País
Agentes da PSP atacados em Rabo de Peixe. Avança inquérito criminal
Agentes da Polícia de Segurança Pública foram agredidos em Rabo de Peixe, nos Açores, durante uma investigação a alegado tráfico de droga.
O caso da agressão, na quinta-feira, a agentes da Polícia de Segurança Pública em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, vai dar lugar a um inquérito criminal e o número de detidos poderá aumentar, confirmou na última noite o diretor nacional adjunto da força, Pedro Neto Gouveia.Quatro viaturas com agentes da PSP da Região Autónoma dos Açores foram visadas por populares de Rabo de Peixe, o que levou as autoridades a disparar para o ar.
Em comunicado, na quinta-feira, o Comando Regional da Polícia de Segurança Pública explicava que os incidentes haviam ocorrido ao final da manhã, na sequência de uma operação que levou à detenção, em flagrante delito, de oito suspeitos de tráfico de estupefacientes.
“As viaturas policiais foram danificadas através do arremesso de diversas pedras e barrotes de madeira”, acrescentava o Comando Regional. Bom dia Portugal | 21 de agosto de 2026
Em declarações aos jornalistas, Pedro Neto Gouveia, diretor nacional adjunto da PSP, descreveu posteriormente os acontecimentos. O dispositivo, afirmou, “fez as detenções que tinha a fazer, reuniu a prova que era necessário reunir para o processo e só na saída é que, quando já estava a retirar, foi criada uma situação de alteração da ordem pública, na qual a Polícia de Segurança Pública teve fazer recurso a arma de fogo, com munições menos letais, para afastar pessoas e dar continuidade à sua ação”.
“Foram ainda identificadas duas pessoas que provocaram esse tipo de danos nas viaturas, mas não houve ferimentos nem qualquer tipo de sobressalto maior”, prosseguiu o responsável. “A Polícia de Segurança Pública voltará, com certeza, onde for necessário voltar, porque a PSP não é impedida de executar a sua missão seja onde for, em qualquer lugar do nosso território”, acentuou.
Pedro Neto Gouveia sublinhou ainda que “o que aconteceu é um crime”, que “dará origem a um inquérito”. “Provavelmente, muitas pessoas poderão eventualmente ser detidas na sequência desta circunstância que se verificou”.
Por sua vez, o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, repudiou os acontecimentos de Rabo de Peixe.
“Segundo as informações que tenho, a Polícia de Segurança Pública tinha cumprido o seu trabalho, com um mandado de detenção de oito indivíduos, e portanto estava a sair do local quando houve alguns desacatos”, afirmou o governante. “As palavras são de facto de grande apoio e solidariedade para a Polícia de Segurança Pública e para a Guarda Nacional Republicana, as nossas forças de segurança, para que possam cumprir aquela que é a sua missão”, completou.
Foi pelas 12h30 (13h30 em Lisboa) de quinta-feira que a PSP deu cumprimento a vários mandados de busca no porto de pescas de Rabo de Peixe, na Ribeira Grande.Foram detidos oito suspeitos de “terem cometido um crime de tráfico de estupefacientes”.
Integraram a operação agentes da Brigada de Investigação Criminal da Esquadra de Rabo de Peixe, apoiados por subunidades da PSP: a Divisão Policial de Ponta Delgada e a Força Destacada da Unidade Especial de Polícia do Comando Regional dos Açores.
A polícia apreendeu também 962 doses de haxixe e 1.110 doses de cocaína e dinheiro em numerário.
c/ Lusa
Em comunicado, na quinta-feira, o Comando Regional da Polícia de Segurança Pública explicava que os incidentes haviam ocorrido ao final da manhã, na sequência de uma operação que levou à detenção, em flagrante delito, de oito suspeitos de tráfico de estupefacientes.
“As viaturas policiais foram danificadas através do arremesso de diversas pedras e barrotes de madeira”, acrescentava o Comando Regional. Bom dia Portugal | 21 de agosto de 2026
Em declarações aos jornalistas, Pedro Neto Gouveia, diretor nacional adjunto da PSP, descreveu posteriormente os acontecimentos. O dispositivo, afirmou, “fez as detenções que tinha a fazer, reuniu a prova que era necessário reunir para o processo e só na saída é que, quando já estava a retirar, foi criada uma situação de alteração da ordem pública, na qual a Polícia de Segurança Pública teve fazer recurso a arma de fogo, com munições menos letais, para afastar pessoas e dar continuidade à sua ação”.
“Foram ainda identificadas duas pessoas que provocaram esse tipo de danos nas viaturas, mas não houve ferimentos nem qualquer tipo de sobressalto maior”, prosseguiu o responsável. “A Polícia de Segurança Pública voltará, com certeza, onde for necessário voltar, porque a PSP não é impedida de executar a sua missão seja onde for, em qualquer lugar do nosso território”, acentuou.
Pedro Neto Gouveia sublinhou ainda que “o que aconteceu é um crime”, que “dará origem a um inquérito”. “Provavelmente, muitas pessoas poderão eventualmente ser detidas na sequência desta circunstância que se verificou”.
Por sua vez, o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, repudiou os acontecimentos de Rabo de Peixe.
“Segundo as informações que tenho, a Polícia de Segurança Pública tinha cumprido o seu trabalho, com um mandado de detenção de oito indivíduos, e portanto estava a sair do local quando houve alguns desacatos”, afirmou o governante. “As palavras são de facto de grande apoio e solidariedade para a Polícia de Segurança Pública e para a Guarda Nacional Republicana, as nossas forças de segurança, para que possam cumprir aquela que é a sua missão”, completou.
Foi pelas 12h30 (13h30 em Lisboa) de quinta-feira que a PSP deu cumprimento a vários mandados de busca no porto de pescas de Rabo de Peixe, na Ribeira Grande.Foram detidos oito suspeitos de “terem cometido um crime de tráfico de estupefacientes”.
Integraram a operação agentes da Brigada de Investigação Criminal da Esquadra de Rabo de Peixe, apoiados por subunidades da PSP: a Divisão Policial de Ponta Delgada e a Força Destacada da Unidade Especial de Polícia do Comando Regional dos Açores.
A polícia apreendeu também 962 doses de haxixe e 1.110 doses de cocaína e dinheiro em numerário.
c/ Lusa