País
Associação sindical da PSP agenda protestos a nível nacional e fala em "propaganda" do MAI
As ações de protesto terminam em outubro com uma grande manifestação nacional para a qual a ASPP vai convidar as associações representativas da GNR.
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia esteve reunida esta quinta-feira e decidiu avançar com vários protestos a nível nacional, começando com uma ação que se inicia já hoje através de uma petição pública.
O presidente da ASPP/PSP, Paulo Santos, explicou à RTP que em causa está o descontentamento com o ministro da Administração Interna e com a suspensão de negociações com as polícias, sem data para serem retomadas.
“Tudo aquilo que é dito do ponto de vista político por parte do MAI soa-nos muito a propaganda. Nós não sabemos tão-pouco porque é que as negociações foram suspensas”, afirmou o responsável.
A ASPP “decidiu dizer basta a este contexto em que se encontra o Ministério da Administração Interna, em que se encontram as condições das polícias, um conjunto de problemas que nos levou a avançar para protestos”, referiu.
Esta quinta-feira é iniciada uma petição pública “em defesa da segurança pública de qualidade em Portugal”, adiantou Paulo Santos.
Além disso, estão previstas iniciativas em várias cidades do país “envolvendo as populações locais, os autarcas, os comerciantes”. Haverá ainda manifestações, desfiles e concentrações nessas cidades entre 22 de setembro e 30 de outubro.
Estão já definidas uma em 24 de setembro no Porto e outra em 8 de outubro em Lisboa, além de Leiria (1 de outubro) e Faro (14 outubro).
Antes, em conferência de imprensa na sede da ASPP, em Lisboa, o presidente da associação traçou um quadro de constrangimentos, dificuldades e desmotivação, insistindo que continua por cumprir parte do acordo de 2024 - que aumentou o valor do suplemento de risco pago aos polícias -, nomeadamente as tabelas remuneratórias.Sete estruturas da GNR e PSP exigem reunião com ministro
Também esta quinta-feira, quatro associações da GNR e três sindicatos da PSP exigiram ao ministro da Administração Interna uma reunião "no prazo máximo de uma semana" para discutir a atribuição de subsídio de risco idêntico ao da PJ, ameaçando com protestos.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação Nacional dos Sargentos da Guarda (ANSG), Ricardo Rodrigues, afirmou que as sete estruturas estiveram reunidas e decidiram pedir a Luís Neves uma reunião "no prazo máximo de uma semana, antes de avançarem para ações de protesto", recordando que as reuniões deveriam ter acontecido nos dias 15 de julho e 2 de setembro.
Ricardo Rodrigues explicou que estiveram presentes na reunião as estruturas que não assinaram o acordo com o Governo em 2024 e que permitiu a atribuição do subsídio de risco aos elementos das forças de segurança.
A atribuição do suplemento por serviço e risco volta a ser exigido por estas quatro associações da GNR e três sindicatos da PSP, que defendem uma equiparação ao subsídio atribuído aos inspetores da Polícia Judiciária e que deve ser um dos assuntos a ser tratado na reunião com o ministro, sublinhou o presidente da associação que representa os sargentos da Guarda.
c/ Lusa
O presidente da ASPP/PSP, Paulo Santos, explicou à RTP que em causa está o descontentamento com o ministro da Administração Interna e com a suspensão de negociações com as polícias, sem data para serem retomadas.
“Tudo aquilo que é dito do ponto de vista político por parte do MAI soa-nos muito a propaganda. Nós não sabemos tão-pouco porque é que as negociações foram suspensas”, afirmou o responsável.
A ASPP “decidiu dizer basta a este contexto em que se encontra o Ministério da Administração Interna, em que se encontram as condições das polícias, um conjunto de problemas que nos levou a avançar para protestos”, referiu.
Esta quinta-feira é iniciada uma petição pública “em defesa da segurança pública de qualidade em Portugal”, adiantou Paulo Santos.
Além disso, estão previstas iniciativas em várias cidades do país “envolvendo as populações locais, os autarcas, os comerciantes”. Haverá ainda manifestações, desfiles e concentrações nessas cidades entre 22 de setembro e 30 de outubro.
Estão já definidas uma em 24 de setembro no Porto e outra em 8 de outubro em Lisboa, além de Leiria (1 de outubro) e Faro (14 outubro).
Antes, em conferência de imprensa na sede da ASPP, em Lisboa, o presidente da associação traçou um quadro de constrangimentos, dificuldades e desmotivação, insistindo que continua por cumprir parte do acordo de 2024 - que aumentou o valor do suplemento de risco pago aos polícias -, nomeadamente as tabelas remuneratórias.Sete estruturas da GNR e PSP exigem reunião com ministro
Também esta quinta-feira, quatro associações da GNR e três sindicatos da PSP exigiram ao ministro da Administração Interna uma reunião "no prazo máximo de uma semana" para discutir a atribuição de subsídio de risco idêntico ao da PJ, ameaçando com protestos.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação Nacional dos Sargentos da Guarda (ANSG), Ricardo Rodrigues, afirmou que as sete estruturas estiveram reunidas e decidiram pedir a Luís Neves uma reunião "no prazo máximo de uma semana, antes de avançarem para ações de protesto", recordando que as reuniões deveriam ter acontecido nos dias 15 de julho e 2 de setembro.
Ricardo Rodrigues explicou que estiveram presentes na reunião as estruturas que não assinaram o acordo com o Governo em 2024 e que permitiu a atribuição do subsídio de risco aos elementos das forças de segurança.
A atribuição do suplemento por serviço e risco volta a ser exigido por estas quatro associações da GNR e três sindicatos da PSP, que defendem uma equiparação ao subsídio atribuído aos inspetores da Polícia Judiciária e que deve ser um dos assuntos a ser tratado na reunião com o ministro, sublinhou o presidente da associação que representa os sargentos da Guarda.
c/ Lusa