País
Associação de Empresas de Segurança defende que governo deveria ter ido mais longe
As novas regras anunciadas pelo governo para a segurança privada deveriam ter ido mais longe, de acordo com a Associação de Empresas de Segurança.
Rogério Alves defende ainda que deveriam ter sido estabelecidas sanções para quem contrata entidades de segurança privada que não cumprem as obrigações para com os trabalhadores, fisco e segurança social.
A lei da segurança privada vai sofrer alterações que tornam as regras mais apertadas. A reforma avança ainda antes do final do ano, conforme garante o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.
Os porteiros deixam de ser seguranças e a segurança privada está proibida de atuar em manifestações ou reuniões. A formação na área da segurança privada vai ser mais intensa e mais fiscalizada. Um agente de segurança privada tem que ter um cartão profissional passado pela PSP. Quem infringir estas regras vai ter sanções mais pesadas.