Mundo
Guerra na Ucrânia
Vários mortos e dezenas de feridos em ataque russo a centro comercial na Ucrânia
O centro comercial fica na cidade de Pavlograd, no centro-leste da Ucrânia. Há pelo quatro vítimas mortais, número que pode vir a aumentar.
Pelo menos quatro pessoas morreram e 60 ficaram feridas esta quinta-feira num ataque russo a um centro comercial na Ucrânia, de acordo com as autoridades locais.
Há meses que a Rússia e a Ucrânia estão envolvidas numa escalada de ataques de longo alcance que visam cada vez mais frequentemente alvos civis.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta semana que o homólogo russo, Vladimir Putin, disse a Washington estar disposto a iniciar negociações com vista a uma "desescalada" neste inverno, o que poderia traduzir-se numa suspensão, por ambas as partes, dos bombardeamentos em setores estratégicos.
Zelensky afirmou contar com o reinício, já em setembro, das negociações entre Moscovo, Kiev e Washington para encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia.
O Kremlin afirmou, por sua vez, que "não exclui" o reinício das negociações tripartidas, mas considerou que "ainda é demasiado cedo para falar do local e das datas específicas".
"Os russos atacaram um centro comercial situado no centro da cidade de Pavlograd. Em plena luz do dia, quando as ruas estavam cheias de gente", afirmou na plataforma Telegram o ministro ucraniano do Interior, Ivan Vygivsky.
O Ministério Público ucraniano e o governador regional Oleksandre Ganja apresentaram um balanço provisório que dava conta de lojas e veículos danificados.
Entretanto, na Rússia, um ataque com um drone ucraniano à cidade de Novy Oskol, na região fronteiriça de Belgorod, matou uma pessoa e feriu outras seis, segundo os serviços de emergência.
Há meses que a Rússia e a Ucrânia estão envolvidas numa escalada de ataques de longo alcance que visam cada vez mais frequentemente alvos civis.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou esta semana que o homólogo russo, Vladimir Putin, disse a Washington estar disposto a iniciar negociações com vista a uma "desescalada" neste inverno, o que poderia traduzir-se numa suspensão, por ambas as partes, dos bombardeamentos em setores estratégicos.
Zelensky afirmou contar com o reinício, já em setembro, das negociações entre Moscovo, Kiev e Washington para encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia.
O Kremlin afirmou, por sua vez, que "não exclui" o reinício das negociações tripartidas, mas considerou que "ainda é demasiado cedo para falar do local e das datas específicas".