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Depois da depressão Kristin. A resposta aos danos e a evolução do estado do tempo

A evolução do estado do tempo em Portugal ao minuto

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A evolução do estado do tempo em Portugal ao minuto

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil registou 5.400 ocorrências até às 22h00 de quarta-feira. As regiões mais afetadas pela passagem da depressão Kristin são o Centro e o Oeste. Acompanhamos aqui, ao minuto, a resposta aos danos e o evoluir do estado do tempo nas próximas horas.

Joana Raposo Santos, Carlos Santos Neves - RTP /

Emissão da RTP Notícias


Lavínia Leal - RTP

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RTP /

Devastação em Leiria

A cidade de Leiria acordou esta quinta-feira ainda sem luz na maioria da cidade e com o rasto de devastação ainda bem presente deixado pela passagem da depressão Kristin. Grande parte do comércio está fechada por falta de energia e também quebras no abastecimento de água. Quanto às telecomunicações, a população queixa-se da ausência de rede em quase toda a cidade, como nos relata o jornalista da Antena 1, Joaquim Reis, esta manhã.
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Antena 1 /

Depressão Kristin. Portugal pode acionar Mecanismo Europeu de Proteção Civil

A passagem das várias depressões meteorológicas em Portugal deixaram um vasto rasto de destruição um pouco por todo o território, com incidência na região centro. Para ajudar a ultrapassar situações de catástrofe, qualquer país da União Europeia pode pedir a ativação do Mecanismo Europeu de Proteção Civil.

Foto: Paulo Cunha - Lusa

Este mecanismo tem por base o auxilio às populações através do envio de material, como geradores de emergência, bombas de água e até kits de primeiros socorros ou pessoal médico para ajudar o país atingido.
Andrea Neves - Antena 1

O território afectado deve apresentar o pedido de auxílio à Comissão Europeia no prazo de 12 semanas a contar da ocorrência da catástrofe. O auxílio financeiro proposto pela Comissão deverá, em seguida, ser sujeito à aprovação do Conselho e do Parlamento Europeu.

As ajudas que Bruxelas pode dar, se Portugal pedir
Ouve-se falar mais desta possibilidade durante os incêndios mas o Mecanismo Europeu de Proteção Civil está disponível todo o ano e para todo o tipo de catástrofes.
Para ser ativado é preciso que a Bruxelas chegue um pedido expresso de Portugal especificando as necessidades mais urgentes.

O mecanismo prevê o envio, por exemplo, de geradores. Foi o que fez o ano passado quando enviou 13 para a Irlanda depois da tempestade Eówyn que deixou 278 mil pessoas sem eletricidade.

Também já foram enviados para a Ucrânia, mas neste caso por causa dos ataques russos terem danificado as infraestruturas elétricas do país
Os países que podem vir a disponibilizar geradores só precisam de saber a voltagem e a quantidade. O que deve ser expresso no pedido, caso Portugal opte por os pedir.
A comissão europeia está atenta e o comissário com a pasta da energia já veio dizer, na rede social X, que Bruxelas está em contacto próximo com as autoridades portuguesas e com a Rede Europeia de Operadores de Redes de Transporte de Eletricidade porque a prioridade é que garantir a segurança e retorno da energia aos cidadãos prejudicados.

O Comissário tem uma visita a Portugal agendada para sexta-feira precisamente para analisar questões de energia e habitação.

Mas o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, que ainda não recebei nenhum pedido de Portugal, pode também disponibilizar kits de primeiros socorros, equipamento médico e abrigos e bombas de água por exemplo.

A Comissão Europeia tem avançado com várias iniciativas para convocar os cidadãos para a prevenção sobretudo em caso de catástrofes naturais ou outras.

Bruxelas indica que todos os cidadãos devem ter em casa tudo o que precisarem para ser autossuficientes por 72 horas o que inclui uma lanterna, um rádio, pilhas, comida, água e medicamentos básicos bem como algum dinheiro em numerário e fotocópias de documentos importantes.

Vários países da União Europeia já aconselharam os seus cidadãos a terem esse kit em casa ou num lugar seguro.

Mais tarde, e uma vez avaliados os danos, o governo português pode recorrer ao Fundo europeu de solidariedade para catástrofes que tem regras específicas.
Este fundo ajuda a cobrir custos de emergência, reparação de infraestruturas, alojamento temporário e limpeza, demonstrando a solidariedade europeia. 

Como regra geral, o FSUE pode conceder auxílio financeiro nos casos em que o total dos prejuízos diretos provocados por uma catástrofe exceda 3 mil milhões de euros (a preços de 2011) ou 0,6 % do rendimento nacional bruto (RNB) de um país da UE, consoante o que for mais baixo.


