País
Aeroporto de Lisboa. Mais de metade dos agentes da PSP estão de baixa
A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP) afirma que 50 dos 90 efetivos apresentaram atestado, enquanto a Direção Nacional da PSP garante que, apesar das baixas médicas, não está comprometido o normal funcionamento no Aeroporto Humberto Delgado.
O dirigente da ASPP, Paulo Santos, lembra que o aeroporto é particularmente sensível, uma vez que “estamos a falar de fronteiras, estamos a falar de situações que possam ocorrer”. A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia sublinha, em declarações à Antena 1, que esta é “uma divisão que (…) tem uma sensibilidade em termos de segurança que é de registar”.
Rosa Azevedo - Antena 1
De acordo com Paulo Santos, “a situação parece que está controlada”. Contudo, o dirigente da ASPP apela a que seja feita “alguma avaliação que possa dar resposta a estas necessidades”.
Ainda de acordo com a Associação Sindical, em algumas esquadras também há efetivos que estão com baixa médica “mas sem esse impacto” no Aeroporto de Lisboa.
As primeiras baixas foram apresentadas na sexta-feira, dia 2 de fevereiro, quando alguns elementos da PSP do comando de Braga e da esquadra do Aeroporto de Lisboa tentaram entregar as armas de serviço. No entanto, como o superior hierárquico não autorizou, em alternativa, entregaram baixas.
De acordo com Paulo Santos, “a situação parece que está controlada”. Contudo, o dirigente da ASPP apela a que seja feita “alguma avaliação que possa dar resposta a estas necessidades”.
Ainda de acordo com a Associação Sindical, em algumas esquadras também há efetivos que estão com baixa médica “mas sem esse impacto” no Aeroporto de Lisboa.
As primeiras baixas foram apresentadas na sexta-feira, dia 2 de fevereiro, quando alguns elementos da PSP do comando de Braga e da esquadra do Aeroporto de Lisboa tentaram entregar as armas de serviço. No entanto, como o superior hierárquico não autorizou, em alternativa, entregaram baixas.
Os elementos PSP e também da GNR exigem um suplemento idêntico ao atribuído à Polícia Judiciária e, por isso, estão em protesto há quatro semanas.