António Costa diz que reforma das forças de segurança visa melhorar as esquadras e não encerrá-las

O ministro de Estado e da Administração Interna, António Costa, afirmou que a reforma da organização das forças de segurança não visa fechar esquadras e postos, mas antes melhorar estas estruturas.

Agência LUSA /

As declarações do titular da pasta da Administração Interna foram proferid as no final do debate mensal com o primeiro-ministro, José Sócrates, dedicado à reforma do sistema e das forças de segurança.

António Costa começou por se insurgir contra "a quantidade de asneiras que têm sido escritas sobre esquadras que fecham ou que abrem" nos órgãos de comuni cação social. "Ao longo dos últimos tempos, a asneira tem sido imensa. Não se centrem no acessório mas no essencial da reforma", declarou o ministro, num recado aos jor nalistas.

Segundo o ministro de Estado e da Administração Interna, a reforma não se destina "a fechar esquadras, ou a abrir esquadras, mas a reforçar a coordenação e a racionalização" em matéria de forças de segurança.

António Costa referiu depois que durante o debate, na Assembleia da Repúbl ica, "o primeiro-ministro [José Sócrates] anunciou o maior investimento de sempr e em postos e esquadras de forças de segurança".

"Acabar e substituir com as 125 esquadras e postos classificados como esta ndo em mau estado, mais os programas que se irão conhecer para as esquadras de L isboa e Porto - no final, ver-se-á que a notícia não é o fecho de esquadras mas melhores esquadras", acrescentou o "número dois" do Governo socialista.


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