Ucrânia: dois mortos em Sumy, ataques contra infraestruturas logísticas em Kiev
Volodymyr Zelensky deuncia "ataque desumano" da Rússia em Summy que atingiu edíficio residencial. "Pode haver pessoas presas nos escombros", admite.
All services are currently working at the site of Russia’s utterly inhumane strike on a residential apartment building in Sumy. An aerial bomb hit directly between the third and fourth floors. Four people, including a child, have already been rescued from under the rubble. As of… pic.twitter.com/1wjH2AyGns
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) September 18, 2026
"A operação de busca e salvamento continuará enquanto for necessário. Esta noite, houve também um ataque a uma clínica em Pavlohrad, bem como um ataque a infraestruturas logísticas na região de Kiev", adiantou o chefe de Estado ucraniano.
The IAEA has been informed that the cooling tower of a reactor unit of the Kursk Nuclear Power Plant in the Russian Federation was hit by a drone early on Thursday. It was reported that the unit was operating at the time, but its operating mode did not change and there was no… pic.twitter.com/UHKyNrChcw
— IAEA - International Atomic Energy Agency ⚛️ (@iaeaorg) September 18, 2026
A Agência Internacional de Energia Atómica foi informada deste ataque, indicando que a unidade do reator “estava em funcionamento” no momento em que foi atingida. Na nota partilhada nas redes sociais, o diretor da agência da ONU, Rafael Grossi, afirma que os ataques a instalações nucleares "são inaceitáveis".
Nem a Rússia nem a Ucrânia comentaram ainda as informações fornecidas pela agência da ONU.
Em julho, o governador da região de Kursk acusou a Ucrânia de atingir uma torre de refrigeração na central nuclear de Kursk II, que está em construção junto à unidade original, erguida na década de 1970.
Em 2024, o Presidente russo, Vladimir Putin, acusou Kiev de planear um ataque à central e, no ano seguinte, um drone ucraniano iniciou um incêndio nas imediações das instalações, mas não foi detetado qualquer nível anormal de radioatividade.
As centrais nucleares têm sido um dos motivos de preocupação associada à invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022.
A AIEA alerta regularmente para o risco de uma catástrofe, sobretudo nas centrais de Zaporijia, a maior da Europa e que se encontra sob ocupação russa no sul da Ucrânia, e de Chernobyl, a norte de Kiev, onde a estrutura erguida para confinar os depósitos radioativos libertados pelo desastre nuclear, ocorrido em 1986, foi atingida por um drone russo.