território onde um soldado americano foi morto no passado fim de semana durante uma operação contra os 'jihadistas'.
A "mãe de todas as bombas"
Os Estados Unidos lançaram, pela primeira vez em combate, a gigantesca bomba GBU-43, o engenho explosivo não-nuclear de maiores dimensões do arsenal norte-americano.
A bomba, em serviço desde 2003, tinha sido apenas usa em testes e foi concebida como arma psicológica e não para destruir bunkers ou túneis.
A bomba foi lançada por uma aeronave MC-130, operada pelo Comando de Operações Especiais da Força Aérea, revelaram fontes militares à CNN.
A bomba GBU-43 foi testada pela primeira vez a duas semanas do início da guerra no Iraque, em março de 2003, sendo depois desenvolvida durante esse conflito. Tem uma potência equivalente a 11 toneladas de TNT, pesa pouco menos de 10 toneladas e mede mais de nove metros de comprimento e um de diâmetro. Foi agora usada pela primeira vez em situação real pelo exército norte-americano.
"As forças dos Estados Unidos no Afeganistão realizaram um ataque num complexo de túneis do ISIS no distrito de Achin, província de Nangarhar, como parte dos esforços em curso para derrotar o ISIS no país ainda durante este ano", revela um comunicado do comando central norte-americano.
De acordo com a Força Aérea americana, no teste de 2003, a GBU-43, também denominada MOAB (Massive Ordnance Air Blast) deixou um rasto de fumo e poeira visível a mais de 32 quilómetros.
C/Lusa