Mundo
Guerra na Ucrânia
Ucrânia. Supremo Tribunal confisca parte dos bens de Tymoshenko
Tymoshenko é acusada de ter comprado votos de deputados do partido de Zelensky para destituir e vetar nomeações do presidente.
O Supremo Tribunal Anticorrupção da Ucrânia decidiu confiscar parcialmente os bens de Yulia Tymoshenko, após a ex-primeira-ministra ucraniana ter falhado o pagamento de uma fiança de 33,3 milhões de grívnias (673,5 mil euros). Tymoshenko é acusada de ter comprado votos de deputados do partido de Zelensky para destituir e vetar nomeações do presidente.
Os bens confiscados incluem uma tranche de 40 mil dólares (34 mil euros) e outra de 6300 dólares (5 mil euros), seis telemóveis, duas garagens e três carros, estes dois últimos pertencentes a Tymoshenko e ao marido, Oleksandr Tymoshenko.
Também foram confiscados “os bens apreendidos durante a busca na sede da força política liderada pela deputada”, o partido Pátria.
O juiz recusou confiscar fundos da conta pessoal da ex-primeira-ministra por considerar “excessivo” arrestar a “única fonte de rendimento” declarada pela antiga chefe de governo.
Tymoshenko, que compareceu em tribunal de máscara e alegando estar engripada, apelidou o julgamento de “massacre político” e declarou não ter dinheiro para pagar a fiança de 33,3 milhões de grívnias que havia sido decretada na passada semana. No entanto, acrescenta que a sua equipa “está a trabalhar para impedir a [sua] prisão”.
Na rede social Facebook, a ex-primeira-ministra afirmou ser “impossível encontrar justiça” na Ucrânia e acusou os dois gabinetes anticorrupção – o Gabinete Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU) e o Gabinete do Procurador Especializado Anticorrupção (SAPO) – de serem “entidades para pressionar políticos”.
A investigação foi revelada na passada quarta-feira e está a decorrer desde dezembro. Os dois gabinetes anticorrupção realizaram buscas à sede do partido Pátria, liderado por Yulia Tymoshenko, tendo apreendido documentos e cerca de 40 mil dólares em dinheiro vivo, que a ex-primeira-ministra alega serem economias pessoais.
Tymoshenko corre o risco de ser condenada a uma pena entre cinco a dez anos de prisão e confisco de bens pelo crime de benefício ilegal a detentores de cargos públicos. É acusada de liderar uma rede coordenada de compra de votos e, numa das gravações, terá prometido o pagamento de dez mil dólares por “votos corretos”, nomeadamente a destituição de ministros e do chefe dos serviços de segurança, assim como o veto de novas nomeações.
Os bens confiscados incluem uma tranche de 40 mil dólares (34 mil euros) e outra de 6300 dólares (5 mil euros), seis telemóveis, duas garagens e três carros, estes dois últimos pertencentes a Tymoshenko e ao marido, Oleksandr Tymoshenko.
Também foram confiscados “os bens apreendidos durante a busca na sede da força política liderada pela deputada”, o partido Pátria.
O juiz recusou confiscar fundos da conta pessoal da ex-primeira-ministra por considerar “excessivo” arrestar a “única fonte de rendimento” declarada pela antiga chefe de governo.
Tymoshenko, que compareceu em tribunal de máscara e alegando estar engripada, apelidou o julgamento de “massacre político” e declarou não ter dinheiro para pagar a fiança de 33,3 milhões de grívnias que havia sido decretada na passada semana. No entanto, acrescenta que a sua equipa “está a trabalhar para impedir a [sua] prisão”.
Na rede social Facebook, a ex-primeira-ministra afirmou ser “impossível encontrar justiça” na Ucrânia e acusou os dois gabinetes anticorrupção – o Gabinete Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU) e o Gabinete do Procurador Especializado Anticorrupção (SAPO) – de serem “entidades para pressionar políticos”.
A investigação foi revelada na passada quarta-feira e está a decorrer desde dezembro. Os dois gabinetes anticorrupção realizaram buscas à sede do partido Pátria, liderado por Yulia Tymoshenko, tendo apreendido documentos e cerca de 40 mil dólares em dinheiro vivo, que a ex-primeira-ministra alega serem economias pessoais.
Tymoshenko corre o risco de ser condenada a uma pena entre cinco a dez anos de prisão e confisco de bens pelo crime de benefício ilegal a detentores de cargos públicos. É acusada de liderar uma rede coordenada de compra de votos e, numa das gravações, terá prometido o pagamento de dez mil dólares por “votos corretos”, nomeadamente a destituição de ministros e do chefe dos serviços de segurança, assim como o veto de novas nomeações.