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Associações feministas e sindicatos marcham pelos direitos das mulheres

Associações feministas e sindicatos marcham pelos direitos das mulheres

Associações feministas e sindicatos vão marchar em 12 cidades portuguesas pelos direitos das mulheres, no âmbito da Greve Feminista Internacional, que acontece em Portugal desde 2019.

Lusa /
Mulheres marcham pelos seus direitos Foto de Brianna Tucker na Unsplash

“Além da celebração das nossas vidas, queremos também dar visibilidade à violência, às opressões, às desigualdades que as mulheres são alvo numa sociedade desigual, quer as mulheres cis (cisgénero), quer as mulheres trans (transexuais)”, adiantou à Lusa Cheila Collaço Rodrigues, ativista do núcleo de Lisboa da Rede 8 de Março.

A greve, que acontece no Dia Internacional da Mulher, vai para a sua quinta edição e decorrerá esta quarta-feira nas cidades de Aveiro, Barcelos, Braga, Bragança, Coimbra, Évora, Faro, Guimarães, Leiria, Lisboa, Porto e Vila Real, e, no sábado, em Chaves.

Esta greve assenta numa onda muito específica do feminismo e em três pilares principais: a greve laboral, a estudantil, mas também as dos cuidados – que é, basicamente, o trabalho que as mulheres desempenham na sociedade e que sem o qual a sociedade colapsa”, salientou.

Segundo a ativista, na iniciativa que vai decorrer em Lisboa, serão homenageadas todas as vítimas de feminicídio durante o ano passado em Portugal.

O Dia Internacional da Mulher, atualmente comemorado em 8 de março, é assinalado desde o início do século XX, embora com variações na data das celebrações. O dia 8 de março só em 16 de dezembro de 1977 viria a ser oficialmente reconhecido como Dia Internacional da Mulher pela Assembleia Geral das Nações Unidas.

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