Mundo
Venezuela liberta quase 90 opositores detidos em manifestações de 2024
Duas Organizações Não Governamentais confirmaram a libertação de pelo meno 87 pessoas, detidas em manifestações pós-eleitorais em 2024. Há uma semana as autoridades de Caracas anunciaram que 99 pessoas iam ser libertadas.
"Esta manhã, 1 de janeiro, mães e familiares reportaram novas libertações de presos políticos da prisão de Tocorón (100 km a oeste de Caracas)", publicou o Comité para a Liberdade dos Presos Políticos (Clippve) nas redes sociais.
O Comité de Mães para a Defesa da Verdade também divulgou um comunicado onde confirma 87 pessoas libertadas, lamentando a insuficiência do número, apesar da "alegria".
"Trata-se de uma liberdade limitada", sob supervisão judicial, "e muitos outros dos nossos entes queridos continuam a ser arbitrariamente privados da sua liberdade", escreveu a ONG.
"A injustiça continua a afetar centenas de famílias em todo o país. É por isso que insistimos que o país precisa de uma amnistia geral que conceda liberdade plena e completa a todos os detidos arbitrariamente por motivos políticos", acrescentou no texto. A repressão dos protestos pós-eleitorais, após a proclamação da reeleição do presidente Nicolás Maduro, resultou em 2.400 detenções e 28 mortes, segundo dados oficiais. As autoridades anunciaram a libertação de mais de 2.000 pessoas nas semanas seguintes.
No Natal, as autoridades anunciaram a libertação de 99 pessoas, enquanto a ONG Foro Penal que presta assistência jurídica a inúmeros detidos, referiu 61.
A ONG sublinhou que a libertação desta quarta-feira incluiu também dois "presos políticos" da prisão Rodeo I, localizada no estado de Miranda (Caracas).
De acordo com a ONG, existem aproximadamente 700 presos políticos no país.
A libertação deste presos, durante o feriado, ocorrem em c«simultâneo com uma intensa pressão dos Estados Unidos da América sobre o governo liderado por Nicolás Maduro.
Os EUA mobilizaram uma flotilha naval nas Caraíbas para impedir cargueiros de sair dos portos da Venezuela com petróleo, reforçaram a presença de caças em Porto Rico e agravaram as sanções petrolíferas contra o país, apreendendo pelo menos dois navios que transportavam crude venezuelano.
O presidente dos EUA, Donald Trump, tem colocado repetidamente a possibilidade de intervenção americana no país, acusando o presidente Maduro de chefiar uma vasta rede de narcotráfico.
O Comité de Mães para a Defesa da Verdade também divulgou um comunicado onde confirma 87 pessoas libertadas, lamentando a insuficiência do número, apesar da "alegria".
"Trata-se de uma liberdade limitada", sob supervisão judicial, "e muitos outros dos nossos entes queridos continuam a ser arbitrariamente privados da sua liberdade", escreveu a ONG.
"A injustiça continua a afetar centenas de famílias em todo o país. É por isso que insistimos que o país precisa de uma amnistia geral que conceda liberdade plena e completa a todos os detidos arbitrariamente por motivos políticos", acrescentou no texto. A repressão dos protestos pós-eleitorais, após a proclamação da reeleição do presidente Nicolás Maduro, resultou em 2.400 detenções e 28 mortes, segundo dados oficiais. As autoridades anunciaram a libertação de mais de 2.000 pessoas nas semanas seguintes.
No Natal, as autoridades anunciaram a libertação de 99 pessoas, enquanto a ONG Foro Penal que presta assistência jurídica a inúmeros detidos, referiu 61.
A ONG sublinhou que a libertação desta quarta-feira incluiu também dois "presos políticos" da prisão Rodeo I, localizada no estado de Miranda (Caracas).
De acordo com a ONG, existem aproximadamente 700 presos políticos no país.
A libertação deste presos, durante o feriado, ocorrem em c«simultâneo com uma intensa pressão dos Estados Unidos da América sobre o governo liderado por Nicolás Maduro.
Os EUA mobilizaram uma flotilha naval nas Caraíbas para impedir cargueiros de sair dos portos da Venezuela com petróleo, reforçaram a presença de caças em Porto Rico e agravaram as sanções petrolíferas contra o país, apreendendo pelo menos dois navios que transportavam crude venezuelano.
O presidente dos EUA, Donald Trump, tem colocado repetidamente a possibilidade de intervenção americana no país, acusando o presidente Maduro de chefiar uma vasta rede de narcotráfico.
O líder venezuelano nega as acusações e acusa os Estados Unidos de o quererem derrubar para se apoderarem das reservas de petróleo do país, as maiores do mundo.
com agências