País
Alteração da legislação para evitar praxes violentas na ordem do dia
O caso dos estudantes da Universidade Lusófona que morreram na praia do Meco levantou a hipótese de se proibirem as praxes. Porém, há quem acredite que não é a melhor solução, até porque a lei já prevê punições para os excessos.
Foto: Nuno Patrício/Antena1
O presidente da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado avisa que nesta altura não faz sentido debater o assunto relacionando a praxe com a violência e o crime. Ouvido pela Antena 1, João Redondo pede serenidade, defendendo que este não é melhor momento para elaborar sobre estas matérias.
A presidente da Associação Académica da Universidade do Algarve, Filipa Silva, afirma à Antena 1 que as instituições de ensino superior não devem proibir as praxes, pois só agravaria as tornaria clandestinas e fora do controlo das associações académicas e das universidades e politécnicos.
(com Sandra Henriques)