País
Cândida Almeida afasta pressões contra magistrados do Ministério Público
A Coordenadora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal garante que os magistrados do Ministério Público (MP) estão a salvo de pressões sejam políticas ou de outra natureza. Em declarações à Rádio Renascença, Cândida Almeida não subscreve as críticas feitas pelo Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.
“Relativamente a pressões de hierarquia, ou outro tipo de pressões costumadas chamar de políticas, quer governamentais, quer da Oposição, os magistrados nunca sentiram, nem sentem essa pressão”, afirmou.
“Essa é a nossa garantia, e penso que é motivo de orgulho para o país, porque o magistrado do Ministério Público é independente do poder político. É portanto autónomo relativamente à magistratura judicial”, sublinhou Cândida Almeida.
Quando questionada sobre as criticas do presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público que, na passada terça-feira, se mostrou apreensivo com a possibilidade de existirem campanhas contra magistrados que investigam casos importantes, a Coordenadora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal revelou que “não tinha falado com os representantes do sindicato”.
“Sinceramente não sei a que eles se referem, mas a certa altura disse-se que se andavam a seguir os magistrados, que andavam a tentar saber da vida dos magistrados. Isso o diz-se diz-se pode tornar-se a certa altura uma forma de pressão”, sublinhou a magistrada do Ministério Público.
A Coordenadora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal considera que o Ministério Público tem mecanismos suficientes para proteger os seus magistrados.
“Volto a recordar uma coisa que já é antiga, mas que penso que seria aquela em que a minha vida mais risco correu, assim como a dos meus colegas, foi o caso do terrorismo interno em que estivemos. E eu aqui estou viva e sem nenhum problema, fui ameaçada, obviamente, tive documentos em que a ameaça estava escrita. Tive a segurança necessária por parte do Estado, até há relativamente pouco tempo”, lembrou.
“Penso que nós estamos seguros, não só pela lei, o que seria pouco porque podem furar a lei, mas sobretudo porque temos instituições que sabem tomar e tomam conta de nós”, rematou.
“Essa é a nossa garantia, e penso que é motivo de orgulho para o país, porque o magistrado do Ministério Público é independente do poder político. É portanto autónomo relativamente à magistratura judicial”, sublinhou Cândida Almeida.
Quando questionada sobre as criticas do presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público que, na passada terça-feira, se mostrou apreensivo com a possibilidade de existirem campanhas contra magistrados que investigam casos importantes, a Coordenadora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal revelou que “não tinha falado com os representantes do sindicato”.
“Sinceramente não sei a que eles se referem, mas a certa altura disse-se que se andavam a seguir os magistrados, que andavam a tentar saber da vida dos magistrados. Isso o diz-se diz-se pode tornar-se a certa altura uma forma de pressão”, sublinhou a magistrada do Ministério Público.
A Coordenadora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal considera que o Ministério Público tem mecanismos suficientes para proteger os seus magistrados.
“Volto a recordar uma coisa que já é antiga, mas que penso que seria aquela em que a minha vida mais risco correu, assim como a dos meus colegas, foi o caso do terrorismo interno em que estivemos. E eu aqui estou viva e sem nenhum problema, fui ameaçada, obviamente, tive documentos em que a ameaça estava escrita. Tive a segurança necessária por parte do Estado, até há relativamente pouco tempo”, lembrou.
“Penso que nós estamos seguros, não só pela lei, o que seria pouco porque podem furar a lei, mas sobretudo porque temos instituições que sabem tomar e tomam conta de nós”, rematou.