País
Atirador de Quarteira tinha antecedentes criminais
Já teve alta e encontra-se detido o jovem de 19 anos com antecedentes criminais que hoje feriu a tiro um militar da GNR e que depois se barricou num prédio da cidade de Quarteira. Segundo informação das autoridades, o rapaz foi assistido a um ferimento antigo, tendo depois recolhido ao posto da GNR daquela cidade onde irá esperar até segunda feira para ser ouvido no Tribunal de Loulé.
Foi o capitão Henriques, da GNR, que anunciou aos jornalistas que o jovem "já teve alta" do Hospital de Faro, onde foi assistido a um "ferimento antigo", resultante de uma intervenção cirúrgica realizada há cerca de 15 dias, tendo depois seguido para o posto da GNR de Quarteira onde ficou detido.
O presumível autor do disparo, residente em Quarteira, que atingiu um militar da GNR, foi detido esta tarde e aguarda agora até segunda feira para ser ouvido pelo juiz de instrução criminal no Tribunal de Loulé.
O jovem foi detido pelo Pelotão de Intervenção Rápida da GNR, armado com uma caçadeira de canos serrados, ao fim de cerca de quatro horas de cerco policial ao edifício onde se tinha barricado por volta as 7 horas desta manhã, depois de ter ferido ligeiramente na cabeça um militar da GNR que integrava uma patrulha alertada para a presença do homem armado num bar daquela cidade.
Ainda segundo revelou o capitão Henriques, o jovem, com antecedentes criminais, acabou por ser detido ao fim da manhã, num corredor do sétimo andar do prédio, "após oferecer alguma resistência" que foi ultrapassada graças à “preparação dos militares” que evitaram que houvesse troca de tiros".
"Uma equipa de negociadores esteve em permanente contacto com o jovem, conseguiu acalmá-lo, mas este nunca demonstrou intenção de se entregar. Como não demonstrou essa intenção e apresentava um quadro psicológico muito alterado, chegando a efetuar um disparo na direção dos militares, houve a necessidade de uma intervenção rápida que, felizmente, decorreu sem troca de tiros ou ferimentos, num e noutro lado", relatou o capitão Henriques.
Quanto ao militar da GNR que foi ferido pelo jovem logo pela manhã, o Hospital de Faro já anunciou que este sofreu um ferimento ligeiro na cabeça, provocado por arma de fogo, e já recebeu alta hospitalar, tendo ainda comunicado que o homem autor dos disparos e detido pela GNR foi assistido em 19 de maio naquela unidade de saúde, onde foi sujeito a uma intervenção cirúrgica por ostentar um "ferimento provocado por arma de fogo, tendo tido alta a 28 de maio".
Susto para moradores do prédio de Quarteira
Quem não ganhou para o susto foram os moradores do prédio em Quarteira, no Algarve, onde o homem se barricou depois de atingir a tiro o militar da GNR, que em alguns momentos chegaram a "recear" pelas suas vidas.
Um dos moradores que pediu o anonimato por recear "represálias", contou à agência Lusa que "acordou pouco depois das 7 horas com grandes pancadas na porta da entrada", mas que decidiu não abrir a porta por "recear ser um assalto".
"Fiquei assustado, chamei a minha mulher e ficámos na expetativa, porque não sabia o que se passava. Não fui aventureiro ao ponto de abrir a porta. São frequentes os desacatos na rua, mas nunca pensei que isto pudesse um dia acontecer-me, porque geralmente pensamos que só acontecem aos outros e nos filmes", referiu demonstrando ainda algum nervosismo.
Outro dos residentes, que também pediu anonimato, disse igualmente ter "acordado com grandes pancadas na porta", o que o levou a telefonar para a GNR, sendo aconselhado a manter-se em casa e a reforçar a entrada com móveis para evitar que o homem conseguisse entrar.
Outros moradores disseram ainda que, a pedido das autoridades, permaneceram nas suas casas durante o cerco policial, "por recearem pelas suas vidas".
O presumível autor do disparo, residente em Quarteira, que atingiu um militar da GNR, foi detido esta tarde e aguarda agora até segunda feira para ser ouvido pelo juiz de instrução criminal no Tribunal de Loulé.
O jovem foi detido pelo Pelotão de Intervenção Rápida da GNR, armado com uma caçadeira de canos serrados, ao fim de cerca de quatro horas de cerco policial ao edifício onde se tinha barricado por volta as 7 horas desta manhã, depois de ter ferido ligeiramente na cabeça um militar da GNR que integrava uma patrulha alertada para a presença do homem armado num bar daquela cidade.
Ainda segundo revelou o capitão Henriques, o jovem, com antecedentes criminais, acabou por ser detido ao fim da manhã, num corredor do sétimo andar do prédio, "após oferecer alguma resistência" que foi ultrapassada graças à “preparação dos militares” que evitaram que houvesse troca de tiros".
"Uma equipa de negociadores esteve em permanente contacto com o jovem, conseguiu acalmá-lo, mas este nunca demonstrou intenção de se entregar. Como não demonstrou essa intenção e apresentava um quadro psicológico muito alterado, chegando a efetuar um disparo na direção dos militares, houve a necessidade de uma intervenção rápida que, felizmente, decorreu sem troca de tiros ou ferimentos, num e noutro lado", relatou o capitão Henriques.
Quanto ao militar da GNR que foi ferido pelo jovem logo pela manhã, o Hospital de Faro já anunciou que este sofreu um ferimento ligeiro na cabeça, provocado por arma de fogo, e já recebeu alta hospitalar, tendo ainda comunicado que o homem autor dos disparos e detido pela GNR foi assistido em 19 de maio naquela unidade de saúde, onde foi sujeito a uma intervenção cirúrgica por ostentar um "ferimento provocado por arma de fogo, tendo tido alta a 28 de maio".
Susto para moradores do prédio de Quarteira
Quem não ganhou para o susto foram os moradores do prédio em Quarteira, no Algarve, onde o homem se barricou depois de atingir a tiro o militar da GNR, que em alguns momentos chegaram a "recear" pelas suas vidas.
Um dos moradores que pediu o anonimato por recear "represálias", contou à agência Lusa que "acordou pouco depois das 7 horas com grandes pancadas na porta da entrada", mas que decidiu não abrir a porta por "recear ser um assalto".
"Fiquei assustado, chamei a minha mulher e ficámos na expetativa, porque não sabia o que se passava. Não fui aventureiro ao ponto de abrir a porta. São frequentes os desacatos na rua, mas nunca pensei que isto pudesse um dia acontecer-me, porque geralmente pensamos que só acontecem aos outros e nos filmes", referiu demonstrando ainda algum nervosismo.
Outro dos residentes, que também pediu anonimato, disse igualmente ter "acordado com grandes pancadas na porta", o que o levou a telefonar para a GNR, sendo aconselhado a manter-se em casa e a reforçar a entrada com móveis para evitar que o homem conseguisse entrar.
Outros moradores disseram ainda que, a pedido das autoridades, permaneceram nas suas casas durante o cerco policial, "por recearem pelas suas vidas".