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Trump garante que presidente interina está a cooperar com os EUA
O Presidente dos Estados garante que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, está a cooperar com as autoridades norte-americanas e afasta a realização de eleições no país sul-americano num futuro próximo.
Donald Trump acredita que a presidente interina da Venezuela está a dar sinais de cooperação.
Trump acrescentou que não houve qualquer contacto de Washington com Rodríguez antes da operação militar.
A administração Trump já tinha designado Rodríguez como interlocutora de Caracas ainda antes da sua tomada de posse, à frente da líder da oposição, María Corina Machado, e de Edmundo González Urrutia, o candidato que desafiou Maduro nas polémicas eleições presidenciais de 2024 e que a oposição considera o presidente eleito da Venezuela.
Quer Trump, quer o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alertaram veementemente Rodríguez para consequências "muito piores" do que as sofridas por Maduro caso a presidente interina não cumpra as diretrizes de Washington.
O líder norte-americano também exigiu a Rodríguez "acesso total" ao petróleo venezuelano e a outros recursos e infraestruturas.
Na mesma entrevista, o governante republicano afastou a realização de eleições na Venezuela nos próximos 30 dias, até que o país "recupere a sua saúde".
"Primeiro, temos de consertar o país. Não é possível haver eleições. Não há forma de as pessoas votarem", frisou Trump.
O republicano garantiu ainda que os EUA não estão em guerra com o país sul-americano: "Estamos em guerra com quem vende droga. Estamos em guerra com quem esvazia as suas prisões no nosso país, envia os seus toxicodependentes e os seus hospitais psiquiátricos para o nosso país", destacou.
Trump adiantou que os seus secretários de Estado e da Guerra, Marco Rubio e Pete Hegseth, respetivamente, e o conselheiro para assuntos de segurança nacional e migração, Stephen Miller, serão responsáveis pela coordenação da transição na Venezuela.
O chefe de Estado norte-americano também incluiu o seu vice-presidente, JD Vance, na equipa encarregada da Venezuela, embora Vance tenha permanecido em segundo plano desde o grande destacamento militar e de operações especiais em Caracas.
Questionado sobre quem, dentro deste grupo, seria o principal responsável pelas decisões sobre a Venezuela, Trump afirmou simplesmente que teria a palavra final.
Rubio, Hegseth e outros responsáveis vão discutir a situação da Venezuela e os planos do Governo norte-americano para o futuro daquele país com a liderança da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA, bem como com membros importantes das comissões de inteligência e de segurança nacional.
Os Estados Unidos lançaram no sábado "um ataque em grande escala contra a Venezuela" para capturar e julgar o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.
Maduro e a mulher prestaram na segunda-feira breves declarações num tribunal de Nova Iorque para responder às acusações de tráfico de droga, corrupção e branqueamento de capitais e ambos declararam-se inocentes. A próxima audiência está marcada para 17 de março.
A vice-presidente executiva Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina do país com o apoio das Forças Armadas.
"Tenho a impressão de que ela está a cooperar. Eles precisam de ajuda. E tenho a impressão de que (Rodriguez) ama o seu país e quer que ele sobreviva", apontou numa entrevista telefónica à estação NBC News, sobre a mulher que era vice-presidente de Nicolás Maduro antes do líder ser capturado no sábado pelas forças norte-americanas.
Trump acrescentou que não houve qualquer contacto de Washington com Rodríguez antes da operação militar.
A administração Trump já tinha designado Rodríguez como interlocutora de Caracas ainda antes da sua tomada de posse, à frente da líder da oposição, María Corina Machado, e de Edmundo González Urrutia, o candidato que desafiou Maduro nas polémicas eleições presidenciais de 2024 e que a oposição considera o presidente eleito da Venezuela.
Quer Trump, quer o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alertaram veementemente Rodríguez para consequências "muito piores" do que as sofridas por Maduro caso a presidente interina não cumpra as diretrizes de Washington.
O líder norte-americano também exigiu a Rodríguez "acesso total" ao petróleo venezuelano e a outros recursos e infraestruturas.
Na mesma entrevista, o governante republicano afastou a realização de eleições na Venezuela nos próximos 30 dias, até que o país "recupere a sua saúde".
"Primeiro, temos de consertar o país. Não é possível haver eleições. Não há forma de as pessoas votarem", frisou Trump.
O republicano garantiu ainda que os EUA não estão em guerra com o país sul-americano: "Estamos em guerra com quem vende droga. Estamos em guerra com quem esvazia as suas prisões no nosso país, envia os seus toxicodependentes e os seus hospitais psiquiátricos para o nosso país", destacou.
Trump adiantou que os seus secretários de Estado e da Guerra, Marco Rubio e Pete Hegseth, respetivamente, e o conselheiro para assuntos de segurança nacional e migração, Stephen Miller, serão responsáveis pela coordenação da transição na Venezuela.
O chefe de Estado norte-americano também incluiu o seu vice-presidente, JD Vance, na equipa encarregada da Venezuela, embora Vance tenha permanecido em segundo plano desde o grande destacamento militar e de operações especiais em Caracas.
Questionado sobre quem, dentro deste grupo, seria o principal responsável pelas decisões sobre a Venezuela, Trump afirmou simplesmente que teria a palavra final.
Rubio, Hegseth e outros responsáveis vão discutir a situação da Venezuela e os planos do Governo norte-americano para o futuro daquele país com a liderança da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA, bem como com membros importantes das comissões de inteligência e de segurança nacional.
Os Estados Unidos lançaram no sábado "um ataque em grande escala contra a Venezuela" para capturar e julgar o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.
Maduro e a mulher prestaram na segunda-feira breves declarações num tribunal de Nova Iorque para responder às acusações de tráfico de droga, corrupção e branqueamento de capitais e ambos declararam-se inocentes. A próxima audiência está marcada para 17 de março.
A vice-presidente executiva Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina do país com o apoio das Forças Armadas.