Mundo
Guerra no Médio Oriente
Um mês após ataque do Hamas, Israel prossegue bombardeamentos na Faixa de Gaza
Foi há precisamente um mês que o Hamas lançou um sangrento ataque contra Israel. Em resposta, o governo israelita desencadeou uma operação militar visando eliminar todos os elementos do Hamas.
Ammar Awad - Reuters
Ao mesmo tempo, vive-se um cenário de incerteza em relação ao futuro dos mais de 200 reféns que permanecem na posse do movimento islâmico Hamas.
Enquanto esses reféns não forem libertados, diz o primeiro-ministro israelita que está fora de questão qualquer pausa na ofensiva.
É um cenário de instabilidade para todo o Médio Oriente que o enviado especial da Antena 1 a Jerusalém, José Manuel Rosendo, diz ter os ingredientes mais do que suficientes para que a guerra se prolongue indefinidamente.
O comentador de assuntos internacionais Filipe Vasconcelos Romão diz que a resposta de Israel ao ataque do Hamas está a assumir uma dimensão desproporcional.
Apesar das críticas das Nações Unidas aos ataques israelitas contra civis em Gaza, o presidente da Comunidade Israelita em Portugal garante que o Governo de Israel cumpre as leis internacionais.
David Joffe Botelho lembra que não basta eliminar a ameaça. É preciso garantir que não se repetem ataques como os que aconteceram há um mês.
O presidente da Comunidade Israelita lembra que, passado um mês do ataque do Hamas, o país continua em estado de choque com a incerteza do que possa acontecer aos reféns.
Em entrevista à Antena 1, David Joffe Botelho afirma que a ajuda tem chegado a Gaza e diz não compreender os pedidos de cessar-fogo que têm surgido da comunidade internacional.