País
Confirmados onze mortos num despiste de um autocarro na Sertã
Onze vítimas mortais foi o balanço do acidente com um autocarro que se despistou esta manhã na Sertã, distrito de Castelo Branco, segundo informação da Proteção Civil. Na origem do acidente poderão estar causas como as obras que decorrem no local do acidente assim como o nevoeiro e a chuva que se faziam sentir no local quando se deu o despiste.
O despiste de autocarro, na Sertã, provocou onze mortos, dez no local do acidente e uma já no hospital, e ainda seis feridos muito graves, segundo a Proteção Civil, que indica ainda que todos os feridos foram encaminhados para os Centros Hospitalares de Coimbra, Castelo Branco e para o Hospital Pediátrico de Coimbra.
O autocarro era espanhol, o motorista português e fazia a viagem de Portalegre para Santa Maria da Feira com um total de 42 passageiros e um motorista, entre as quais se encontravam sete crianças.
De acordo com o comandante da Proteção Civil de Castelo Branco, Rui Esteves, "o motorista e os 42 passageiros foram transportados para os Hospitais de Castelo Branco, Coimbra e Abrantes, enquanto as situações menos graves foram encaminhadas para o Centro de Saúde de Sertã".
O responsável pelas operações, que mobilizavam esta manhã 261 operacionais e 97 viaturas, informou ainda que se tratava de um excursão de passageiros.
De acordo com a página da Proteção Civil, no Hospital Distrital de Castelo Branco e Centro de Saúde da Sertã as equipas médicas foram reforçadas, tendo sido ainda montado um "dispositivo pela PSP e GNR para criar corredores de evacuação".
Local do acidente é perigosoO presidente da Câmara da Sertã reconheceu que o local onde o autocarro se despistou provocando onze mortos é perigoso e que a autarquia vai tentar solucionar o problema.
O presidente da autarquia, José Nunes, esteve hoje de manhã no local onde se despistou o autocarro que vinha de Portalegre com destino a Santa Maria da Feira.
Aos jornalistas o autarca recordou um outro acidente naquela zona ocorrido há poucos dias para sublinhar a perigosidade do traçado da estrada.
"Este é um ponto que já está referenciado, porque é uma descida inclinada a seguir a uma curva, onde esta semana já houve um outro acidente, um despiste também", referiu.
Perante este cenário, José Nunes afirmou que "a Câmara promete estudar o assunto e fazer uma intervenção no sentido de solucionar a questão e evitar a perigosidade".
O autocarro era espanhol, o motorista português e fazia a viagem de Portalegre para Santa Maria da Feira com um total de 42 passageiros e um motorista, entre as quais se encontravam sete crianças.
De acordo com o comandante da Proteção Civil de Castelo Branco, Rui Esteves, "o motorista e os 42 passageiros foram transportados para os Hospitais de Castelo Branco, Coimbra e Abrantes, enquanto as situações menos graves foram encaminhadas para o Centro de Saúde de Sertã".
O responsável pelas operações, que mobilizavam esta manhã 261 operacionais e 97 viaturas, informou ainda que se tratava de um excursão de passageiros.
De acordo com a página da Proteção Civil, no Hospital Distrital de Castelo Branco e Centro de Saúde da Sertã as equipas médicas foram reforçadas, tendo sido ainda montado um "dispositivo pela PSP e GNR para criar corredores de evacuação".
Local do acidente é perigosoO presidente da Câmara da Sertã reconheceu que o local onde o autocarro se despistou provocando onze mortos é perigoso e que a autarquia vai tentar solucionar o problema.
O presidente da autarquia, José Nunes, esteve hoje de manhã no local onde se despistou o autocarro que vinha de Portalegre com destino a Santa Maria da Feira.
Aos jornalistas o autarca recordou um outro acidente naquela zona ocorrido há poucos dias para sublinhar a perigosidade do traçado da estrada.
"Este é um ponto que já está referenciado, porque é uma descida inclinada a seguir a uma curva, onde esta semana já houve um outro acidente, um despiste também", referiu.
Perante este cenário, José Nunes afirmou que "a Câmara promete estudar o assunto e fazer uma intervenção no sentido de solucionar a questão e evitar a perigosidade".