Chamas não dão tréguas em Vouzela. Mais de 1.100 operacionais combatem incêndio

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Chamas não dão tréguas em Vouzela. Mais de 1.100 operacionais combatem incêndio

O incêndio de Vouzela fez já dois feridos graves. No terreno estão mais de mil operacionais, centenas de meios terrestres e vários meios aéreos. Acompanhamos aqui, ao minuto, todos os desenvolvimentos.

Joana Raposo Santos - RTP / Adicionar como fonte informativa

Foto: Paulo Novais - Lusa

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Andrea Neves - RTP Antena 1, Bruxelas / Adicionar como fonte informativa

Há mais três aviões de combate a incêndios a caminho de Portugal através do Mecanismo Europeu de Proteção Civil

Há mais três aviões de combate aos incêndios a caminho de Portugal. Vão chegar de Itália e de Espanha através do Mecanismo Europeu de Proteção Civil.

Foi o que confirmou à RTP Antena 1, a porta-voz para a Proteção Civil da Comissão Europeia.

Bruxelas recorda que já ontem foi possível fazer avançar 118 bombeiros e 45 veículos de Espanha, através deste mecanismo europeu, que já estão a trabalhar no terreno.

Espera-se agora que estes três novos aviões de Espanha e de Itália possam começar a operar amanhã de manhã, por questões de logística, eventualmente, mas numa situação mais difícil, ainda no fim do dia de hoje.

A Comissão garante, através da porta-voz Eva Hrncirovauropa, que mais meios poderão ser disponibilizados, de acordo com as necessidades de Portugal.

Resta agora saber o que é que a situação de combate pode ditar e que mais meios ainda podem ser necessários nos próximos dias no país.


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Fogo em Mangualde está dominado

O fogo em Mangualde, que deflagrou esta manhã, está dominado, disse à Lusa o presidente da Câmara daquele concelho do distrito de Viseu.

"Já está, neste momento, completamente dominado. Tivemos o apoio de meios terrestres e aéreos", precisou o presidente da Câmara de Mangualde, Marco Almeida, pelas 13:00.

O fogo teve início hoje, pelas 10:00, na zona de Mangualde, distrito de Viseu, adiantou à Lusa o oficial de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), José Rodrigues, referindo que, cerca das 11:30, estavam mobilizados no combate 100 operacionais, 20 meios terrestres e quatro meios aéreos.

Segundo a página da ANEPC, o incêndio teve início na freguesia de Santiago de Cassurães e Póvoa de Cervães, na localidade de Contenças de Cima.

(Agência Lusa)
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Temperaturas em Lisboa mais baixas nas zonas verdes e mais altas em zonas com carros

As temperaturas divergem por toda a cidade de Lisboa e os especialistas pedem mais zonas verdes. Há zonas consideradas mais críticas devido à concentração de população e circulação de carros.

Num dia tórrido em que parte do país está sob aviso vermelho, a RTP percorreu várias zonas de Lisboa com um termómetro. A primeira paragem foi a rua Morais Soares, em Arroios.

A alguns quilómetros de distância, no Jardim da Estrela, considerado um refúgio climático, a temperatura era bastante inferior.

Segundo os especialistas, as ondas de calor vieram para ficar. Por isso, acreditam que é preciso criar mais zonas verdes para minimizar o impacto das altas temperaturas.
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Onda de calor. Ministra da Saúde preocupada com possível aumento da mortalidade

A Direção Geral da Saúde subiu o alerta para laranja, o que leva a aumentar o nível de contingência nos hospitais. Braga já avançou mesmo para alerta máximo.

A ministra da Saúde assume que os efeitos desta onda de calor impõem maior nível de prontidão. Ana Paula Martins admite estar preocupada com o previsível aumento da mortalidade.

Já com maior afluência às urgências e com as temperaturas acima dos 40 graus a manterem-se para os próximos dias, dispara o risco de situações graves e até maior mortalidade.

Por isso, cirurgias e consultas não programadas foram adiadas e há mais 35 camas, mobilização de equipas e agilização de altas.

Um cenário que a ministra da Saúde admite estender-se a mais unidades, depois de a Direção Geral da Saúde ter subido o nível de alerta para laranja.

O bastonário Carlos Cortes, de visita ao hospital de Castelo Branco, disse ter tido a garantia de todos os diretores clínicos do país de que as unidades estão preparadas.

