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AOFA considera relatório do FMI disparate completo

AOFA considera relatório do FMI disparate completo

O presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), coronel Manuel Cracel, critica o relatório em que o Fundo Monetário Internacional (FMI) defende que é tempo de acabar com os privilégios de polícias e militares, que têm sistemas de pensões demasiado generosos.

Sandra Henriques /
“Só me apetece apelidar este suposto estudo de um disparate completo”. É desta forma que Manuel Cracel começa por reagir a este documento do FMI. O dirigente da AOFA afirma à Antena1 que é impensável pôr em causa neste momento os fatores que contribuem para uma maior segurança no país.

“Só espero que os nossos governantes olhem para isso como um estudo feito por alguém que é ignorante em relação ao país e à realidade que analisou”, sublinha.

Em causa está o relatório em que o FMI recomenda a Portugal um vasto programa para aumentar a eficiência do Estado através de um corte de 4 mil milhões de euros na despesa pública. A notícia é avançada pelo Jornal de Negócios, que explica que o estudo foi encomendado pelo executivo para delinear a refundação do Estado social.
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