Mundo
Trump e Xi defendem abertura do Estreito de Ormuz e Irão sem armas nucleares
Donald Trump e Xi Jiping estão em Pequim, onde já falaram de temas como a guerra no Irão, a questão de Taiwan ou o comércio bilateral.
Os presidentes dos Estados Unidos e da China, reunidos em Pequim, defenderam esta quinta-feira a reabertura do Estreito de Ormuz ao tráfego de hidrocarbonetos sem taxas e um Irão sem armas nucleares.
Em comunicado, a Casa Branca avançou que "ambas as partes concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre trânsito de energia".
"O presidente Xi deixou clara a oposição da China à militarização do Estreito e a quaisquer esforços para impor taxas pelo seu uso", lê-se no texto.
A China "manifestou o seu interesse" em adquirir mais petróleo bruto dos EUA para reduzir a dependência do petróleo com origem no golfo Pérsico e "ambos os países concordaram que o Irão jamais pode possuir uma arma nuclear".
Segundo a Casa Branca, ficou também assente aumentar a cooperação económica e "expandir o acesso das empresas americanas ao mercado chinês e aumentar o investimento chinês" na indústria norte-americana.
Trump instou Xi Jinping a continuar a trabalhar para conter o fluxo de fentanil para os Estados Unidos e pediu a Pequim que aumentasse as suas compras de produtos agrícolas americanos.
A Casa Branca descreveu o encontro como "bom", sem mencionar a questão de Taiwan, mas o ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, também em comunicado, declarou que Xi alertou Trump sobre o risco de um "conflito" caso Washington desrespeite algumas pretensões de Pequim sobre a ilha.
"O presidente Trump teve um bom encontro com o presidente chinês Xi. Os dois lados discutiram maneiras de fortalecer a cooperação econômica entre os dois países", lê-se no texto. Xi pede que relação com EUA não se estrague
Já após este primeiro encontro, Xi Jinping afirmou durante um banquete de Estado que organizou para o seu homólogo norte-americano que a relação entre China e EUA é a mais importante do mundo atual.
"Temos de fazer com que funcione e nunca a estragar", vincou o líder chinês, acrescentando que o "renascimento da China" e o movimento MAGA ("Make America Great Again") podem andar de mãos dadas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, convidou por sua vez o presidente chinês Xi Jinping para uma visita à Casa Branca a 24 de setembro.
"Tenho a honra de o convidar e à senhora Peng para nos visitarem na Casa Branca a 24 de setembro", disse Trump, ao dirigir-se a Xi e à sua mulher, Peng Liyuan.
Na sua intervenção, Trump descreveu as conversações que manteve com Xi Jinping antes como "extremamente positivas e produtivas", no primeiro dia da cimeira bilateral.
"Mais cedo hoje, tivemos conversas e reuniões extremamente positivas e produtivas com a delegação chinesa", disse.
O líder republicano descreveu a relação entre os Estados Unidos e a China como "uma das mais importantes da história" e definiu-a como "muito especial", brindando à "prosperidade" de ambos os países e a um futuro "promissor" para as relações bilaterais.
Donald Trump chegou ontem a Pequim para iniciar dois dias de conversações com o presidente chinês. Entre os temas em discussão estiveram também a questão de Taiwan, o comércio bilateral e um eventual acordo tripartido de armas nucleares entre Washington, Pequim e Moscovo.
c/ Lusa
Em comunicado, a Casa Branca avançou que "ambas as partes concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre trânsito de energia".
"O presidente Xi deixou clara a oposição da China à militarização do Estreito e a quaisquer esforços para impor taxas pelo seu uso", lê-se no texto.
A China "manifestou o seu interesse" em adquirir mais petróleo bruto dos EUA para reduzir a dependência do petróleo com origem no golfo Pérsico e "ambos os países concordaram que o Irão jamais pode possuir uma arma nuclear".
Segundo a Casa Branca, ficou também assente aumentar a cooperação económica e "expandir o acesso das empresas americanas ao mercado chinês e aumentar o investimento chinês" na indústria norte-americana.
Trump instou Xi Jinping a continuar a trabalhar para conter o fluxo de fentanil para os Estados Unidos e pediu a Pequim que aumentasse as suas compras de produtos agrícolas americanos.
A Casa Branca descreveu o encontro como "bom", sem mencionar a questão de Taiwan, mas o ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, também em comunicado, declarou que Xi alertou Trump sobre o risco de um "conflito" caso Washington desrespeite algumas pretensões de Pequim sobre a ilha.
"O presidente Trump teve um bom encontro com o presidente chinês Xi. Os dois lados discutiram maneiras de fortalecer a cooperação econômica entre os dois países", lê-se no texto. Xi pede que relação com EUA não se estrague
Já após este primeiro encontro, Xi Jinping afirmou durante um banquete de Estado que organizou para o seu homólogo norte-americano que a relação entre China e EUA é a mais importante do mundo atual.
"Temos de fazer com que funcione e nunca a estragar", vincou o líder chinês, acrescentando que o "renascimento da China" e o movimento MAGA ("Make America Great Again") podem andar de mãos dadas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, convidou por sua vez o presidente chinês Xi Jinping para uma visita à Casa Branca a 24 de setembro.
"Tenho a honra de o convidar e à senhora Peng para nos visitarem na Casa Branca a 24 de setembro", disse Trump, ao dirigir-se a Xi e à sua mulher, Peng Liyuan.
Na sua intervenção, Trump descreveu as conversações que manteve com Xi Jinping antes como "extremamente positivas e produtivas", no primeiro dia da cimeira bilateral.
"Mais cedo hoje, tivemos conversas e reuniões extremamente positivas e produtivas com a delegação chinesa", disse.
O líder republicano descreveu a relação entre os Estados Unidos e a China como "uma das mais importantes da história" e definiu-a como "muito especial", brindando à "prosperidade" de ambos os países e a um futuro "promissor" para as relações bilaterais.
Donald Trump chegou ontem a Pequim para iniciar dois dias de conversações com o presidente chinês. Entre os temas em discussão estiveram também a questão de Taiwan, o comércio bilateral e um eventual acordo tripartido de armas nucleares entre Washington, Pequim e Moscovo.
c/ Lusa