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Última Assembleia Geral de Guterres na ONU junta líderes mundiais em Nova Iorque
Chefes de Estado e de Governo de 193 países reúnem-se na sede da ONU, em Nova Iorque, entre 22 e 28 de setembro, onde vão discutir os desafios globais que consideram prioritários. A sessão anual do debate geral conta com a presença do primeiro-ministro português, Luís Montenegro, que viaja para os Estados Unidos na terça-feira.
A 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas teve início a 8 de setembro, mas só esta terça-feira se realizam os primeiros discursos do Debate Geral, que marca a abertura oficial da sessão.
Luís Montenegro junta-se ao maior evento da diplomacia mundial, no qual tem intervenção agendada para as 14h15 locais (19h15 em Portugal Continental) de quinta-feira (24). No dia anterior reúne-se com o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, que cumpre os últimos meses à frente do cargo.
Para lá da agenda de terça-feira, Donald Trump vai participar numa reunião informativa de alto nível para o Conselho de Paz.
Durante a semana, Trump encontra-se ainda com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, com Lula da Silva e com o chefe de Estado da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, numa altura em que Washington retomou os esforços de mediação diplomática e resolução do conflito europeu.
A delegação venezuelana liderada por Rodriguez chegou, pela primeira vez, aos Estados Unidos e junta-se à Assembleia Geral, oito meses depois da captura de Nicolás Maduro.
No seu discurso, temas relacionados com a energia, a dívida e a mineração nos Estados Unidos estarão no centro das preocupações e espera-se que possam resultar na negociação de futuros acordos.
Em nome da União Europeia, o presidente do Conselho, António Costa, discursa na Assembleia Geral da ONU, na próxima quinta-feira, tal como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que está autorizado a integrar o plenário apesar de não liderar um Estado reconhecido pela ONU, tem o discurso agendado para o mesmo dia, mas deverá fazê-lo, no entanto, por videoconferência, depois de lhe ter sido negado o visto de entrada em território norte-americano.
Xi Jinping, que tem uma visita de Estado a Washington agendada para a mesma semana em que decorre o debate em Assembleia Geral, não deverá viajar até Nova Iorque para participar na reunião.
Ainda assim, a 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas será, decididamente, a última de Emmanuel Macron, enquanto presidente francês, assim como de António Guterres. As eleições presidenciais em França estão marcadas para 18 de abril de 2027. O novo secretário-geral da ONU, por sua vez, assume funções a partir de 1 de janeiro.
Luís Montenegro junta-se ao maior evento da diplomacia mundial, no qual tem intervenção agendada para as 14h15 locais (19h15 em Portugal Continental) de quinta-feira (24). No dia anterior reúne-se com o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, que cumpre os últimos meses à frente do cargo.
A Assembleia Geral da ONU funciona, assim, como local privilegiado para encontros paralelos ao evento principal.
Donald Trump será o terceiro a discursar na manhã do primeiro dia de debate (22 de setembro), a partir das 14h00 (em Lisboa). Falará depois do secretário-geral da ONU, António Guterres, e do presidente brasileiro, Lula da Silva, que será o primeiro líder de um país a tomar a palavra como é tradição.
A participação do presidente norte-americano acontece depois da dura intervenção na Assembleia Geral no último ano, quando denunciou a ineficácia da ONU na resolução de conflitos internacionais e no controlo da migração irregular.Para lá da agenda de terça-feira, Donald Trump vai participar numa reunião informativa de alto nível para o Conselho de Paz.
Durante a semana, Trump encontra-se ainda com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, com Lula da Silva e com o chefe de Estado da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, numa altura em que Washington retomou os esforços de mediação diplomática e resolução do conflito europeu.
A delegação venezuelana liderada por Rodriguez chegou, pela primeira vez, aos Estados Unidos e junta-se à Assembleia Geral, oito meses depois da captura de Nicolás Maduro.
No seu discurso, temas relacionados com a energia, a dívida e a mineração nos Estados Unidos estarão no centro das preocupações e espera-se que possam resultar na negociação de futuros acordos.
Em nome da União Europeia, o presidente do Conselho, António Costa, discursa na Assembleia Geral da ONU, na próxima quinta-feira, tal como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que está autorizado a integrar o plenário apesar de não liderar um Estado reconhecido pela ONU, tem o discurso agendado para o mesmo dia, mas deverá fazê-lo, no entanto, por videoconferência, depois de lhe ter sido negado o visto de entrada em território norte-americano.
Xi Jinping, que tem uma visita de Estado a Washington agendada para a mesma semana em que decorre o debate em Assembleia Geral, não deverá viajar até Nova Iorque para participar na reunião.
Ainda assim, a 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas será, decididamente, a última de Emmanuel Macron, enquanto presidente francês, assim como de António Guterres. As eleições presidenciais em França estão marcadas para 18 de abril de 2027. O novo secretário-geral da ONU, por sua vez, assume funções a partir de 1 de janeiro.