Associação de Empresas de Segurança defende que governo deveria ter ido mais longe

As novas regras anunciadas pelo governo para a segurança privada deveriam ter ido mais longe, de acordo com a Associação de Empresas de Segurança.

Sandra Henriques /
Em declarações à Antena1, o presidente da Associação de Empresas de Segurança, Rogério Alves, afirma que não se foi tão longe como deveria ter ido para restringir as situações de autoproteção.

Rogério Alves defende ainda que deveriam ter sido estabelecidas sanções para quem contrata entidades de segurança privada que não cumprem as obrigações para com os trabalhadores, fisco e segurança social.

A lei da segurança privada vai sofrer alterações que tornam as regras mais apertadas. A reforma avança ainda antes do final do ano, conforme garante o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.

Os porteiros deixam de ser seguranças e a segurança privada está proibida de atuar em manifestações ou reuniões. A formação na área da segurança privada vai ser mais intensa e mais fiscalizada. Um agente de segurança privada tem que ter um cartão profissional passado pela PSP. Quem infringir estas regras vai ter sanções mais pesadas.

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