Construção da linha de metro de S. Mamede Infesta obriga a "revolução" urbanística, Guilherme Pinto

Porto, 18 Jun (Lusa) - O presidente da Câmara de Matosinhos admitiu hoje que a construção da linha de Metro de S. Mamede, que deverá estar operacional em 2016, vai obrigar a uma "profunda revolução" urbanística em várias zonas do concelho.

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"Há três ponto essenciais, um na zona do viaduto de Londres, outro em S. Gens e no eixo central de S. Mamede Infesta", disse Guilherme Pinto que falava à Lusa no final de uma visita aos locais das futuras estações e apresentação dos respectivos projectos.

Com esta visita, o autarca pretendeu "comprovar a pertinência do traçado desta linha" que permitirá "unir a estação da Senhora da Hora ao Hospital de S. João", através da freguesia de S. Mamede Infesta, num percurso que atravessa também as freguesias de Custóias e Leça do Balio.

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