País
Carlos César diz que PS fica "envergonhado" com casos onde estão envolvidos políticos
O presidente do Partido Socialista afirmou hoje na TSF que o partido se sente "envergonhado" com o caso Manuel Pinho. Questionado sobre a situação de José Sócrates, caso as suspeitas sejam confirmadas, Carlos César disse que a vergonha "até é maior porque era primeiro-ministro".
O presidente do Partido Socialista e líder da bancada parlamentar lamentou o caso de Manuel Pinho que, a confirmar-se, deve ser "punido". E defendeu que uma Comissão de Inquérito será a melhor forma de esclarecer a situação.
"O PS, quando acontecem coisas dessas, nas suas reuniões internas, não falam delas? Evidentemente que falarão delas", disse. "Porque é inconcebível que não o façam. Evidentemente que o fazem. Que nós nos penalizamos e ficamos até enraivecidos com isto... que pessoas que se aproveitam dos partidos políticos e designadamente do nosso, do PS.... utilizem ou tenham comportamentos desta dimensão e desta natureza. Evidentemente que ficamos revoltados com tudo isto".
Para Carlos César, o PS "não tem nenhuma razão para, em relação ao ministro Manuel Pinho, não avaliar da mesma forma o que está a acontecer com ele como avaliou os casos de vários ministros e vários responsáveis de outros partidos políticos que, na banca ou na política, tiveram comportamentos desviantes, irregulares ou até da alçada criminal".
"O PS, quando acontecem coisas dessas, nas suas reuniões internas, não falam delas? Evidentemente que falarão delas", disse. "Porque é inconcebível que não o façam. Evidentemente que o fazem. Que nós nos penalizamos e ficamos até enraivecidos com isto... que pessoas que se aproveitam dos partidos políticos e designadamente do nosso, do PS.... utilizem ou tenham comportamentos desta dimensão e desta natureza. Evidentemente que ficamos revoltados com tudo isto".
Para Carlos César, o PS "não tem nenhuma razão para, em relação ao ministro Manuel Pinho, não avaliar da mesma forma o que está a acontecer com ele como avaliou os casos de vários ministros e vários responsáveis de outros partidos políticos que, na banca ou na política, tiveram comportamentos desviantes, irregulares ou até da alçada criminal".