Semanas já com reforço da Linha SNS24 e INEM, assim como uma estreita articulação com Proteção Civil e autarquias com reforço dos apelos às populações para que sigam as recomendações das autoridades de saúde e se protejam.
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Fogo em Vouzela arde desde quinta-feira sem dar tréguas

Mais de mil bombeiros e vários meios aéreos combatem as chamas em Vouzela. Duas pessoas ficaram feridas neste incêndio que começou há dois dias e já consumiu pelo menos 11 mil hectares.

Um homem que tentou combater as chamas durante a noite sofreu queimaduras de segundo e de terceiro grau, e um outro caiu de uma carrinha quando transportava água e sofreu um traumatismo craniano.

O fogo começou em Vouzela na madrugada de quinta-feira, e alastrou aos concelhos de Águeda, Oliveira de Frades e Tondela.

Espanha enviou cerca de duzentos operacionais, ao abrigo do mecanismo europeu de proteção civil.

Em Águeda, durante a noite, o sono foi substituído pela vigilância.

Um grupo do IRA - Intervenção e Resgate Animal - esteve presente para ajudar os bombeiros em operações de retirada.
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"Condições climatéricas vão ditar muito o que vai acontecer" em Vouzela

O vereador da Proteção Civil da Câmara Municipal de Vouzela adiantou à RTP que neste momento existem duas frente ativas nesse concelho.

O calor, vento e pouca humidade dificultam o combate e preocupam as autoridades e populações, apesar de ainda não haver habitações em risco.

“As condições climatéricas vão ditar muito o que vai acontecer nos próximos tempos”, acrescentou Pedro Cardoso.
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Encosta da serra do Caramulo em Tondela com várias frentes

O incêndio que iniciou em Vouzela às 03:04 de quinta-feira está hoje com várias frentes ativas, sem populações em risco, na serra do Caramulo, em Tondela, disse à agência Lusa pelas 12:15 a presidente da Câmara local.

"Os meios estão posicionados para tentar controlar as frentes, que são várias. O incêndio não está controlado, o objetivo agora é tentar controlar as frentes, mas estamos sempre dependentes dos ventos", disse à agência Lusa pelas 12:15 a presidente da Câmara de Tondela, Carla Antunes Borges.

Segundo a presidente de Tondela, no distrito de Viseu, "o incêndio evoluiu" na freguesia de São João do Monte, na encosta da serra do Caramulo, virada ao concelho de Vouzela, onde entrou nesta sexta-feira.

"Evolui na direção de Mansores, Almijofa, encostado ao limite do concelho entre Vouzela, Águeda e do concelho de Mortágua [Viseu], mas a entrar na serra do Caramulo, a direção é o Caramulo", acrescentou.

Segundo disse, "neste momento, há várias equipas no terreno, e meios aéreos, que são fundamentais e é bom que continuem a fazer combate" ao incêndio, "mas vai depender muito do vento, nas próximas horas, seja pela intensidade ou direção" que tomar.

"Para já, não há qualquer povoação em risco, não há nenhuma aldeia evacuada. Chegaram vários meios durante a noite para reforçar e, para já, não há risco, mas estamos sempre dependentes do vento", afirmou.

Ao longo de sexta-feira, habitantes de mobilidade reduzida e mais vulneráveis de Matadegas e Mansores foram retirados de suas casas e a aldeia de Belazeima do Monte, foi evacuada, tudo localidades da freguesia de São João do Monte.

"Neste momento, há já alguma normalidade e as pessoas mais vulneráveis estão devidamente acompanhadas por a nossa equipa de intervenção social e psicológica", disse.

Carla Antunes Borges adiantou ainda que "não há indicação de feridos nem de casas de primeira habitação ardidas".

(Agência Lusa)
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Onze aeronaves ajudam a combater chamas em Vouzela

São já 11 os meios aéreos mobilizados para o combate às chamas em Vouzela. No terreno encontram-se, a esta hora, 1.152 operacionais apoiados por 381 veículos.
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Unidade Militar de Emergências de Espanha está desde madrugada em Vouzela

A equipa da Unidade Militar de Emergências de Espanha chegou a Portugal hoje de madrugada e está a apoiar no combate ao incêndio de Vouzela, distrito de Viseu, disse à Lusa fonte do Ministério da Administração Interna (MAI).

Segundo a mesma fonte, a equipa da Unidade Militar de Emergências de Espanha, composta por 120 operacionais e 30 veículos, está desde as 02:30 de hoje no combate ao fogo de Vouzela.

