País
Comboio de mercadorias descarrilou no Marco de Canaveses
O acidente que aconteceu pouco depois das 9h00 da manhã deste domingo e não provocou feridos. De acordo com o Jornal de Notícias, o comboio de mercadorias seguia em direção ao Douro com um carregamento de cimento. O descarrilamento terá sido provocado por uma agulha partida.
De acordo com a edição online do Jornal de Notícias, parte da plataforma da estação do Marco de Canaveses ficou destruída. A circulação ferroviária esteve interrompida durante a manhã, mas já foi reestabelecida segudno fonte da CP.
O comboio de mercadorias da empresa Medway circulava no sentido Porto - Régua.
Em declarações à agência Lusa, a CP afirmou que o descarrilamento daquele comboio de mercadorias obrigou inicialmente a um transbordo rodoviário de passageiros da Linha do Douro. Contudo, pouco tempo depois, já a via estava desimpedida, tendo o serviço sido retomado.
Segundo fonte da Infraestruturas de Portugal, o descarrilamento de três vagões que transportavam cimento aconteceu pouco depois das 9h00 e a principal preocupação foi "desimpedir a via para não afetar a circulação de comboios de passageiros".
"Pelas 11:30 foi reposta a circulação" dos comboios de passageiros, disse, acrescentando que a IP está no local a avaliar os danos na via e reparar o que for necessário, sendo que retirar os vagões do local "ainda vai demorar".
c/ Lusa
O comboio de mercadorias da empresa Medway circulava no sentido Porto - Régua.
Em declarações à agência Lusa, a CP afirmou que o descarrilamento daquele comboio de mercadorias obrigou inicialmente a um transbordo rodoviário de passageiros da Linha do Douro. Contudo, pouco tempo depois, já a via estava desimpedida, tendo o serviço sido retomado.
Segundo fonte da Infraestruturas de Portugal, o descarrilamento de três vagões que transportavam cimento aconteceu pouco depois das 9h00 e a principal preocupação foi "desimpedir a via para não afetar a circulação de comboios de passageiros".
"Pelas 11:30 foi reposta a circulação" dos comboios de passageiros, disse, acrescentando que a IP está no local a avaliar os danos na via e reparar o que for necessário, sendo que retirar os vagões do local "ainda vai demorar".
c/ Lusa