Carlos Moedas avalia progressos do plano de saúde gratuito

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), visita esta quarta-feira uma das farmácias aderentes ao plano de saúde gratuito, dirigido a 130 mil lisboetas com mais de 65 anos, e que se prevê iniciar este mês.

Lusa /
Carlos Moedas visita uma farmácia na capital para avaliar como decorre o plano de saúde gratuito “Lisboa 65+” Tiago Petinga - Lusa

Na Farmácia São Tomé, na freguesia lisboeta do Lumiar, pelas 10h30, Carlos Moedas pretende acompanhar a forma como a inscrição no plano de saúde gratuito “Lisboa 65+” é realizada nas farmácias da cidade, processo que se iniciou em 21 de dezembro e que pode também ser feito "online", através da página DE Internet 65mais.lisboa.pt.

Os beneficiários do plano Lisboa 65+ podem ter, de modo gratuito, teleconsultas 24 horas por dia, assistência médica ao domicílio em caso de necessidade e transporte em ambulância.

Para os mais vulneráveis, nomeadamente cerca de 5.000 cidadãos beneficiários do complemento solidário para idosos, o programa prevê acesso gratuito a consultas de várias especialidades, como oftalmologia e estomatologia, incluindo a atribuição gratuita de óculos e próteses dentárias, assim como a comparticipação total de medicamentos, entre outros apoios sociais.

O plano de saúde, que deverá ser implementado em 2023, 2024 e 2025, está orçado em cerca de 1,5 milhões de euros por ano, dos quais 600 mil euros para assegurar os serviços de teleconsulta e de assistência médica ao domicílio.

Para a implementação do plano, o município celebrou protocolos com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e com o Instituto da Segurança Social, para partilha de informação sobre os utentes com mais de 65 anos e sobre os que são beneficiários do complemento solidário para idosos, bem como com a Associação Nacional de Farmácias, a Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

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