País
Cândida Almeida alvo de inquérito disciplinar abandona DCIAP em março
A Procuradoria-Geral da República instaurou um processo disciplinar à diretora do Departamento Central de Investigação a Ação Penal e a dois outros procuradores por alegadas fugas de informação, noticiou a edição online do jornal Público. Cândida Almeida reuniu-se ontem com os procuradores do DCIAP e comunicou-lhes que não iria ser reconduzida no cargo.
O inquérito, que segundo o Público tem como base fugas de informação no Departamento Central de Investigação a Ação Penal, abrange outros dois magistrados do DCIAP, Rosário Teixeira e Paulo Gonçalves.
Segundo o diário, “na passada sexta-feira, a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, chamou ao Palácio de Palmela, em Lisboa, três procuradores do Departamento Central de Investigação a Ação Penal, incluindo a diretora Cândida Almeida, para os informar que iria abrir um inquérito disciplinar aos três magistrados por causa de uma fuga de informação. À margem deste encontro informou Cândida Almeida que não a iria reconduzir na comissão de serviço como diretora do DCIAP”.
Fonte do Ministério Público revelou à agência Lusa que Cândida Almeida esteve reunida com os seus colaboradores no DCIAP, aos quais revelou que não seria reconduzida no cargo que ocupa há 12 anos e cuja comissão de serviço termina em março.
A não recondução de Cândida Almeida como diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal era esperada desde que Joana Marques Vidal foi nomeada procuradora-geral da República, em outubro de 2012.
Processos mediáticos
Já a última renovação de serviço de Cândida Almeida, em janeiro de 2010, ocorreu num clima de polémica devido às críticas de João Palma, ex-presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, ao trabalho do Departamento Central de Investigação a Ação Penal.
O DCIAP é a estrutura do Ministério Público que investiga a criminalidade violenta, altamente organizada e mais complexa. Cândida Almeida esteve ligada a investigações de processos como o caso Portucale, Freeport, Operação Furacão, caso BPN e as contrapartidas dos submarinos.
Cândida Almeida, de 63 anos, foi a primeira mulher magistrada e atualmente é a procuradora mais antiga do Ministério Público, tendo chegado ao topo da carreira há 22 anos. A atual diretora do Departamento Central de Investigação a Ação Penal ganhou notoriedade quando assumiu a acusação do processo FP-25.
Cabe agora a Joana Marques Vidal propor o nome da pessoa que irá substituir Cândida Almeida no DCIAP, sendo já apontados como possíveis sucessores os magistrados Euclides Dâmaso, Orlando Romano, Helena Fazenda e Maria José Morgado.
Segundo o diário, “na passada sexta-feira, a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, chamou ao Palácio de Palmela, em Lisboa, três procuradores do Departamento Central de Investigação a Ação Penal, incluindo a diretora Cândida Almeida, para os informar que iria abrir um inquérito disciplinar aos três magistrados por causa de uma fuga de informação. À margem deste encontro informou Cândida Almeida que não a iria reconduzir na comissão de serviço como diretora do DCIAP”.
Fonte do Ministério Público revelou à agência Lusa que Cândida Almeida esteve reunida com os seus colaboradores no DCIAP, aos quais revelou que não seria reconduzida no cargo que ocupa há 12 anos e cuja comissão de serviço termina em março.
A não recondução de Cândida Almeida como diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal era esperada desde que Joana Marques Vidal foi nomeada procuradora-geral da República, em outubro de 2012.
Processos mediáticos
Já a última renovação de serviço de Cândida Almeida, em janeiro de 2010, ocorreu num clima de polémica devido às críticas de João Palma, ex-presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, ao trabalho do Departamento Central de Investigação a Ação Penal.
O DCIAP é a estrutura do Ministério Público que investiga a criminalidade violenta, altamente organizada e mais complexa. Cândida Almeida esteve ligada a investigações de processos como o caso Portucale, Freeport, Operação Furacão, caso BPN e as contrapartidas dos submarinos.
Cândida Almeida, de 63 anos, foi a primeira mulher magistrada e atualmente é a procuradora mais antiga do Ministério Público, tendo chegado ao topo da carreira há 22 anos. A atual diretora do Departamento Central de Investigação a Ação Penal ganhou notoriedade quando assumiu a acusação do processo FP-25.
Cabe agora a Joana Marques Vidal propor o nome da pessoa que irá substituir Cândida Almeida no DCIAP, sendo já apontados como possíveis sucessores os magistrados Euclides Dâmaso, Orlando Romano, Helena Fazenda e Maria José Morgado.