Mundo
Vaga de atentados marca dez anos da invasão do Iraque
Uma vaga de ataques bombistas matou pelo menos 56 pessoas em Bagdade durante a manhã desta terça-feira, véspera do 10.º aniversário da invasão do Iraque liderada pelos Estados Unidos. As explosões sucederam-se ao longo de mais de duas horas e provocaram também cerca de 200 feridos. A maioria dos atentados envolveu carros-bomba, tendo com alvo zonas de maioria xiita, restaurantes, paragens de autocarros e locais de concentração de civis na capital e áreas adjacentes.
Os ataques foram concertados e distribuíram-se por uma vasta área. Responsáveis iraquianos revelaram o número de vítimas a coberto do anonimato por não estarem autorizados a prestar informações aos jornalistas.
A violência começou cerca das oito da manhã em Bagdade, quando uma bomba explodiu à porta de um popular restaurante do bairro de Mashtal, provocando quatro mortos e 15 feridos. Minutos depois, duas pessoas morreram e oito ficaram feridas quando outra bomba rebentou junto um local onde habitualmente se concentram trabalhadores pagos à jornada.
Iraquianos xiitas entre os principais alvos
Entre os muitos atentados do dia sobressaem os que atingiram um bairro pobre na zona maioritariamente xiita de Sadr City.
Um engenho explosivo deflagrou por baixo de um miniautocarro, matando três passageiros e ferindo sete. Pouco depois, um carro-bomba explodiu numa rua comercial da mesma área, matando mais duas pessoas e ferindo 11 e uma outra bomba atingiu uma patrulha da polícia, provocando cinco mortos e 13 feridos.
Outros ataques bombistas ocorreram nos bairros de maioria xiita de Hussainiyah, Shula, e Utaifiya e no distrito sunita de Tarmiyah.
Violência estende-se aos arredores de Bagdade
Na aldeia de Taji, às portas da capital iraquiana, uma granada de morteiro caiu perto de uma clínica provocando a morte a duas pessoas e ferindo outras cinco ao mesmo tempo que, em Iskandiriyah, 50 quilómetros a sul de Bagdade, um carro-bomba explodiu junto a uma paragem de autocarros, matando mais cinco pessoas e ferindo 20.
A vaga de atentados ocorre um dia depois de nove pessoas terem sido mortas pelos rebeldes, cinco delas num ataque cometido por um suicida que fez colidir um carro cheio de explosivos contra um posto de controlo na vila de Balad Ruz, no centro do Iraque.
Al Qaeda iraquiana reinvindica ataques anteriores
A maioria destas ações tem sido atribuída ao ramo iraquiano da Al Qaeda que opera sob o nome de Estado Islâmico do Iraque. Na semana passada, o grupo reclamou a responsabilidade por um ataque altamente coordenado que, no início de março, provocou a morte a nove iraquianos e 51 soldados sírios que tinham procurado asilo temporário no Iraque.
No domingo a Al Qaeda iraquiana também assumiu a responsabilidade pelo raid da semana passada que teve como alvo o Ministério da Justiça, no centro de Bagdade. O ataque, que envolveu carros-bomba e rebeldes disfarçados de polícias, provocou pelo menos 24 mortos.
A violência começou cerca das oito da manhã em Bagdade, quando uma bomba explodiu à porta de um popular restaurante do bairro de Mashtal, provocando quatro mortos e 15 feridos. Minutos depois, duas pessoas morreram e oito ficaram feridas quando outra bomba rebentou junto um local onde habitualmente se concentram trabalhadores pagos à jornada.
Iraquianos xiitas entre os principais alvos
Entre os muitos atentados do dia sobressaem os que atingiram um bairro pobre na zona maioritariamente xiita de Sadr City.
Um engenho explosivo deflagrou por baixo de um miniautocarro, matando três passageiros e ferindo sete. Pouco depois, um carro-bomba explodiu numa rua comercial da mesma área, matando mais duas pessoas e ferindo 11 e uma outra bomba atingiu uma patrulha da polícia, provocando cinco mortos e 13 feridos.
Outros ataques bombistas ocorreram nos bairros de maioria xiita de Hussainiyah, Shula, e Utaifiya e no distrito sunita de Tarmiyah.
Violência estende-se aos arredores de Bagdade
Na aldeia de Taji, às portas da capital iraquiana, uma granada de morteiro caiu perto de uma clínica provocando a morte a duas pessoas e ferindo outras cinco ao mesmo tempo que, em Iskandiriyah, 50 quilómetros a sul de Bagdade, um carro-bomba explodiu junto a uma paragem de autocarros, matando mais cinco pessoas e ferindo 20.
A vaga de atentados ocorre um dia depois de nove pessoas terem sido mortas pelos rebeldes, cinco delas num ataque cometido por um suicida que fez colidir um carro cheio de explosivos contra um posto de controlo na vila de Balad Ruz, no centro do Iraque.
Al Qaeda iraquiana reinvindica ataques anteriores
A maioria destas ações tem sido atribuída ao ramo iraquiano da Al Qaeda que opera sob o nome de Estado Islâmico do Iraque. Na semana passada, o grupo reclamou a responsabilidade por um ataque altamente coordenado que, no início de março, provocou a morte a nove iraquianos e 51 soldados sírios que tinham procurado asilo temporário no Iraque.
No domingo a Al Qaeda iraquiana também assumiu a responsabilidade pelo raid da semana passada que teve como alvo o Ministério da Justiça, no centro de Bagdade. O ataque, que envolveu carros-bomba e rebeldes disfarçados de polícias, provocou pelo menos 24 mortos.