Esta equipa espanhola chegou a Portugal no âmbito do Mecanismos Europeu de Proteção Civil ativado preventivamente na sexta-feira pelo Governo português.

Também no âmbito do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, o Governo português solicitou a Espanha o envio de dois aviões Canadair, que ainda não chegaram ao país.

Portugal acionou igualmente os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos incêndios, estando já a atuar desde sexta-feira no país um avião Canadair espanhol.

Portugal pediu igualmente dois aviões Canadair a Marrocos.

(Agência Lusa)
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Joana Raposo Santos - RTP / Adicionar como fonte informativa

"Cada vez mais frequente". Portugal já enfrentou seis ondas de calor desde o início do ano

Só nos primeiros seis meses do ano, Portugal já teve seis ondas de calor, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Foto: Pedro A. Pina - RTP

Até ao início de julho deste ano, registaram-se em Portugal continental seis ondas de calor, “evidenciando a elevada frequência destes episódios nos últimos anos, mesmo em períodos fora da época estival”, alertou este sábado o IPMA.

Foram classificados como ondas de calor os eventos de temperatura máxima do ar com valores acima da referência climatológica, “que ocorreram em fevereiro, março (duas), abril, maio e junho”.

O IPMA identificou, desde o início deste século, uma tendência crescente do número máximo de dias em onda de calor, destacando-se o ano 2009 com 93 dias, seguido de 2017 com 83 dias e 2023 com 80 dias.

Em 2025 registaram-se 74 dias em situação de onda de calor e 59 dias nos seis primeiros meses de 2026.

“Da análise efetuada aos mais recentes anos, é identificável que a constituição de onda de calor deixou de ocorrer apenas durante o verão, sendo cada vez mais frequente na primavera e, em alguns anos, também no inverno e no outono”, alertou o instituto.

“O IPMA recorda que a onda de calor mais marcante em Portugal continental continua a ser a de julho e agosto de 2003, tanto pela sua duração e extensão territorial, como pelos recordes de temperatura do ar registados”.

Entre estes últimos, destaca-se a temperatura máxima do ar de 47,3°C observada na estação meteorológica da Amareleja, “que permanece o valor mais elevado alguma vez registado no continente”.

Os dados “reforçam a importância da monitorização contínua destes fenómenos e da adoção de medidas de adaptação face ao aumento da frequência e intensidade dos extremos de temperatura”, acrescenta.
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Chamas aproximaram-se de habitações em Tondela

O incêndio que deflagra em Vouzela já se alastrou a vários outros concelhos, entre os quais Tondela, onde as chamas ameaçaram há minutos habitações na Vila de São João do Monte. As descargas de água no local permitiram controlar a situação.

“Foi assustador”, disse à RTP a proprietária de uma das habitações, acrescentando que “o medo de reacendimento é sempre grande”.

“Os bombeiros são finitos e as forças também se vão embora, precisam de descanso e não dá para estar em todo o lado”, afirmou.

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Ponto de situação

De acordo com o site da Proteção Civil, há neste momento duas ocorrências significativas:

  • Em Vouzela, onde se encontram 1.145 operacionais, 378 meios terrestres e oito meios aéreos
  • Em Mangualde, com 86 operacionais, 17 meios terrestres e quatro meios aéreos
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"Enormidade de pontos quentes" causa preocupação em Vouzela

O incêndio de Vouzela continua ativo e o combate está a ser dificultado pelo vento, que sopra agora com mais intensidade.

Carlos Oliveira, presidente da Câmara de Vouzela, disse à RTP que a “enormidade de pontos quentes que ainda existem” está a causar muita preocupação.

“Temos várias frentes ativas, um perímetro muito grande, uma extensão enormíssima que abrange vários concelhos: Vouzela, Oliveira de Frades, Tondela, Águeda”, afirmou.

“Esperamos a janela de oportunidade da entrada dos meios aéreos que possam ajudar a ação de combate que os homens têm delineada”, disse o autarca.

O fogo de Vouzela já causou dois feridos graves. No terreno, há a esta hora 1.096 operacionais auxiliados por 366 meios terrestres e cinco meios aéreos.
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Aviso vermelho alargado hoje a 13 distritos

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou este sábado de 12 para 13 o número de distritos de Portugal continental que estão sob aviso vermelho devido ao calor, situação que se mantém até domingo na maioria destes territórios.

Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo nos distritos Portalegre, Évora, Beja, Santarém, Lisboa, Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Setúbal e Castelo Branco.

