Mundo
Tsunami atinge o Japão
Um sismo de magnitude 8,9 atingiu o norte do Japão quando eram 5.46 da manhã em Portugal Continental. A seguir ao terramoto as zonas costeiras foram atingidas por um tsunami que causou devastação numa vasta zona. Há pelo menos 44 mortos e dezenas de feridos mas o número de vítimas poderá vir a aumentar pois ainda há, pelo menos, quarenta desaparecidos. Alertas de tsunami foram lançados em vinte países da área do Pacífico.
O sismo que antecedeu o tsunami foi o mais forte registado no Japão em 140 anos. O epicentro foi a 373 quilómetros da capital, e provocou numerosos incêndios e cortes de eletricidade e telecomunicações na área de Tóquio. Ao abalo principal seguiram-se várias réplicas de forte intensidade uma das quais de magnitude 6,7.
Centrais nucleares e instalações petrolíferas foram automaticamente desligadas e os comboios de alta-velocidade foram suspensos.
Alerta em Central Nuclear Mesmo assim as agências noticiosas japonesas dão conta de mais de 80 incêndios em curso em várias das localidades afetadas. Um deles lavra numa refinaria da cidade de Ichihara e outro numa siderúrgia.
O Governo nipónico decretou entretanto Estado de Alerta na central nuclear de Fukushima Daiichi e avisou mais de 2000 habitantes locais para abandonarem a zona.
Anteriormente, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, tinha garantido que ainda não tinham sido detetadas fugas de radioatividade em instalações nucleares.
Cenário dantesco Ao sismo principal seguiu-se o tsunami, que lançou por terra a dentro uma muralha de água e detritos que, em algumas zonas terá chegado a atingir dez metros de altura.
As televisões japonesas mostram imagens impressionantes, que mostram as gigantescas vagas a atingirem a costa e a invadirem cidades e campos de cultivo, e até mesmo um aeroporto, levando diante de si, como se fossem brinquedos, embarcações de grande porte e veículos pesados.
Em alguns casos destroços em chamas à superfície continuavam a arder enquanto eram arrastados.
As autoridades avisam que o perigo ainda não passou já que os tsunamis se poderão continuar a suceder durante várias horas e as populações da zona estão a ser aconselhadas a procurar a segurança nas zonas mais elevadas . O exército foi chamado a ajudar nas zonas afetadas.
Para além do Japão uma vintena de países lançaram alertas de tsunami, entre os quais a Rússia, Taiwan, e as Filipinas.
A agência da ONU para a Coordenação da Assistência Humanitária já anunciou entretanto que trinta equipas internacionais de busca e salvamento estão prontas para seguir para o Japão para prestar assistência nas operações de resgate.
O sismo de hoje é o quarto maior de sempre a nível mundial, desde que há registos. O mais forte foi o registado em Valdívia no Chile, a 22 de Maio de 1960, que teve uma magnitude de 9,5 na escala de Richter.
Notícia em atualização
Centrais nucleares e instalações petrolíferas foram automaticamente desligadas e os comboios de alta-velocidade foram suspensos.
Alerta em Central Nuclear Mesmo assim as agências noticiosas japonesas dão conta de mais de 80 incêndios em curso em várias das localidades afetadas. Um deles lavra numa refinaria da cidade de Ichihara e outro numa siderúrgia.
O Governo nipónico decretou entretanto Estado de Alerta na central nuclear de Fukushima Daiichi e avisou mais de 2000 habitantes locais para abandonarem a zona.
Anteriormente, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, tinha garantido que ainda não tinham sido detetadas fugas de radioatividade em instalações nucleares.
Cenário dantesco Ao sismo principal seguiu-se o tsunami, que lançou por terra a dentro uma muralha de água e detritos que, em algumas zonas terá chegado a atingir dez metros de altura.
As televisões japonesas mostram imagens impressionantes, que mostram as gigantescas vagas a atingirem a costa e a invadirem cidades e campos de cultivo, e até mesmo um aeroporto, levando diante de si, como se fossem brinquedos, embarcações de grande porte e veículos pesados.
Em alguns casos destroços em chamas à superfície continuavam a arder enquanto eram arrastados.
As autoridades avisam que o perigo ainda não passou já que os tsunamis se poderão continuar a suceder durante várias horas e as populações da zona estão a ser aconselhadas a procurar a segurança nas zonas mais elevadas . O exército foi chamado a ajudar nas zonas afetadas.
Para além do Japão uma vintena de países lançaram alertas de tsunami, entre os quais a Rússia, Taiwan, e as Filipinas.
A agência da ONU para a Coordenação da Assistência Humanitária já anunciou entretanto que trinta equipas internacionais de busca e salvamento estão prontas para seguir para o Japão para prestar assistência nas operações de resgate.
O sismo de hoje é o quarto maior de sempre a nível mundial, desde que há registos. O mais forte foi o registado em Valdívia no Chile, a 22 de Maio de 1960, que teve uma magnitude de 9,5 na escala de Richter.
Notícia em atualização