País
Amadeu Guerra nega mal-estar entre Ministério Público e PJ
O procurador-geral da República assegura que não há qualquer mal-estar com a Polícia Judiciária, depois das buscas do Ministério Público. Amadeu Guerra garantiu ainda que as duas instituições vão continuar a trabalhar em conjunto depois das buscas relacionadas ao caso Football Leaks.
Abordado sobre as buscas desta semana a instalações e gabinetes da Polícia Judiciária, no âmbito do inquérito ao diretor nacional da PJ, Carlos Cabreiro, o procurador-geral da República considerou que estas investigações são normais numa democracia. Amadeu Guerra rejeitou mesmo a existência de um “ambiente pesado” entre o Ministério Público e a Polícia Judiciária.
“Sempre colaborámos bem, sempre foram pessoas muito disponíveis (…) nós vamos continuar a fazer trabalho com a Polícia Judiciária, como é óbvio, continuamos todos os dias a fazer isso, não há qualquer problema”, afirmou Amadeu Guerra, em Bragança, à comunicação social.
O procurador-geral da defendeu ainda que o “valor” da Polícia Judiciária deve ser respeitado.
“Isto é uma situação normal na vida democrática e vamo-nos preocupar em não criticar as ações da Polícia Judiciária. A Polícia Judiciária é uma instituição, merece todo o nosso respeito. Eu da minha parte continuo a respeitar a instituição”, afirmou.
Na quarta-feira, a PJ foi alvo de buscas por parte do Ministério Público, num processo que envolve o atual diretor nacional, suspeito de ter feito falsas declarações em tribunal e cometido abuso de poder em alegadas escutas, no âmbito do processo “Football Leaks”.
Sobre o resultado destas buscas, Amadeu Guerra apenas disse que o processo está em segredo de justiça e, por isso, não adiantou qualquer detalhe sobre material apreendido, lamentando a fuga de informação que chegou aos órgãos de comunicação social sobre as buscas.
“Nós abrimos o inquérito porque queremos aprofundar, depois fazemos diligências e estabelecemos uma linha de investigação, que passa por fazer diligências que entendemos ser mais adequadas. Recolhemos prova, que é o que normalmente fazemos, depois analisamos a prova e depois de analisada a prova e ouvirmos as pessoas que nos podem esclarecer sobre os factos, deduzimos acusação ou arquivamos”, explicou.
“Sempre colaborámos bem, sempre foram pessoas muito disponíveis (…) nós vamos continuar a fazer trabalho com a Polícia Judiciária, como é óbvio, continuamos todos os dias a fazer isso, não há qualquer problema”, afirmou Amadeu Guerra, em Bragança, à comunicação social.
O procurador-geral da defendeu ainda que o “valor” da Polícia Judiciária deve ser respeitado.
“Isto é uma situação normal na vida democrática e vamo-nos preocupar em não criticar as ações da Polícia Judiciária. A Polícia Judiciária é uma instituição, merece todo o nosso respeito. Eu da minha parte continuo a respeitar a instituição”, afirmou.
Na quarta-feira, a PJ foi alvo de buscas por parte do Ministério Público, num processo que envolve o atual diretor nacional, suspeito de ter feito falsas declarações em tribunal e cometido abuso de poder em alegadas escutas, no âmbito do processo “Football Leaks”.
Sobre o resultado destas buscas, Amadeu Guerra apenas disse que o processo está em segredo de justiça e, por isso, não adiantou qualquer detalhe sobre material apreendido, lamentando a fuga de informação que chegou aos órgãos de comunicação social sobre as buscas.
“Nós abrimos o inquérito porque queremos aprofundar, depois fazemos diligências e estabelecemos uma linha de investigação, que passa por fazer diligências que entendemos ser mais adequadas. Recolhemos prova, que é o que normalmente fazemos, depois analisamos a prova e depois de analisada a prova e ouvirmos as pessoas que nos podem esclarecer sobre os factos, deduzimos acusação ou arquivamos”, explicou.