Combate ao fogo de Murça a "evoluir favoravelmente" com duas frentes ativas mas de menor intensidade

Combate ao fogo de Murça a "evoluir favoravelmente" com duas frentes ativas mas de menor intensidade

O combate ao incêndio que deflagrou hoje em Murça, Vila Real, "está a evoluir favoravelmente" e embora ainda com duas frentes ativas, estas são de menor intensidade, disse esta noite à Lusa fonte da Proteção Civil.

Lusa / Adicionar como fonte informativa
Paulo Novais - Lusa

Segundo o comandante sub-regional da Proteção Civil do Douro José Requeijo, o trabalho feito em terra e pelos meios aéreos permitiu que neste momento, também com a ajuda de temperaturas mais baixas, o fogo de Murça esteja sob o "domínio dos bombeiros", mas ainda sem estar dominado.    

"Mantém duas frentes ativas, embora de menor intensidade e vamos continuar os trabalhos para que a curto prazo possa estar dominado", adiantou.

De acordo com página oficial da Autoridade Nacional Emergência de Proteção Civil (ANEPC), ainda estão envolvidos no combate aquele incêndio 230 operacionais e 71 viaturas.

Pelas 19:45, o fogo era combatido por 245 operacionais, apoiados por 67 viaturas e nove meios aéreos, estes limitados pelo pôr-do-sol.

E, de acordo com declarações do comandante sub-regional do Douro, José Requeijo, o incêndio, que deflagrou num local de difícil acesso, tinha as memsas duas frentes ativas, mas já assinalou que o combate estava a ser bem-sucedido.

Conforme a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o alerta para o fogo foi dado às 12:51.

A evolução do incêndio, continuou, mas, no essencial, o vento manteve-se fraco.

Questionado na altura se havia habitações em perigo, José Requeijo revelou "haver povoações no perímetro do incêndio, mas não há necessidade de as evacuar".

Os meios aéreos foram dispensados entre as 20:30 e as 20:40, altura em que aconteceu o pôr-do-sol.

O segundo comandante explicou que, após o alerta, se verificou de imediato uma grande projeção de meios para o local para tentar "debelar o mais rápido possível o incêndio".

O fogo lavra em zona de alguma floresta, mato e ainda de terrenos agrícolas.

No terreno, para além dos acessos difíceis, também o calor intenso e o vento dificultaram o combate.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, estão hoje sob aviso amarelo, o menos grave, os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real e Bragança, assim como Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Setúbal.

O aviso laranja estende-se, entre as 00:00 e as 10:00 de sexta-feira, aos distritos de Braga, Coimbra, Aveiro, Viana do Castelo, Vila Real, Guarda, Porto, Viseu e Bragança.

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