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Leiria
RTP /

Dezenas de pequenas inundações na região

O Comando sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Leiria dava esta manhã conta, pelas 6h45, de "algumas dezenas de ocorrências relacionadas com pequenas inundações", devido à ausência de telhados em habitações.As escolas dos concelhos de Ansião, Marinha Grande, Pedrógão Grande e Pombal continuam encerradas devido ao mau tempo, de acordo com as respetivas câmaras, em publicações nas redes sociais.

"A esta hora começam a surgir algumas dezenas de ocorrências relacionadas com pequenas inundações, motivadas não pela chuva excessiva, mas, principalmente, pela falta de telhados", adiantou o segundo comandante sub-regional, Ricardo Costa, ouvido pela Lusa.

De acordo com o mesmo responsável, haverá "muitas centenas e, eventualmente, milhares de casas que terão problemas nos telhados": "As pessoas estão a pedir ajuda, tendo em conta que chove continuamente, não muito forte, mas está a causar muitos danos nas habitações".

"São situações em que não é fácil haver uma intervenção dos bombeiros, porque o nível de água dentro das habitações é muito baixo", prosseguiu, para enfatizar que "estão a ser sinalizadas"."Nas mais emergentes ou em que a quantidade de água assim o justifica, são despachados meios, mas, neste momento, estão a ser definidas prioridades e é nisso que continuamos a trabalhar".

Durante a última noite prosseguiram trabalhos de limpeza dos principais eixos rodoviários. Mas há vias municipais em que "ainda não é possível circular".

"Pedimos à população que se mantenha junto das suas habitações, tentem ajudar os vizinhos, tentem ajudar a reparar aquilo que foram os danos ou os pequenos danos que tiveram, porque, naturalmente, ainda não foi possível aos serviços municipais e aos corpos de bombeiros chegarem a todas as situações", exortou.

Explicando que foram definidas prioridades, no âmbito do abastecimento de água e de energia, como estabelecimentos prisionais, hospitais, lares ou centros de diálise, Ricardo Costa assinalou que estes casos estão "a ser supervisionados e apoiados pelos serviços municipais".

"Gradualmente, nos próximos dias, porque estamos a falar de dias, vão ser resolvidas, mas com bastante tempo e muito trabalho pela frente", vincou o segundo comandante.
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Batalha
RTP /

Seis desalojados. Rede SIRESP deixou de operar

O mau tempo de quarta-feira fez seis desalojados no concelho da Batalha, onde a rede de comunicações SIRESP deixou de funcionar, confirmou o presidente da Câmara local, em declarações à agência Lusa.

O Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal, adiantou André Sousa, "funcionou de manhã e à tarde deixou de funcionar. Nunca mais voltou a funcionar, a não ser em algumas zonas em São Mamede".

Ainda segundo o autarca da Batalha, ouvido pelas 22h00 a partir de Fátima, para onde se deslocou para obter rede de telemóvel, "a rede SIRESP funcionou desde as 5h00 até às 11h00, 12h00" de quarta-feira. "A partir daí, deixou de funcionar completamente, a não ser em algumas zonas em São Mamede".

Relativamente às estradas, é possível circular em todas as vias principais.

"Há muitas árvores caídas, eu arrisco-me a dizer centenas ou milhares de árvores caídas", observou o autarca.
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Figueira da Foz
RTP /

Situação mais calma ao início da manhã

Nove pessoas ficaram desalojadas em consequência da depressão Kristin na Figueira da Foz. O quadro nesta cidade costeira acalmou, todavia, durante a noite, como detalhou a equipa de reportagem da RTP.
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Monte Real
RTP /

Força Aérea procura repor normalidade na base

A Força Aérea estava, nas últimas horas, a tentar restabelecer a normalidade da atividade na Base Aérea N.º 5 em Monte Real, Leiria. As instalações militares sofreram "danos significativos" na quarta-feira, sem notícia de feridos.

A "Força Aérea mantém operacional a missão de defesa aérea do país", sublinha em comunicado este ramo das Forças Armadas.

A Força Aérea assinaça ainda ter começado "a atuar de imediato para restabelecer a normalidade da atividade da Unidade, dando prioridade à segurança dos militares e trabalhadores civis que ali prestam serviço".

Na base aérea, foi registada uma rajada de vento de 178 quilómetros por hora.
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Lusa /

Alvaiázere com "cenário catastrófico"

O presidente do Município de Alvaiázere disse que o concelho tem um "cenário catastrófico" e referiu que foi sem apoio regional ou nacional que os agentes locais da Proteção Civil responderam ao embate da depressão Kristin.

