País
Brisa calcula que obras na A1 estejam concluídas no início de março
A operação de enrocamento e de estabilização da laje na A1, na sequência das destruições provocadas pelo mau tempo, já está concluída. A Brisa estima que a obra esteja totalmente concluída até ao final da primeira semana de março.
Os trabalhos de colocação de rochas e de estabilização da laje de transição da plataforma Sul-Norte estão concluídos. Segue-se agora a fase de reparação do aterro e a pavimentação.A Brisa avança que não há qualquer problema na estrutura do viaduto e defende a reabertura do trânsito no sentido Sul-Norte de forma condicionada. A proposta está em análise pelas autoridades competentes.
“Acreditamos que nos próximos dias estaremos em condições para ter o tráfego a circular na plataforma Sul-Norte, naturalmente de forma condicionada”, disse Manuel Melo, diretor-executivo da Brisa, aos jornalistas. A rutura na infraestrutura, no dia 11 à noite, foi motivada pelo rebentamento do dique do Mondego e consequente escavação dos solos do aterro, devido ao débito excecional de água no rio na região de Coimbra.
A reconstrução da laje de transição e do pavimento só foi possível após a reposição do aterro. No terreno, ao longo dos últimos dias, estiveram mais de 70 trabalhadores e técnicos.
Segundo a Brisa, no total foram utilizadas “mais de nove mil toneladas de material pétreo para impedir a erosão do aterro e proteger a área afetada, servindo de base aos trabalhos de reconstrução da plataforma, no sentido Norte-Sul da Autoestrada 1, entre os nós de Coimbra Sul e Coimbra Norte”.
“Acreditamos que nos próximos dias estaremos em condições para ter o tráfego a circular na plataforma Sul-Norte, naturalmente de forma condicionada”, disse Manuel Melo, diretor-executivo da Brisa, aos jornalistas. A rutura na infraestrutura, no dia 11 à noite, foi motivada pelo rebentamento do dique do Mondego e consequente escavação dos solos do aterro, devido ao débito excecional de água no rio na região de Coimbra.
A reconstrução da laje de transição e do pavimento só foi possível após a reposição do aterro. No terreno, ao longo dos últimos dias, estiveram mais de 70 trabalhadores e técnicos.
Segundo a Brisa, no total foram utilizadas “mais de nove mil toneladas de material pétreo para impedir a erosão do aterro e proteger a área afetada, servindo de base aos trabalhos de reconstrução da plataforma, no sentido Norte-Sul da Autoestrada 1, entre os nós de Coimbra Sul e Coimbra Norte”.