País
Conselho Geral Independente da RTP decide renovar mandato de Gonçalo Reis
O Conselho Geral Independente comunicou ao Governo a decisão de convidar Gonçalo Reis a continuar o mandato como presidente do Conselho de Administração da RTP. Nuno Artur Silva e Cristina Tomé cessam funções como administradores da empresa.
“O CGI gostaria de saudar os membros cessantes do atual Conselho de Administração, o Dr. Nuno Artur Silva e a Engª Cristina Tomé”, refere o comunicado.
De acordo com o comunicado, a continuidade de Nuno Artur Silva “é, no entanto, incompatível com a irresolução do conflito de interesses entre a sua posição na empresa e os seus interesses patrimoniais privados, cuja manutenção não é aceitável, não obstante o CGI, no âmbito das suas funções de supervisão e fiscalização, não ter verificado que isso tenha sido lesivo da empresa, no decurso do seu mandato”.
O Conselho Geral Independente lembra que Nuno Artur Silva foi responsável, nos últimos três anos, pela reconfiguração estratégica da política de conteúdos da empresa, “tarefa que desempenhou de modo altamente meritório e sucessivamente reconhecido pelas instâncias de escrutínio da empresa”.
O CGI considera ainda que a administradora cessante Cristina Tomé, “contribuiu, de modo altamente meritório, para uma gestão empresarial eficiente, que se saldou pelo equilíbrio das contas e pela estabilização financeira, ao longo dos três anos de mandato”. O Conselho Geral Independente elogia ainda o seu papel relançamento dos investimentos na RTP.
De acordo com o comunicado, a continuidade de Nuno Artur Silva “é, no entanto, incompatível com a irresolução do conflito de interesses entre a sua posição na empresa e os seus interesses patrimoniais privados, cuja manutenção não é aceitável, não obstante o CGI, no âmbito das suas funções de supervisão e fiscalização, não ter verificado que isso tenha sido lesivo da empresa, no decurso do seu mandato”.
O Conselho Geral Independente lembra que Nuno Artur Silva foi responsável, nos últimos três anos, pela reconfiguração estratégica da política de conteúdos da empresa, “tarefa que desempenhou de modo altamente meritório e sucessivamente reconhecido pelas instâncias de escrutínio da empresa”.
O CGI considera ainda que a administradora cessante Cristina Tomé, “contribuiu, de modo altamente meritório, para uma gestão empresarial eficiente, que se saldou pelo equilíbrio das contas e pela estabilização financeira, ao longo dos três anos de mandato”. O Conselho Geral Independente elogia ainda o seu papel relançamento dos investimentos na RTP.