Mundo
Xanana Gusmão visitou Presidente Ramos-Horta em Darwin
O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, visitou hoje o presidente José Ramos-Horta no hospital de Darwin, na Austrália, numa prova de solidariedade depois do atentado de que foram alvo os dois políticos timorenses.
Xanana Gusmão visitou esta segunda-feira no hospital de Darwin o seu amigo Ramos-Horta numa visita que o primeiro-ministro considerou ser de solidariedade para com o presidente após o atentado do passado dia 11 de Fevereiro.
O líder do Governo timorense mostrou-se satisfeito “por ver novamente Ramos-Horta a andar” depois do atentado de que foi alvo e que o deixou gravemente ferido.
“Vim numa visita de solidariedade” referiu Xanana Gusmão aos jornalistas após a visita feita a Ramos-Horta no hospital de Darwin mostrando-se muito satisfeito por ver que o seu amigo de longa data recuperou bastante bem.
Xanana Gusmão teve ainda oportunidade de referir que espera que a operação de captura dos rebeldes “termine esta semana” com a rendição de Gastão Salsinha.
“Foi dito a Salsinha que ou se entregava ou teria de enfrentar as consequências”, disse o primeiro-ministro timorense adiantando que depois disso “podemos continuar a resolver os nossos problemas humanitários e sociais do país”.
Todos à espera de Salsinha
O tenente-coronel Filomeno Paixão, do comando conjunto da operação “Halibur”, revelou hoje que o homem que disparou contra o Presidente José Ramos Horta integra o grupo do ex-tenente Gastão Salsinha e está na área de Atsabe, em Ermera.
Em conferência de imprensa, Filomeno Paixão adiantou ainda que “a maioria dos elementos que atacaram a residência de José Ramos Horta já se entregou às autoridades, faltando uns tantos e um deles é o que atirou sobre o Presidente da República. Mas sabemos exactamente onde está neste momento", explicou o comandante da operação "Halibur".
Gastão Salsinha, que se encontra em fuga desde o duplo ataque de 11 de Fevereiro contra José Ramos-Horta e o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, já prometeu por várias vezes entregar-se mas, até ao momento, ainda não o fez.
O ex-tenente das Forças Armadas timorenses fez um acordo para a rendição de 32 homens e 18 armas, mas na passada sexta-feira pediu mais dois dias ao Procurador-geral da República para reunir os últimos dois elementos do seu grupo.
"Salsinha prometeu render-se hoje. Não temos conhecimento da sua vontade de se render. Ontem, ele retirou a intenção de se entregar e hoje o Procurador-geral da República ia uma última vez a Ermera falar com ele", declarou Filomeno Paixão à imprensa.
O líder do Governo timorense mostrou-se satisfeito “por ver novamente Ramos-Horta a andar” depois do atentado de que foi alvo e que o deixou gravemente ferido.
“Vim numa visita de solidariedade” referiu Xanana Gusmão aos jornalistas após a visita feita a Ramos-Horta no hospital de Darwin mostrando-se muito satisfeito por ver que o seu amigo de longa data recuperou bastante bem.
Xanana Gusmão teve ainda oportunidade de referir que espera que a operação de captura dos rebeldes “termine esta semana” com a rendição de Gastão Salsinha.
“Foi dito a Salsinha que ou se entregava ou teria de enfrentar as consequências”, disse o primeiro-ministro timorense adiantando que depois disso “podemos continuar a resolver os nossos problemas humanitários e sociais do país”.
Todos à espera de Salsinha
O tenente-coronel Filomeno Paixão, do comando conjunto da operação “Halibur”, revelou hoje que o homem que disparou contra o Presidente José Ramos Horta integra o grupo do ex-tenente Gastão Salsinha e está na área de Atsabe, em Ermera.
Em conferência de imprensa, Filomeno Paixão adiantou ainda que “a maioria dos elementos que atacaram a residência de José Ramos Horta já se entregou às autoridades, faltando uns tantos e um deles é o que atirou sobre o Presidente da República. Mas sabemos exactamente onde está neste momento", explicou o comandante da operação "Halibur".
Gastão Salsinha, que se encontra em fuga desde o duplo ataque de 11 de Fevereiro contra José Ramos-Horta e o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, já prometeu por várias vezes entregar-se mas, até ao momento, ainda não o fez.
O ex-tenente das Forças Armadas timorenses fez um acordo para a rendição de 32 homens e 18 armas, mas na passada sexta-feira pediu mais dois dias ao Procurador-geral da República para reunir os últimos dois elementos do seu grupo.
"Salsinha prometeu render-se hoje. Não temos conhecimento da sua vontade de se render. Ontem, ele retirou a intenção de se entregar e hoje o Procurador-geral da República ia uma última vez a Ermera falar com ele", declarou Filomeno Paixão à imprensa.