País
Começou o julgamento do "Gangue do Multibanco"
O início do julgamento do “Gangue do Multibanco” foi marcado, esta manhã, em Oliveira de Azeméis, pela discussão de questões processuais, tendo o juiz-presidente do colectivo decidido dividir o processo.
No processo vão ser julgados 14 homens acusados de 17 assaltos no distrito de Aveiro e do homícidio de um segurança, num total de 39 crimes. Um outro arguido não foi notificado para comparecer no julgamento.
Indiciados pelos mesmos crimes, três homens que continuam foragidos à justiça vão ser julgados num processo à parte - um pedido do Ministério Público que foi aceite pelo colectivo de juízes presidido por Luís Caroço.
Outra das questões debatidas durante a manhã foi a ausência de intérprete para um arguido que é surdo-mudo. A defensora do arguido insistiu na necessidade de um intérprete. Por lei, o tribunal tem de garantir os meios para que o arguido entenda na íntegra o que se está a passar. O intérprete deverá comparecer durante a tarde ou mais provavelmente amanhã.
Os arguidos são suspeitos de usar armas de fogo em 17 assaltos, na maioria a caixas de multibanco. Entre os 39 crimes encontra-se um homicídio qualificado, furtos, roubos, sequestros, posse de armas proibidas e associação criminosa. Os assaltos terão rendido cerca de 300 mil euros. O Ministério Público pede pena máxima para todos os arguidos.
No tribunal de Oliveira de Azeméis vão ser ouvidos, esta tarde, testemunhas e arguidos, embora só um deles tenha decidido prestar testemunho.
Método de actuação
Ao longo de meses, o grupo assaltava caixas de multibanco. Os homens andavam armados, deslocavam-se em viaturas roubadas e utilizavam uma viatura pesada para destruir montras e arrastar as caixas ATM com cabos de aço.
O uso das armas era frequente e num assalto a um supermercado foi morto o segurança da empresa Proleite, quando se deslocava para o trabalho.
No último assalto, um tiroteio com a GNR provocou a morte a dois assaltantes, que os restantes elementos do grupo deixaram à porta do Hospital de Oliveira de Azeméis, juntamente com armas e material usado. As operações de investigação com base neste material foram decisivas para o desmantelamento do grupo.
Indiciados pelos mesmos crimes, três homens que continuam foragidos à justiça vão ser julgados num processo à parte - um pedido do Ministério Público que foi aceite pelo colectivo de juízes presidido por Luís Caroço.
Outra das questões debatidas durante a manhã foi a ausência de intérprete para um arguido que é surdo-mudo. A defensora do arguido insistiu na necessidade de um intérprete. Por lei, o tribunal tem de garantir os meios para que o arguido entenda na íntegra o que se está a passar. O intérprete deverá comparecer durante a tarde ou mais provavelmente amanhã.
Os arguidos são suspeitos de usar armas de fogo em 17 assaltos, na maioria a caixas de multibanco. Entre os 39 crimes encontra-se um homicídio qualificado, furtos, roubos, sequestros, posse de armas proibidas e associação criminosa. Os assaltos terão rendido cerca de 300 mil euros. O Ministério Público pede pena máxima para todos os arguidos.
No tribunal de Oliveira de Azeméis vão ser ouvidos, esta tarde, testemunhas e arguidos, embora só um deles tenha decidido prestar testemunho.
Método de actuação
Ao longo de meses, o grupo assaltava caixas de multibanco. Os homens andavam armados, deslocavam-se em viaturas roubadas e utilizavam uma viatura pesada para destruir montras e arrastar as caixas ATM com cabos de aço.
O uso das armas era frequente e num assalto a um supermercado foi morto o segurança da empresa Proleite, quando se deslocava para o trabalho.
No último assalto, um tiroteio com a GNR provocou a morte a dois assaltantes, que os restantes elementos do grupo deixaram à porta do Hospital de Oliveira de Azeméis, juntamente com armas e material usado. As operações de investigação com base neste material foram decisivas para o desmantelamento do grupo.