"Resposta conjunta é mais forte". Cáritas quer Rede de Lojas Sociais para agilizar apoio em crises

"Resposta conjunta é mais forte". Cáritas quer Rede de Lojas Sociais para agilizar apoio em crises

A necessidade de criação de uma rede de lojas sociais é uma necessidade que ficou reforçada com a situação das recentes intempéries. A Cáritas de Lisboa considera que esta articulação vai poder melhorar a capacidade de mobilizar rapidamente recursos e bens essenciais em alturas de calamidade.

Arlinda Brandão - Antena 1 /
Fotografia: Arlinda Brandão

Alguns destes espaços já existem com respostas de lojas sociais junto da comunidade, mas para o apoio chegar a mais pessoas a Cáritas quer criar em quase três centenas de paróquias mais lojas sociais que possam trabalhar em rede.
Em declarações à rádio pública, Maria Cortez, coordenadora das lojas sociais da Cáritas de Lisboa, refere que "sem rede não é possível fazer trabalho social" e defende que "a resposta conjunta é mais forte".
 
A loja social é um ponto de encontro para voluntários e membros da comunidade, promovendo uma rede de apoio emocional e social que vai para além da ajuda material, e que se tem revelado um verdadeiro ponto de encontro da comunidade local que aproveita para criar laços e conviver.

A Cáritas de Lisboa quer assim criar uma rede que permita ter uma resposta atempada para uma calamidade semelhante ao que aconteceu recentemente em Leiria.

A criação de uma rede de lojas sociais, para reforçar a resposta em situações de calamidade, foi uma proposta apresentada no encontro de lojas sociais promovido pela Cáritas Diocesana de Lisboa. A iniciativa, integrada nas comemorações dos 50 anos desta IPSS, reuniu cerca de 30 instituições na loja social Dona Ajuda, instalada no antigo Mercado do Rato.



PUB