País
Associação de Crianças Desaparecidas defende centralização das estatísticas
A entidade afirma que os números sobre o desaparecimento de menores são inflacionados devido ao sistema atual.
Foto: Kim Hong-Ji/Reuters
Ouvida pela jornalista Rita Roque neste Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Patrícia de Sousa Cipriano explica que “os números por vezes estão duplicados, porque há uma participação numa determinada força policial e seguidamente há uma comunicação à Polícia Judiciária”.
A responsável avança que os dados conhecidos mostram que “há uma média de 1500 a 2000 desaparecimentos por ano em Lisboa e Vale do Tejo”. Em todo o país, o número deverá ascender ao dobro.