"Em Alvaiázere, temos um cenário catastrófico com centenas de habitações muito danificadas estruturalmente, algumas pessoas desalojadas", afirmou João Paulo Guerreiro, na quarta-feira, pelas 23:00, em conversa telefónica com a Lusa a partir de Leiria, onde conseguiu ter rede de telemóvel.

De acordo com João Paulo Guerreiro, na quarta-feira conseguiu-se desobstruir estradas, "das principais até às secundárias", mas, ainda assim, "ficaram [vias] muito secundárias" por desimpedir.

"Montámos uma zona de acolhimento que, neste momento, está com cinco pessoas, com apoio médico, com apoio psicológico, e estamos, infelizmente, sem eletricidade e sem comunicações", referiu o autarca.

O presidente da Câmara adiantou que a "principal prioridade é terminar os trabalhos de remoção das dezenas de milhares de árvores caídas", assim como "manter a segurança das pessoas e restabelecer a normalidade na eletricidade e na comunicação".

Elencando dificuldades de contacto com a E-Redes e operadoras de telecomunicações, João Paulo Guerreiro explicou que "o único meio de comunicação" que havia "era via rádio e essa via estava a ser usada para questões táticas e mais de comando e de estratégia de decisão".

O autarca destacou a inexistência de vítimas, salientou que há "edifícios municipais também muito danificados, quase todos, de uma forma ou de outra, foram atingidos", e repetiu a existência de um "cenário catastrófico".

"Estou com alguma dificuldade em definir, porque estávamos à espera de um evento difícil, não estávamos à espera de um evento desta magnitude. A palavra que utilizo para definir é catástrofe, porque foi, efetivamente, o que aconteceu em Alvaiázere", reiterou.

Por outro lado, realçou o trabalho exemplar de "todos os agentes da Proteção Civil", mesmo "com comunicações muito limitadas e sem energia".

"Sozinhos, sem nenhum apoio a nível regional ou nacional, conseguimos, com os meios que tínhamos disponíveis no concelho, dar uma resposta eficaz neste primeiro dia de embate. Agora, o importante é procurar restabelecer, o mais rapidamente possível, comunicações e energia elétrica, para que as instituições e as famílias possam funcionar dentro da normalidade possível", acrescentou João Paulo Guerreiro.

O Plano Municipal de Proteção Civil está ativado e agora a autarquia espera ajuda do Governo, com medidas, para particulares e entidades, que possam ajudar a ultrapassar a situação e permitir a reconstrução do concelho.

A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rasto de destruição, causou cinco mortos e vários desalojados.

Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

A Proteção Civil está em estado de prontidão especial de nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, e há avisos meteorológicos vermelhos (nível mais grave) em toda a costa do continente.

Lusa

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Norte, Beira Baixa e Oeste
RTP /

Linhas ferroviárias continuam suspensas

Pelas 6h30, a circulação nas linhas ferroviárias do Norte, entre Lisboa e Porto, para os comboios de longo curso, da Beira Baixa e do Oeste continuava suspensa devido a problemas decorrentes do mau tempo, segundo indicação da CP.

Na quarta-feira, a empresa anunciara a suspensão da venda de bilhetes, para esta quinta-feira, destinados aos comboios Alfa Pendular e Intercidades das linhas do Norte, Beira Alta e Beira Baixa.Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, citada pela agência Lusa à mesma hora, não houve registo de "ocorrências significativas" durante a noite e madrugada; ainda assim, o portal da ANEPC referia uma centena.

A circulação ferroviária esteve igualmente suspensa nas linhas do Douro, Sul, de Évora, Beira Alta e nono Ramal de Tomar e no serviço regional entre Coimbra B e Aveiro (Linha do Norte).
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Ponto de situação
RTP /

Agitação marítima deixa dez distritos debaixo de aviso laranja

  • Esta manhã, são dez os distritos sob aviso laranja por causa da agitação marítima - Aveiro, Beja, Braga, Coimbra, Faro, Leiria, Lisboa, Porto, Setúbal e Viana do Castelo. As ondas podem atingir os 12 metros de altura. A meio da tarde, estes avisos passam a amarelo;


  • Há ainda 12 distritos de Portugal continental com avisos amarelos por causa da chuva. Para Bragança e Évora, todavia, não há qualquer aviso;


  • A Proteção Civil registou 5.400 ocorrências até às 22h00 da última noite. Leiria foi particularmente atingida pelos efeitos da depressão Kristin, assim como toda a Região Oeste. Seguiram-se os distritos de Coimbra, Santarém e Lisboa;