Na maioria dos casos, este nível permanece ativo até às 23:00 de domingo, mas em Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria termina hoje às 23:00, passando então a laranja, o segundo nível mais grave.

O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.

O Governo declarou na quinta-feira situação de alerta em Portugal devido às altas temperaturas esperadas até segunda-feira, tendo emitido despachos de exceção para proibir a utilização de maquinaria em atividades agrícolas.

Os distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Faro e Vila Real encontram-se sob aviso laranja.

Na Madeira, também devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, o IPMA mantém para hoje o aviso laranja nas regiões montanhosas, prolongando-o até às 06:00 de terça-feira, enquanto o resto da ilha da Madeira e o Porto Santo se encontram já sob aviso amarelo, que se estende igualmente até às 06:00 de terça-feira.

Para hoje o IPMA prevê para o continente tempo quente com céu pouco nublado ou limpo, sendo o vento mais intenso nas terras altas.

(Agência Lusa)
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CP cancela seis comboios Intercidades hoje e no domingo

A CP - Comboios de Portugal cancelou este fim de semana seis ligações Intercidades, no âmbito das medidas extraordinárias adotadas devido à persistência da vaga de calor que afeta o país e ao alerta vermelho em vigor até domingo.

Em causa estão os comboios IC 513, que faz o percurso entre Lisboa Santa Apolónia e Guarda, o IC 512, que liga Guarda a Lisboa Santa Apolónia, o IC 523, que faz ligação entre Lisboa Santa Apolónia e Porto Campanhã, o IC 524, entre Porto Campanhã e Lisboa Santa Apolónia), IC 572, que parte de Lisboa Oriente com direção a Faro) e o IC 672, que faz a viagem inversa, entre Faro e Lisboa Oriente, indicou hoje a transportadora em comunicado.

Segundo a empresa, esta decisão foi tomada numa altura em que se mantém a previsão de temperaturas excecionalmente elevadas em grande parte do território continental, com vista a "mitigar os impactos da vaga de calor junto dos passageiros".

Durante este fim de semana, a CP vai manter o acompanhamento técnico das circulações consideradas mais críticas e a monitorização dos equipamentos de climatização.

Além disso, vai gerir a ocupação de alguns comboios de longo curso através do bloqueio da venda de lugares nas circulações e horários de maior calor e reforçar a informação prestada aos clientes, acrescenta a operadora.

Os mesmos comboios serão suprimidos no domingo, sendo que o IC 516 (Guarda/Lisboa Santa Apolónia) tem um regime de paragens diferente em relação ao sábado.

A CP informa ainda que os passageiros afetados pelos cancelamentos podem solicitar a troca ou o reembolso dos bilhetes, sem quaisquer custos adicionais.

(Agência Lusa)
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Controlado fogo que começou na quinta-feira em Barcelos

O incêndio que deflagrou na quinta-feira em Monte Frelães, concelho de Barcelos (distrito de Braga), entrou em resolução às 00h35. No terreno encontram-se 73 operacionais auxiliados por 27 veículos, segundo o site da Proteção Civil.
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Incêndio em Setúbal em resolução

Está dominado o incêndio em Setúbal. O fogo teve origem numa viatura e alastrou a uma zona de mato.

Dez pessoas ficaram feridas - oito bombeiros e dois civis.

Por prevenção houve mesmo ordem de retirada para 25 pessoas.

277 operacionais e 84 veículos estiveram no combate e deram o fogo como dominado à uma da manhã.

As autoridades garantem que nenhum dos feridos é grave.
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Fogo de Vouzela já causou dois feridos graves

O incêndio de Vouzela deixou esta sexta-feira dois feridos graves, um com queimaduras de segundo e terceiro grau e outro com traumatismo craniano, disse à Lusa Fonte da Proteção Civil.

"Um homem de 55 anos ficou com queimaduras graves" quando tentava combater o fogo e um outro, de "34 anos, sofreu um traumatismo craniano grave" ao cair de uma carrinha particular que transportava água para combater o incêndio", disse à Lusa o comandante Pedro Araújo da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Os dois feridos tiveram de ser retirados por helicópteros do INEM para unidades hospitalares próximas.

O incêndio de Vouzela, que começou às 03:04 de quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra, propagou-se depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro.

Aquele incêndio continua a ser um dos dois que suscita "grande preocupação" para ANEPC e que, segundo o comandante Pedro Araújo ainda tem muito trabalho pela frente. O outro é o incêndio em Setúbal.

(Lusa)
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