  • A situação em Leiria mantém-se crítica, com falta de luz, de água e de comunicações. O hospital local tem ainda autonomia de água para dois dias e luz através de um gerador para três dias - deram entrada nesta unidade 177 pessoas com diferentes tipos de trauma. Devem começar esta quinta-feira os trabalhos de limpeza;


  • No Oeste, 14 pessoas ficaram desalojadas e quatro ficaram fertidas, entreb as quais um bombeiro. Em Torres Vedras, dezenas de hectares ficaram destruídos. Este município e os da Lourinhã, Óbidos, Alcobaça e Nazaré ativaram os planos municipais de emergência. Esta quinta-feira, as escolas da Lourinhã permanecem encerradas;


  • Na Figueira da Foz, nove pessoas ficaram desalojadas e uma teve ferimentos ligeiros. O vento forte provocou danos em edifícios, carros, na esquadra da PSP e no hospital;


  • Em Coimbra,a tempestade deixou pessoas desalojadas. A Câmara local refere situações pontuais "com realojamento junto de familiares". O vento afetou ainda vários edifícios, como por exemplo escolas e o aeródromo, cujo telhado voou, provocando estragos já avaliados em um milhão de euros. O Metrobus da cidade já está a funcionar no troço urbano, mas com constrangimentos;


  • A maioria das ocorrências está relacionada com queda de árvores e estruturas, ou com o corte ou condicionamento de estradas e linhas ferroviárias. Há ainda cortes generalizados de luz, água e telecomunicações;


  • A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil mantém-se em estado de prontidão especial de nível 4, o máximo da escala, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal;


  • A depressão kristin provocou cinco mortes. Quatro pessoas morreram no distrito de Leiria e uma em Vila Franca de Xira. Há ainda mais três mortes que podem estar relacionadas com a intempérie - a Proteção Civil está ainda a investigar este possível nexo;


  • O presidente da República esteve na sede da Proteção Civil. Marcelo fez a visita acompanhado pela ministra da Administração Interna e o objetivo foi conhecer em detalhe as consequências da depressão kristin. Foi apenas divulgada uma nota no portal da Presidência, na qual o chefe de Estado lamentou as mortes causadas pelo mau tempo. Também o primeiro-ministro, Luís Montenegro, esteve na Proteção Civil com Maria Lúcia Amaral;


  • O primeiro-ministro admite, de resto, ativar a situação de calamidade em Leiria. Para já, pretende obter uma avaliação aos estragos.
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RTP /

Depressão Kristin. Montenegro não exclui declarar situação de calamidade

O primeiro-ministro não exclui declarar situação de calamidade para apoiar as zonas mais afetadas mas diz que primeiro é preciso fazer uma correta avaliação dos estragos.

De manhã, em contacto permanente e ao início da tarde, com presença na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
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RTP /

Depressão Kristin provocou pelo menos cinco vítimas mortais

Quatro mortes foram registadas no distrito de Leiria e um homem em Vila Franca de Xira.

Há mais três mortes a ser investigadas. Duas podem estar relacionadas com falta de socorro do INEM.
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RTP /

Depressão Kristin entrou em Portugal por Leiria

O vento espalhou muita destruição arrancou árvores e levantou os telhados de vários edifícios.

O distrito está sem eletricidade e há grandes dificuldades no abastecimento de água e nas comunicações.

O presidente da câmara pede que seja declarado o estado de calamidade.
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RTP /

Depressão Kristin. Aeródromo com prejuízos de um milhão de euros

Em Castelo Branco, as escolas estiveram fechadas e houve também dezenas de incidentes com árvores caídas.

No distrito de Coimbra, o telhado do aeródromo voou com o vento e provocou estragos de um milhão de euros.
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RTP /

Torres Vedras. Concelho ativou Plano Municipal de Emergência

Na zona oeste, mais concretamente em Torres Vedras, dezenas de hectares agrícolas ficaram destruídos por causa do mau tempo. O prejuízo pode chegar aos dez milhões de euros.

Além do vento forte, a chuva intensa agravou as situações de inundações também em Évora.

Várias estradas estiveram cortadas por causa da queda de árvores.
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RTP /

Em Vila Real e na Guarda. Kristin trouxe nevão e obrigou ao fecho de escolas

Em Trás-os-Montes e em zonas do interior a tempestade Kristin trouxe neve. Várias escolas foram encerradas no distrito de Vila Real.

Também na Guarda não houve aulas porque a cidade acordou debaixo de um nevão.
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